A Strikerz anunciou o acesso antecipado de UFL para PC Windows nesta sexta-feira, 7 de novembro de 2025. Os jogadores que obtiverem acesso vão poder jogar e adentrar nessa nova imersão, que chega com a proposta de ganhar espaço contra títulos gigantes do mercado, como FC Sports e eFootball. Essas duas franquias estão no mercado há décadas, mas vêm encontrando resistência por parte de seus fãs devido à pouca evolução.
Agora é a oportunidade do jogo do Cristiano Ronaldo conseguir atrair esses usuários. Desde que iniciaram seus testes alpha e beta, seja no Xbox, PlayStation 5 ou PC, a empresa confirmou que mais de 5 milhões de usuários testaram o jogo globalmente. Muitos feedbacks foram adicionados para entregar um polimento satisfatório quando o jogo for publicado oficialmente nos consoles e no PC. Por isso, o acesso antecipado é excelente para mensurar o que deve ser incluso no roadmap de desenvolvimento como prioridade.
Mesmo com uma proposta gratuita, para aproveitar o acesso antecipado eles disponibilizaram aquisições de pacotes de fundadores. É uma espécie de ajuda, em que, em troca, os usuários ganham pontos de crédito para utilizar no jogo, jogadores lendários, contratos e itens — todos com utilização dentro do jogo. Quando menciono que o jogo é do craque de bola CR7, é porque ele investiu do próprio bolso, acreditando no desempenho e na popularidade que essa franquia poderá alcançar futuramente. São apostas que pessoas visionárias fazem e, quando dão certo, o retorno é satisfatório.
(Divlgação)
À medida que a franquia vai se expandindo, a equipe de licenciamento busca explorar direitos de imagem dos atletas reais para que apareçam em seus clubes e seleções sem ter nomes genéricos. Isso não é um trabalho fácil, visto que outras empresas já atuantes no mercado nem sempre conseguem essas licenças devido a contratos de exclusividade.
O jogo inicia com suporte para 14 idiomas, inclusive localização para o português do Brasil, uma vantagem interessante. Eles prometem suporte via crossplay, permitindo que consoles e PC duelarem entre si, aumentando a imersão ao jogar contra amigos de outras plataformas. Também há modos de jogo como Ranked Competitive Mode, Showdown Mode, Playoffs Mode e o Seasonal Team Pass.
Requisitos para jogar o early access de UFL
Mas, para jogar, é necessário reservar — se for na versão de PC Windows — um mínimo de 32 GB de armazenamento, de preferência em SSD, como exibido na imagem abaixo. Para baixar, é necessário criar uma conta e adquirir algum dos pacotes do acesso antecipado, que, segundo eles, servem como ajuda no desenvolvimento.
REQUISITOS DE SISTEMA – PC
Mínimos
Recomendados
SO:
Windows 10 – 64 bits
Windows 10 – 64 bits
CPU:
Intel Core i7-6700 @ 3.40GHz
AMD Ryzen 7 2700X ou Intel Core i7-6700
RAM:
8 GB
12 GB
Placa de Vídeo:
AMD RX 570 ou NVIDIA GeForce GTX 1060
AMD Radeon RX 5600 XT ou NVIDIA GeForce GTX 1660
Memória de Vídeo:
4 GB
6 GB
Armazenamento:
40 GB SSD
40 GB SSD
Por fim, o acesso antecipado do UFL está disponível para PC Windows através do aplicativo oficial do jogo e, em breve, chegará também à plataforma Steam. Essa nova imersão do mundo virtual do futebol também desembarca no PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Aproveite esta temporada 2026 com o máximo possível de feedbacks aos seus desenvolvedores!
Ao longo da minha carreira, não só como jornalista da indústria dos games, mas também em eventos presenciais entrevistando autoridades, pude conhecer melhor a dinâmica dos licenciamentos. A personagem Bluey, uma cachorinha nativa da Austrália que se aventura ao lado de sua irmã mais nova, Bingo, e seus pais, trouxe uma nova repaginada para os pequenos. Criada por Joe Brumm, que possui colaborações em outros personagens também culturalmente conhecidos como Charlie e Lola — e o maior deles, Peppa Pig —, também atuou no cenário dos videogames. Sim, ele não é apenas um criador e roteirista, mas também ativamente um apaixonado por essa indústria que gera bilhões globalmente, e até trilhões se juntar tudo que envolve esse universo.
Apesar de escrever sobre jogos, nunca havia dado tamanha atenção para esta personagem que possui quase 2 bilhões de vídeos assistidos só na versão em português brasileiro, sem mencionar globalmente. Ela também é exibida nos streamings como o Disney Plus, com diversos episódios já disponíveis pela plataforma. Até que, quando o meu filho começou a crescer, acabei ganhando de um porta-voz da BBC Studios uma pelúcia da Bluey e dei para ele de presente. De imediato, ele pediu para assistir às animações da personagem.
Com episódios curtos, facilmente uma criança consegue maratonar. Costumo acompanhar todos os episódios para ver se são adequados para o meu filho. Sim, faço esse monitoramento e vou excluindo o que acredito fazer sentido ou não para ele. Penso que todos os pais deveriam fazer o mesmo. Todas as crianças devem ser protegidas e instruídas pelos seus responsáveis, se possível, ficar de ouvidos em alerta para cada diálogo que soe duvidoso.
Capa oficial do jogo
Dito isto, ele admirou a Bluey e como ela lida com as situações. Esse show é tecnicamente uma versão da Peppa Pig na Oceania, mas você percebe que cada um possui histórias distintas. Como vocês sabem, um longa-metragem de animação está sendo produzido para ser lançado em 2027 sob parceria entre a BBC Studios e a Walt Disney Pictures. Relançar com melhorias um novo jogo que é recente, de 2023, é mais vantajoso do que recriar do zero.
Ademais, na plataforma Steam para PC Windows, é um dos jogos infantis com melhor classificação positiva — vai por mim, isso é raro na indústria. Mas existe uma explicação para isso! Joe Brumm, que possui parceria de longa data com o estúdio Halfbrick no jogo para mobiles Dan The Man, sabe o quanto o público da comunidade de jogos é exigente — mesmo sendo considerado para o público infantil.
Quando observamos a gameplay do jogo clássico e também a remasterização, fica claro que o capricho nos personagens é como se estivéssemos assistindo a um episódio da própria animação da Bluey. Esse exibe uma qualidade maior quando mencionamos jogos voltados para o público que pensa em admirar os personagens e se sentir mais próximos deles. Os responsáveis pelo desenvolvimento são os estúdios Artax Games e Casual Brothers, com publicação da Outright. Se é um leitor recorrente, sabe o quanto sou um crítico da publicadora do jogo. Mas, neste caso, foi um acerto na qualidade dos personagens e até nos quebra-cabeças, que são interessantes e conseguem prender os pequenos no jogo.
Bluey: The Videogame Remastered Edition adicionou novos personagens jogáveis, como Muffin e o Tio Stripe, e colecionáveis extras, bem como imagens para serem adicionadas ao livrinho do jogo, além de novas recompensas e outros ajustes finos. Adicionou também missões para maior imersão com demais parentes da Bluey, como Grandad, Aunt Trixie e Nana. Outra coisa que faz esse jogo especial são suas atualizações — não deixando o público, que por ventura enfrente algum problema de bugs ou lentidão, desistir de jogar. Essa grande adição que trouxe o remaster foi mensurada sem quaisquer custos ao usuário que já possuía o jogo.
Por que Bluey: The Videogame foi remasterizado? 6Por que Bluey: The Videogame foi remasterizado? 7Por que Bluey: The Videogame foi remasterizado? 8
A estratégia é interessante que incorpora a personagem que vem crescendo em diversas mídias, como nos produtos licenciados, e mantendo seu nome também na indústria dos games. Com parcerias com a Ubisoft no jogo Just Dance 2026 Edition, ao qual há uma review em nosso site. Publiquei sobre o Fruit Ninja Classic, que fez um cenário temático inspirado nessa Blue Heeler. A Ludo Studio anunciou outro jogo em desenvolvimento: Bluey’s Quest for the Gold Pen, com desenvolvimento da Halfbrick Studios.
Concluindo o pensamento que o aumento da popularidade da personagem em outras mídias como licenciamentos e o anúncio de uma animação para os cinemas, vale o investimento. Considerando que sua audiência é rotativa e que todos os anos novos públicos conhecem essa turminha, desenvolver tramas interessantes é uma fórmula para o sucesso.
Por fim, o jogo Bluey: The Videogame Remastered Edition está disponível para consoles PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows via Steam. Além de possuir localização em português do Brasil e modo cooperativo com mais de um jogador, tanto localmente quanto com remote play no Steam.
A Warner Bros. vai chegar à CCXP25 sem economizar em universos. A gigante do entretenimento confirmou presença no evento, que acontece de 4 a 7 de dezembro, no São Paulo Expo. A empresa exibirá um estande que mais parece um parque temático pop — com espaço para heróis, monstros e até pesadelos.
No mesmo lugar, o público vai encontrar três frentes distintas, mas igualmente pesadas no imaginário geek: Supergirl, da DC Studios, Mortal Kombat II, da New Line Cinema, e A Noiva!, da Warner Bros. Pictures. É uma mistura de superpoder, sangue digital e horror retrô — bem no espírito da Comic Con Experience, que vive de contrastes entre o blockbuster e o cult.
Apesar da gigante do entretenimento não ter divulgado presença de atores, provavelmente, devem anunciar alguns convidados especiais.
O voo da Supergirl
Se você acompanha nosso site ou nossas redes sociais, como o Instagram, provavelmente viu o vídeo da entrevista com Igor Reis, Diretor de Marketing, Retail & Experiences da Warner Bros. Discovery. Na ocasião, ele comentou sobre a Supergirl — sem revelar spoilers, mas deixando no ar que ela teria participação no evento. Agora, essa confirmação chegou. A aposta da DC para 2026 é dar novo fôlego ao universo de heróis com Supergirl. Depois de anos orbitando a sombra do primo famoso, a personagem deve finalmente ter um filme solo que tenta equilibrar ação e melancolia. Na CCXP, os fãs poderão entrar nesse “voo” — literalmente, com ativações que prometem colocar o público dentro do mundo kryptoniano.
Sangue pixelado
Já Mortal Kombat II deve falar direto com o público gamer. O primeiro filme dividiu opiniões, mas manteve viva a nostalgia dos fliperamas. Agora, a sequência chega com a missão de acertar o “fatality” que faltou da última vez. A New Line leva para o evento uma experiência interativa, misturando efeitos práticos e cenografia que simula o ringue sangrento do game.
Frankenstein de volta ao altar
Entre heróis e guerreiros, A Noiva! promete ser o ponto de respiro — ou de susto — do estande. A nova produção revisita o mito da parceira de Frankenstein com um olhar mais autoral, tentando dar voz à criatura esquecida. A Warner aposta em um terror mais emocional, distante do susto gratuito e mais próximo de uma reflexão sobre identidade e criação.
Medo em série: “IT – Bem-vindos a Derry”
A HBO Max chega com o pé no terror. IT: Bem-vindos a Derry, série que antecede os filmes It – A Coisa, vai ganhar um espaço próprio no evento — uma imersão que vai testar a coragem do público. A atração reconstrói a atmosfera da cidade amaldiçoada e, segundo o estúdio, vai provocar calafrios até nos mais céticos. Andy Muschietti e Barbara Muschietti, os mesmos dos filmes, assinam o projeto junto de Jason Fuchs.
(Reprodução)
A loja e o ritual
Como tradição, a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products volta com sua loja oficial, ponto obrigatório para quem quer sair com mais uma sacola e menos dinheiro. De camisetas a action figures, o espaço reúne produtos das principais franquias do estúdio — e costuma ser uma das áreas mais disputadas da feira.
Com essa escalação, a Warner prova o que a CCXP tem de mais interessante: o encontro entre gerações e apaixonados pela cultura popular. Entre o susto de Derry, o grito de “Finish Him!” e o voo de Supergirl, o estande deve funcionar como um recorte perfeito da indústria atual — onde o medo, o heroísmo e o fan service convivem sob o mesmo logo. Além do universo dos games para juntar todos os fãs.
Para maiores informações ingressos, acesse o site oficial do evento.
A Netflix, sabendo do sucesso da sua série que exibe o esforço físico de diversos atletas residentes na Coreia do Sul, resolveu expandir e trouxe A Batalha dos 100: Ásia. Esse spin-off reúne participantes que se destacaram nas duas primeiras temporadas de A Batalha dos 100, além de outros participantes de países como Coreia do Sul, Japão, Tailândia, Mongólia, Turquia, Indonésia, Austrália e Filipinas. Fique ciente de que, no Brasil, o nome permanece como conhecemos, apenas adicionando o termo “Ásia”. No original, como há somente 48 participantes, ficou como “Physical: Asia“.
Os países foram selecionados por suas histórias esportivas e características distintas, segundo a Netflix, e alguns deles já estão demonstrando domínio. É quase uma Olimpíada de fitness asiática. Rostos que vocês devem conhecer são Yun Sung-bin, Jang Eun-sil, da primeira temporada, também Kim Dong-hyun e Amotti, este campeão da segunda temporada; os estreantes Kim Min-jae e Choin Seung-yeon compõem o time da Coreia do Sul.
A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 14
Embora as outras equipes estejam igualmente preparadas, como foi o caso da Austrália, que possui em sua equipe o lutador peso-médio do UFC, Robert “The Reaper” Whittaker, bastante conhecido no Brasil pelos fãs de MMA. Outro competidor que causa arrepios é o boxeador filipino Manny Pacquiao, o único campeão mundial em oito divisões diferentes na história. Outro destaque é Superbon Singha Mawynn, lutador de Muay Thai com mais de 150 vitórias na carreira. O Japão veio preparado, assim como os turcos e outros países. O evento possui um total de 12 episódios, liberados semanalmente.
Como em toda temporada deste reality show, o primeiro episódio é utilizado para apresentar cada participante. Os competidores das nações participantes que conquistarem as provas conseguem vantagens para, depois, selecionar quem pretendem escolher como adversários. O que é realmente uma vantagem ou não depende se os capitães ou o grupo conseguem selecionar estrategicamente.
O que está em jogo no cenário de A Batalha dos 100: Ásia?
Além do orgulho nacional, a equipe vencedora levará para casa um prêmio em dinheiro de 1 bilhão de won coreanos (US$ 700.000), aumentando consideravelmente a premiação em relação aos 300 milhões de won coreanos das primeira e segunda temporadas de Physical: 100.
Logo na primeira rodada, Japão, Austrália, Turquia e Coreia do Sul tiveram vantagens ao conseguirem suas posições dentro do círculo. Isso lhes deu a vantagem de escolher quem iriam enfrentar entre as demais nações que perderam. Dois países foram eliminados na primeira fase. A vida parecia fácil para os australianos, mas os competidores da Turquia resolveram encará-los de frente. Japão e Coreia do Sul foram os próximos que se enfrentaram. Assim, os dois primeiros episódios exibem esses embates tensos — um erro é o fim da linha para qualquer lado.
Depois, percebemos que o que deveria ser um combate para ver quem permaneceria dentro da plataforma circular envolta de areia estava dando espaço para egos inflados. A disputa estava se estendendo para lutas pessoais, mais do que uma batalha para manter o maior número de oponentes fora da plataforma. Para a Coreia do Sul, criadora do projeto, a situação estava tensa, considerando que outros competidores possuíam vigor físico superior ao deles, principalmente Turquia e Austrália. Falando nos turcos, eles acabaram surpreendendo nesse reality show.
Em seguida, o foco mudou para um cenário de naufrágio. Quando falamos em água, os australianos sabem bem como funciona. Mas será que este cenário daria vantagem a eles? O episódio três mostra que é necessário agilidade, força e vigor para conseguir superar os desafios da prova. Como mencionei ao falar dos australianos, eles conseguiram superar os japoneses na prova. Enquanto isso, na mesma prova, os sul-coreanos conseguiram superar os tailandeses, mantendo-se vivos na competição. Nessa altura do campeonato, os criadores do projeto estavam apenas como terceira força, já que Turquia e Austrália estavam em vantagem.
Imagem reprodução(Divulgação)
Mesmo que haja alguma repescagem nos “Rematch”, isso acaba cansando os competidores, dando maior vantagem aos atletas mais descansados. Mas, se você já assistiu a outras temporadas de A Batalha dos 100, sabe que superação é o que rege esse reality show, com histórias de resistência inacreditáveis.
Uma das coisas que chamam atenção nesta versão Ásia é que, como há outros países com corpos e biotipos diferentes, todos tiveram que criar estratégias nunca vistas antes no original. Não se tratava mais de quem era o mais rápido ou mais resistente, mas de quem conseguia neutralizar os competidores das outras equipes que tinham maiores chances de vencer. Assim, abria-se espaço para os demais do grupo conseguirem completar as disputas quando todos os integrantes se enfrentavam. Algumas disputas particulares e rivalidades começaram a se formar. Os coreanos estavam ansiosos para enfrentar os japoneses, e até os indonésios criaram uma rivalidade contra um lutador específico do Japão devido a um incidente interno.
A Indonésia tinha a bola na mão, mas um erro de estratégia fez com que perdessem uma prova direta contra o Japão. Era difícil, mas um detalhe que parecia impossível aconteceu — recomendo ficarem atentos no quinto episódio.
Nessa altura do campeonato, dois países tiveram seus integrantes eliminados: Tailândia e Indonésia, restando Coreia do Sul, Turquia, Austrália, Japão, Filipinas e Mongólia. O boxeador filipino Manny Pacquiao acabou saindo do programa por motivos particulares, retornando ao seu país. Ele foi substituído por outro competidor do mesmo país, o que foi um duro golpe para a equipe, que ficou mais fragilizada com essa perda. Agora, com apenas seis países vivos na competição, os próximos confrontos não são mais por escolha dos vencedores, mas por sorteio — como tirar nos palitinhos as próximas disputas.
A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 15
Chegamos à metade da temporada, e o sexto episódio, intitulado “Muro Intransponível”, coloca os jogadores em suspensão prolongada — um verdadeiro teste de resistência. Nessa prova, vimos que os coreanos, como Amotti, último campeão da série original, mostraram grande resistência e superaram os limites do próprio corpo.
Coreanos estão próximos da eliminação no reality show?
Agora, qualquer erro pode significar o retorno mais cedo para casa, sem colocar o nome do seu país no lugar mais alto do pódio. Se os coreanos forem eliminados, pode ser uma desonra para o país que iniciou essa caminhada e ampliou o incentivo ao esporte e também a este reality show.
O grupo formado por Turquia, Coreia do Sul e Filipinas, e outro por Austrália, Japão e Mongólia, desenha um destino em que podem se cruzar apenas na fase final. Já ficou claro que as provas foram criadas para beneficiar cada tipo de físico: há as que exigem agilidade, força, vigor e destreza. Ou seja, a força nem sempre será sinônimo de vitória entre os participantes, criando esperança para os países que, porventura, não tenham o mesmo porte físico de alguns competidores.
As coisas não estavam nada bem para os sul-coreanos até aqui, que não conseguiram repetir a mesma performance que tiveram nas provas de resistência. Será que eles vão conseguir reverter essa situação? Saberemos nos próximos episódios que forem ao ar na plataforma de streaming da Netflix.
Acompanhe o nosso site para futuras prévias de A Batalha dos 100: Ásia e descubra qual deve ser o grande país vencedor deste reality show fitness que traz superação, resistência e perseverança. Os episódios desta primeira temporada são lançados semanalmente, todas as terças-feiras, na plataforma da Netflix e, o último vai ao ar em 18 de novembro de 2025.
O site oficial do anime Tougen Anki divulgou o resumo da história e as primeiras imagens promocionais do episódio 17. Neste capítulo, Naito Mudano é desafiado para um duelo pelo combativo Ousuke, que se revela completamente obcecado por batalhas. Com suas habilidades marciais excepcionais e o Blood Eclipse Release, Mudano consegue se defender habilmente da foice de corrente extensível de Ousuke.
Em vez de recuar, Ousuke se empolga ainda mais com a força do adversário e avança de maneira imprudente, abandonando toda a defesa. Paralelamente, Jin Kougasaki, que havia salvado uma jovem anteriormente, descobre que ela agora foi feita refém. Ele, junto com Shiki Ichinose e Naito Mudano, corre para o hospital na tentativa de resgatá-la.
No entanto, Naito sente uma ameaça iminente e se afasta do grupo, deixando Jin e Shiki sozinhos na missão. Ao chegarem, eles encontram o hospital completamente tomado por chamas misteriosas, elevando o suspense e o perigo para um novo nível.
O episódio 17 promete combates intensos, revelações chocantes e um clima de mistério, mantendo os fãs ansiosos pelo desfecho da situação.
O episódio 17 de Tougen Anki estreia no próximo sexta-feira, dia 07 de novembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 07 de novembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além do anime desta publicação, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
Chase não é o típico herói que vence o vilão e desaparece no pôr do sol. Ele é o homem que salvou o dia — e pagou caro por isso. Cada vez que usava sua velocidade sobre-humana, anos da própria vida se esvaiam. Aos 39 anos, já parecia um idoso. Um corpo destruído por escolhas que sempre colocaram os outros em primeiro lugar.
O episódio 6 entregou um dos momentos mais marcantes da série: Chase usando sua velocidade pela última vez para salvar a Invisiva durante o caos da festa da RES. Mesmo depois de uma briga amarga entre os dois, ele não hesita. Corre. Salva. Cai. A tela escurece. O público fica sem respostas — seria aquele o seu último ato heroico? Estava nítido que o personagem teria um papel mais profundo nesses episódios 5 e o 6 provaram sua relevância. Fique ciente que alguns acontecimentos podem ser alterados mediante suas escolhas no jogo.
Um passado que não cicatriza
Chase carrega mais do que cicatrizes físicas. Ele lutou ao lado do pai de Robert na lendária Brigada Bravia, um grupo que desmoronou após a traição de Elliot Connors, o Mortalha (Shroud). O vilão matou o melhor amigo e destruiu tudo o que o herói acreditava.
(Divulgação)
Anos depois, quando Robert surge na RES — sem o manto do Mecha Man —, Chase vê um reflexo distorcido do passado: um jovem tentando carregar um legado morto em um mundo que não perdoa. A relação entre os dois é o coração da trama. Chase não é o mentor inspirador; é o homem direto, às vezes ríspido, que coloca ordem com um olhar. Foi ele quem impôs respeito quando a Equipe-Z desafiou Robert logo no primeiro dia.
O herói imperfeito que o público quer ver
Ao contrário dos velocistas clássicos dos quadrinhos, Chase vive com um limite biológico. Cada vez que corre, ele envelhece. Não há criptonita nem trauma emocional — apenas o corpo cobrando o preço do heroísmo.
Ciente disso, ele abandonou o uniforme e se escondeu atrás de uma mesa burocrática na SDN (RES), em Torrance. Ao observar a Equipe-Z — um grupo de ex-presidiários tentando reescrever a própria história —, vê o reflexo do idealista que foi um dia.
Chase: o herói que envelheceu para salvar o mundo em Dispatch 24Chase: o herói que envelheceu para salvar o mundo em Dispatch 25
Sendo o tipo de protagonista que funciona porque é imperfeito. Direto, cético, mas ainda guiado por um senso inabalável de dever. Ele acredita que cada um é responsável pelas próprias escolhas — inclusive as que destroem. Ainda assim, quando o perigo surge, é o primeiro a se sacrificar.
Com o final em aberto do episódio 6, o mistério segue: Chase sobreviveu? Se sim, quantos anos tem agora? 90? 100? Quanto tempo ainda lhe resta?
O spin-off que escreve o passado de Chase
Um derivado centrado em Chase teria terreno fértil. Mostraria seus dias de glória como o Track Star, o herói veloz e idealista que integrava a Brigada Bravia. O enredo resgataria as missões impossíveis do grupo, a camaradagem e, aos poucos, a infiltração do veneno que culminaria na traição de Connors — o Mortalha — e na morte do pai de Robert.
A caçada final
O spin-off poderia seguir seus passos após o colapso da Brigada. Envelhecido, mas ainda movido pela necessidade de justiça, ele parte em busca de Connors. Cada uso da velocidade é uma sentença: mais alguns anos perdidos, mais perto do fim. É uma corrida contra o tempo — literal, psicológica e física.
(Reprodução)
Enquanto o Mortalha segue um passo à frente, Chase envelhece diante dos nossos olhos. Talvez, já sem forças, tenha pedido a Luminar (Blaze Blonde) que recrutasse Robert para concluir o que ele começou. Ou, quem sabe, busca uma forma de deter o envelhecimento e ganhar tempo suficiente para encerrar sua última missão.
Enfim, se você também ficou curioso para saber mais sobre a história desse herói — o melhor amigo do pai do nosso Mecha Man — talvez valha manifestar esse interesse à AdHoc Studio. O pedido pode surtir efeito: o jogo já ultrapassou 1 milhão de cópias vendidase quebrou recordes de vendas e acessos na Steam com o lançamento dos episódios 5 e 6.
(Divulgação)
Dispatch já coleciona elogios, vendas expressivas e personagens que conquistaram espaço na indústria dos games. O título está disponível para PlayStation 5 e PC (via Steam), com oito episódios na primeira temporada.
E quem sabe, em breve, a AdHoc não atenda aos fãs com um spin-off mostrando a jornada completa de Chase — o herói que envelheceu salvando o mundo, mas cuja história ainda corre contra o tempo.
A cantora Ana Castela será a grande atração do Wet’n Wild no próximo domingo, 9 de novembro de 2025, em um megaencontro com o público. Os visitantes de um dos maiores parques aquáticos da América Latina receberão uma das principais artistas do cenário nacional, que retorna ao espaço após bater recordes de público na edição anterior.
O evento marca um momento de consolidação e expansão na carreira da cantora, que neste ano ultrapassou fronteiras entre música, TV e grandes festivais. Ana foi anunciada como a voz do tema de abertura da nova novela das 19h da Globo, Coração Acelerado (estreia em 2026), e também fará uma participação como atriz, ampliando sua presença na teledramaturgia.
Na música, seu álbum Let’s Go Rodeo superou 115 milhões de streams e a colocou entre os 15 primeiros da Billboard Brasil Hot 100, além de render uma nova indicação ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja — após a vitória em 2024 com Boiadeira Internacional.
Entre as apresentações de destaque, Ana foi embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos, onde gravou o DVD Herança Boiadeira – Rodeio. Também ganhou projeção internacional ao cantar o Hino Nacional na abertura do jogo da NFL em São Paulo (Chargers x Chiefs), com transmissão mundial.
Ana Castela volta ao palco do Wet’n Wild com show especial no próximo domingo 27
No show do Wet’n Wild, a artista promete os sucessos do novo álbum, como “Tropa do Chapelão”, “Olha Onde Eu Tô” e “As Cowgirl”, além de colaborações recentes com nomes como Matheus & Kauan, Hugo & Guilherme e Zé Felipe.
O evento faz parte da celebração dos 27 anos do Wet’n Wild, que exibe sua gestão voltada à inovação e sustentabilidade, com novos investimentos e ampliação da equipe.
Mais informações e ingressos para o show de Ana Castela estão disponíveis no site oficial do evento.
O sucesso de Dispatch continua crescendo. Após o lançamento dos novos episódios 5 e 6, o jogo registrou um pico de 131 mil jogadores simultâneos na Steam — o dobro do recorde anterior, que era de cerca de 66 mil usuários. O feito foi alcançado em menos de duas horas após a liberação dos novos capítulos.
O número expressivo exibe o impacto do título desenvolvido pela AdHoc Studio, que também acumula uma base de jogadores no PlayStation 5, onde o desempenho não é contabilizado pela Steam. A trama narrativa com estilo cinematográfica e opções de alternar a história segue conquistando novos fãs a cada semana. Vocês podem continuar acompanhando esta saga também nas análises publicadas no MeUGamer, trazendo cada detalhe dos episódios disponibilizados semanalmente.
Essa aventura se encerra em 12 de novembro de 2025, desejamos que o estúdio anuncie um novo capítulo para esta Dispatch. Robert Robertson e toda sua equipe-Z merecem novos rumos e expansão.
Uma semana parece um século para os jogadores que estão acompanhando os episódios semanais do jogo Dispatch. Desta vez, mais dois episódios estão disponíveis: o 5 e o 6 — os penúltimos do primeiro capítulo, que terá um total de oito episódios. O jogo já está marcando um novo momento na indústria dos games.
Muitos dizem que os filmes de super-heróis estão saturados, mas os desenvolvedores da AdHoc Studio estão provando o contrário com o sucesso do jogo. O título recentemente ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias digitais vendidas entre o PlayStation 5 e o PC (via Steam). Agora, a situação está esquentando em Torrance, na Califórnia — e não daquele jeito divertido do aquecimento global. Robert Robertson está pronto para seu próximo turno, e tudo pode acontecer na RES ao comandar sua equipe-z de heróis.
Será que Mandy, o alter ego da Luminar, que revelou seu nome verdadeiro, está prestes a declarar seu coração ao nosso Mecha Man? Ou estaria armando algo tenebroso por trás daquele rosto angelical? Enquanto isso, Invasiva continua refletindo sobre seus sentimentos e se deve ou não seguir com seus objetivos.
Nome dos episódios lançados em 5 de novembro
Episódio 5: Entrosamento
Episódio 6: Movimentação
(Divulgação)(Reprodução)
A desenvolvedora publicou um teaser trailer desses dois novos episódios para atiçar a curiosidade dos fãs. Você pode assistir ao vídeo no início desta publicação. O cronograma completo com a lista de todos os episódios de Dispatch você encontra aqui.
Por fim, Dispatch, que está chegando à sua reta final, está disponível para PS5 (via PS Store) e para PC (via Steam).
Esta semana havia mencionado a chegada da célebre lutadora Chun-Li, de Street Fighter, ao Fatal Fury: City of the Wolves. Finalmente, ela está entre nós — ou melhor, para quem possui o icônico jogo da franquia Fatal Fury. Para provocar os fãs, seus desenvolvedores adicionaram no trailer de lançamento da quarta adição do Season Pass 1 um embate entre esta mestra, com sua técnica milenar, e a Mai Shiranui.
A personagem utiliza seu icônico traje, porém já inspirado em Street Fighter 6, um grande sucesso de crítica da Capcom. O crossover aproxima duas franquias lendárias que possuem uma legião de fãs globalmente. O traje clássico também está presente, revelado no trailer — deixando quem assistiu ouriçado, já que podemos considerar este o oficial e, na minha opinião, combina mais.
Esse vídeo pode ser assistido no início desta publicação, para melhor imersão e instigar a vontade de jogar. Outro personagem de Street Fighter que está disponível nessa parceria entre as duas empresas é Ken Masters. Inclusive, ele aparece também em um duelo no qual a lutadora apresenta seu repertório de combos.
Se gosta de jogos de luta, agora há uma opção para jogar City of the Wolves. Como expliquei na publicação anterior, por existir atualmente apenas uma versão do título, o passe de temporada já está agregado ao jogo base, com oportunidade de todos os jogadores utilizarem esses novos personagens.
(Divulgação)(Reprodução)
Por fim, Fatal Fury: CotW está disponível desde 24 de abril de 2025 para PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S e PC Windows via Steam e Epic Games Store.
A Strikerz anunciou o acesso antecipado de UFL para PC Windows nesta sexta-feira, 7 de novembro de 2025. Os jogadores que obtiverem acesso vão poder jogar e adentrar nessa nova imersão, que chega com a proposta de ganhar espaço contra títulos gigantes do mercado, como FC Sports e eFootball. Essas duas franquias estão no mercado há décadas, mas vêm encontrando resistência por parte de seus fãs devido à pouca evolução.
Agora é a oportunidade do jogo do Cristiano Ronaldo conseguir atrair esses usuários. Desde que iniciaram seus testes alpha e beta, seja no Xbox, PlayStation 5 ou PC, a empresa confirmou que mais de 5 milhões de usuários testaram o jogo globalmente. Muitos feedbacks foram adicionados para entregar um polimento satisfatório quando o jogo for publicado oficialmente nos consoles e no PC. Por isso, o acesso antecipado é excelente para mensurar o que deve ser incluso no roadmap de desenvolvimento como prioridade.
Mesmo com uma proposta gratuita, para aproveitar o acesso antecipado eles disponibilizaram aquisições de pacotes de fundadores. É uma espécie de ajuda, em que, em troca, os usuários ganham pontos de crédito para utilizar no jogo, jogadores lendários, contratos e itens — todos com utilização dentro do jogo. Quando menciono que o jogo é do craque de bola CR7, é porque ele investiu do próprio bolso, acreditando no desempenho e na popularidade que essa franquia poderá alcançar futuramente. São apostas que pessoas visionárias fazem e, quando dão certo, o retorno é satisfatório.
(Divlgação)
À medida que a franquia vai se expandindo, a equipe de licenciamento busca explorar direitos de imagem dos atletas reais para que apareçam em seus clubes e seleções sem ter nomes genéricos. Isso não é um trabalho fácil, visto que outras empresas já atuantes no mercado nem sempre conseguem essas licenças devido a contratos de exclusividade.
O jogo inicia com suporte para 14 idiomas, inclusive localização para o português do Brasil, uma vantagem interessante. Eles prometem suporte via crossplay, permitindo que consoles e PC duelarem entre si, aumentando a imersão ao jogar contra amigos de outras plataformas. Também há modos de jogo como Ranked Competitive Mode, Showdown Mode, Playoffs Mode e o Seasonal Team Pass.
Requisitos para jogar o early access de UFL
Mas, para jogar, é necessário reservar — se for na versão de PC Windows — um mínimo de 32 GB de armazenamento, de preferência em SSD, como exibido na imagem abaixo. Para baixar, é necessário criar uma conta e adquirir algum dos pacotes do acesso antecipado, que, segundo eles, servem como ajuda no desenvolvimento.
REQUISITOS DE SISTEMA – PC
Mínimos
Recomendados
SO:
Windows 10 – 64 bits
Windows 10 – 64 bits
CPU:
Intel Core i7-6700 @ 3.40GHz
AMD Ryzen 7 2700X ou Intel Core i7-6700
RAM:
8 GB
12 GB
Placa de Vídeo:
AMD RX 570 ou NVIDIA GeForce GTX 1060
AMD Radeon RX 5600 XT ou NVIDIA GeForce GTX 1660
Memória de Vídeo:
4 GB
6 GB
Armazenamento:
40 GB SSD
40 GB SSD
Por fim, o acesso antecipado do UFL está disponível para PC Windows através do aplicativo oficial do jogo e, em breve, chegará também à plataforma Steam. Essa nova imersão do mundo virtual do futebol também desembarca no PlayStation 5 e Xbox Series X|S. Aproveite esta temporada 2026 com o máximo possível de feedbacks aos seus desenvolvedores!
Ao longo da minha carreira, não só como jornalista da indústria dos games, mas também em eventos presenciais entrevistando autoridades, pude conhecer melhor a dinâmica dos licenciamentos. A personagem Bluey, uma cachorinha nativa da Austrália que se aventura ao lado de sua irmã mais nova, Bingo, e seus pais, trouxe uma nova repaginada para os pequenos. Criada por Joe Brumm, que possui colaborações em outros personagens também culturalmente conhecidos como Charlie e Lola — e o maior deles, Peppa Pig —, também atuou no cenário dos videogames. Sim, ele não é apenas um criador e roteirista, mas também ativamente um apaixonado por essa indústria que gera bilhões globalmente, e até trilhões se juntar tudo que envolve esse universo.
Apesar de escrever sobre jogos, nunca havia dado tamanha atenção para esta personagem que possui quase 2 bilhões de vídeos assistidos só na versão em português brasileiro, sem mencionar globalmente. Ela também é exibida nos streamings como o Disney Plus, com diversos episódios já disponíveis pela plataforma. Até que, quando o meu filho começou a crescer, acabei ganhando de um porta-voz da BBC Studios uma pelúcia da Bluey e dei para ele de presente. De imediato, ele pediu para assistir às animações da personagem.
Com episódios curtos, facilmente uma criança consegue maratonar. Costumo acompanhar todos os episódios para ver se são adequados para o meu filho. Sim, faço esse monitoramento e vou excluindo o que acredito fazer sentido ou não para ele. Penso que todos os pais deveriam fazer o mesmo. Todas as crianças devem ser protegidas e instruídas pelos seus responsáveis, se possível, ficar de ouvidos em alerta para cada diálogo que soe duvidoso.
Capa oficial do jogo
Dito isto, ele admirou a Bluey e como ela lida com as situações. Esse show é tecnicamente uma versão da Peppa Pig na Oceania, mas você percebe que cada um possui histórias distintas. Como vocês sabem, um longa-metragem de animação está sendo produzido para ser lançado em 2027 sob parceria entre a BBC Studios e a Walt Disney Pictures. Relançar com melhorias um novo jogo que é recente, de 2023, é mais vantajoso do que recriar do zero.
Ademais, na plataforma Steam para PC Windows, é um dos jogos infantis com melhor classificação positiva — vai por mim, isso é raro na indústria. Mas existe uma explicação para isso! Joe Brumm, que possui parceria de longa data com o estúdio Halfbrick no jogo para mobiles Dan The Man, sabe o quanto o público da comunidade de jogos é exigente — mesmo sendo considerado para o público infantil.
Quando observamos a gameplay do jogo clássico e também a remasterização, fica claro que o capricho nos personagens é como se estivéssemos assistindo a um episódio da própria animação da Bluey. Esse exibe uma qualidade maior quando mencionamos jogos voltados para o público que pensa em admirar os personagens e se sentir mais próximos deles. Os responsáveis pelo desenvolvimento são os estúdios Artax Games e Casual Brothers, com publicação da Outright. Se é um leitor recorrente, sabe o quanto sou um crítico da publicadora do jogo. Mas, neste caso, foi um acerto na qualidade dos personagens e até nos quebra-cabeças, que são interessantes e conseguem prender os pequenos no jogo.
Bluey: The Videogame Remastered Edition adicionou novos personagens jogáveis, como Muffin e o Tio Stripe, e colecionáveis extras, bem como imagens para serem adicionadas ao livrinho do jogo, além de novas recompensas e outros ajustes finos. Adicionou também missões para maior imersão com demais parentes da Bluey, como Grandad, Aunt Trixie e Nana. Outra coisa que faz esse jogo especial são suas atualizações — não deixando o público, que por ventura enfrente algum problema de bugs ou lentidão, desistir de jogar. Essa grande adição que trouxe o remaster foi mensurada sem quaisquer custos ao usuário que já possuía o jogo.
Por que Bluey: The Videogame foi remasterizado? 39Por que Bluey: The Videogame foi remasterizado? 40Por que Bluey: The Videogame foi remasterizado? 41
A estratégia é interessante que incorpora a personagem que vem crescendo em diversas mídias, como nos produtos licenciados, e mantendo seu nome também na indústria dos games. Com parcerias com a Ubisoft no jogo Just Dance 2026 Edition, ao qual há uma review em nosso site. Publiquei sobre o Fruit Ninja Classic, que fez um cenário temático inspirado nessa Blue Heeler. A Ludo Studio anunciou outro jogo em desenvolvimento: Bluey’s Quest for the Gold Pen, com desenvolvimento da Halfbrick Studios.
Concluindo o pensamento que o aumento da popularidade da personagem em outras mídias como licenciamentos e o anúncio de uma animação para os cinemas, vale o investimento. Considerando que sua audiência é rotativa e que todos os anos novos públicos conhecem essa turminha, desenvolver tramas interessantes é uma fórmula para o sucesso.
Por fim, o jogo Bluey: The Videogame Remastered Edition está disponível para consoles PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows via Steam. Além de possuir localização em português do Brasil e modo cooperativo com mais de um jogador, tanto localmente quanto com remote play no Steam.
A Warner Bros. vai chegar à CCXP25 sem economizar em universos. A gigante do entretenimento confirmou presença no evento, que acontece de 4 a 7 de dezembro, no São Paulo Expo. A empresa exibirá um estande que mais parece um parque temático pop — com espaço para heróis, monstros e até pesadelos.
No mesmo lugar, o público vai encontrar três frentes distintas, mas igualmente pesadas no imaginário geek: Supergirl, da DC Studios, Mortal Kombat II, da New Line Cinema, e A Noiva!, da Warner Bros. Pictures. É uma mistura de superpoder, sangue digital e horror retrô — bem no espírito da Comic Con Experience, que vive de contrastes entre o blockbuster e o cult.
Apesar da gigante do entretenimento não ter divulgado presença de atores, provavelmente, devem anunciar alguns convidados especiais.
O voo da Supergirl
Se você acompanha nosso site ou nossas redes sociais, como o Instagram, provavelmente viu o vídeo da entrevista com Igor Reis, Diretor de Marketing, Retail & Experiences da Warner Bros. Discovery. Na ocasião, ele comentou sobre a Supergirl — sem revelar spoilers, mas deixando no ar que ela teria participação no evento. Agora, essa confirmação chegou. A aposta da DC para 2026 é dar novo fôlego ao universo de heróis com Supergirl. Depois de anos orbitando a sombra do primo famoso, a personagem deve finalmente ter um filme solo que tenta equilibrar ação e melancolia. Na CCXP, os fãs poderão entrar nesse “voo” — literalmente, com ativações que prometem colocar o público dentro do mundo kryptoniano.
Sangue pixelado
Já Mortal Kombat II deve falar direto com o público gamer. O primeiro filme dividiu opiniões, mas manteve viva a nostalgia dos fliperamas. Agora, a sequência chega com a missão de acertar o “fatality” que faltou da última vez. A New Line leva para o evento uma experiência interativa, misturando efeitos práticos e cenografia que simula o ringue sangrento do game.
Frankenstein de volta ao altar
Entre heróis e guerreiros, A Noiva! promete ser o ponto de respiro — ou de susto — do estande. A nova produção revisita o mito da parceira de Frankenstein com um olhar mais autoral, tentando dar voz à criatura esquecida. A Warner aposta em um terror mais emocional, distante do susto gratuito e mais próximo de uma reflexão sobre identidade e criação.
Medo em série: “IT – Bem-vindos a Derry”
A HBO Max chega com o pé no terror. IT: Bem-vindos a Derry, série que antecede os filmes It – A Coisa, vai ganhar um espaço próprio no evento — uma imersão que vai testar a coragem do público. A atração reconstrói a atmosfera da cidade amaldiçoada e, segundo o estúdio, vai provocar calafrios até nos mais céticos. Andy Muschietti e Barbara Muschietti, os mesmos dos filmes, assinam o projeto junto de Jason Fuchs.
(Reprodução)
A loja e o ritual
Como tradição, a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products volta com sua loja oficial, ponto obrigatório para quem quer sair com mais uma sacola e menos dinheiro. De camisetas a action figures, o espaço reúne produtos das principais franquias do estúdio — e costuma ser uma das áreas mais disputadas da feira.
Com essa escalação, a Warner prova o que a CCXP tem de mais interessante: o encontro entre gerações e apaixonados pela cultura popular. Entre o susto de Derry, o grito de “Finish Him!” e o voo de Supergirl, o estande deve funcionar como um recorte perfeito da indústria atual — onde o medo, o heroísmo e o fan service convivem sob o mesmo logo. Além do universo dos games para juntar todos os fãs.
Para maiores informações ingressos, acesse o site oficial do evento.
A Netflix, sabendo do sucesso da sua série que exibe o esforço físico de diversos atletas residentes na Coreia do Sul, resolveu expandir e trouxe A Batalha dos 100: Ásia. Esse spin-off reúne participantes que se destacaram nas duas primeiras temporadas de A Batalha dos 100, além de outros participantes de países como Coreia do Sul, Japão, Tailândia, Mongólia, Turquia, Indonésia, Austrália e Filipinas. Fique ciente de que, no Brasil, o nome permanece como conhecemos, apenas adicionando o termo “Ásia”. No original, como há somente 48 participantes, ficou como “Physical: Asia“.
Os países foram selecionados por suas histórias esportivas e características distintas, segundo a Netflix, e alguns deles já estão demonstrando domínio. É quase uma Olimpíada de fitness asiática. Rostos que vocês devem conhecer são Yun Sung-bin, Jang Eun-sil, da primeira temporada, também Kim Dong-hyun e Amotti, este campeão da segunda temporada; os estreantes Kim Min-jae e Choin Seung-yeon compõem o time da Coreia do Sul.
A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 47
Embora as outras equipes estejam igualmente preparadas, como foi o caso da Austrália, que possui em sua equipe o lutador peso-médio do UFC, Robert “The Reaper” Whittaker, bastante conhecido no Brasil pelos fãs de MMA. Outro competidor que causa arrepios é o boxeador filipino Manny Pacquiao, o único campeão mundial em oito divisões diferentes na história. Outro destaque é Superbon Singha Mawynn, lutador de Muay Thai com mais de 150 vitórias na carreira. O Japão veio preparado, assim como os turcos e outros países. O evento possui um total de 12 episódios, liberados semanalmente.
Como em toda temporada deste reality show, o primeiro episódio é utilizado para apresentar cada participante. Os competidores das nações participantes que conquistarem as provas conseguem vantagens para, depois, selecionar quem pretendem escolher como adversários. O que é realmente uma vantagem ou não depende se os capitães ou o grupo conseguem selecionar estrategicamente.
O que está em jogo no cenário de A Batalha dos 100: Ásia?
Além do orgulho nacional, a equipe vencedora levará para casa um prêmio em dinheiro de 1 bilhão de won coreanos (US$ 700.000), aumentando consideravelmente a premiação em relação aos 300 milhões de won coreanos das primeira e segunda temporadas de Physical: 100.
Logo na primeira rodada, Japão, Austrália, Turquia e Coreia do Sul tiveram vantagens ao conseguirem suas posições dentro do círculo. Isso lhes deu a vantagem de escolher quem iriam enfrentar entre as demais nações que perderam. Dois países foram eliminados na primeira fase. A vida parecia fácil para os australianos, mas os competidores da Turquia resolveram encará-los de frente. Japão e Coreia do Sul foram os próximos que se enfrentaram. Assim, os dois primeiros episódios exibem esses embates tensos — um erro é o fim da linha para qualquer lado.
Depois, percebemos que o que deveria ser um combate para ver quem permaneceria dentro da plataforma circular envolta de areia estava dando espaço para egos inflados. A disputa estava se estendendo para lutas pessoais, mais do que uma batalha para manter o maior número de oponentes fora da plataforma. Para a Coreia do Sul, criadora do projeto, a situação estava tensa, considerando que outros competidores possuíam vigor físico superior ao deles, principalmente Turquia e Austrália. Falando nos turcos, eles acabaram surpreendendo nesse reality show.
Em seguida, o foco mudou para um cenário de naufrágio. Quando falamos em água, os australianos sabem bem como funciona. Mas será que este cenário daria vantagem a eles? O episódio três mostra que é necessário agilidade, força e vigor para conseguir superar os desafios da prova. Como mencionei ao falar dos australianos, eles conseguiram superar os japoneses na prova. Enquanto isso, na mesma prova, os sul-coreanos conseguiram superar os tailandeses, mantendo-se vivos na competição. Nessa altura do campeonato, os criadores do projeto estavam apenas como terceira força, já que Turquia e Austrália estavam em vantagem.
Imagem reprodução(Divulgação)
Mesmo que haja alguma repescagem nos “Rematch”, isso acaba cansando os competidores, dando maior vantagem aos atletas mais descansados. Mas, se você já assistiu a outras temporadas de A Batalha dos 100, sabe que superação é o que rege esse reality show, com histórias de resistência inacreditáveis.
Uma das coisas que chamam atenção nesta versão Ásia é que, como há outros países com corpos e biotipos diferentes, todos tiveram que criar estratégias nunca vistas antes no original. Não se tratava mais de quem era o mais rápido ou mais resistente, mas de quem conseguia neutralizar os competidores das outras equipes que tinham maiores chances de vencer. Assim, abria-se espaço para os demais do grupo conseguirem completar as disputas quando todos os integrantes se enfrentavam. Algumas disputas particulares e rivalidades começaram a se formar. Os coreanos estavam ansiosos para enfrentar os japoneses, e até os indonésios criaram uma rivalidade contra um lutador específico do Japão devido a um incidente interno.
A Indonésia tinha a bola na mão, mas um erro de estratégia fez com que perdessem uma prova direta contra o Japão. Era difícil, mas um detalhe que parecia impossível aconteceu — recomendo ficarem atentos no quinto episódio.
Nessa altura do campeonato, dois países tiveram seus integrantes eliminados: Tailândia e Indonésia, restando Coreia do Sul, Turquia, Austrália, Japão, Filipinas e Mongólia. O boxeador filipino Manny Pacquiao acabou saindo do programa por motivos particulares, retornando ao seu país. Ele foi substituído por outro competidor do mesmo país, o que foi um duro golpe para a equipe, que ficou mais fragilizada com essa perda. Agora, com apenas seis países vivos na competição, os próximos confrontos não são mais por escolha dos vencedores, mas por sorteio — como tirar nos palitinhos as próximas disputas.
A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 48
Chegamos à metade da temporada, e o sexto episódio, intitulado “Muro Intransponível”, coloca os jogadores em suspensão prolongada — um verdadeiro teste de resistência. Nessa prova, vimos que os coreanos, como Amotti, último campeão da série original, mostraram grande resistência e superaram os limites do próprio corpo.
Coreanos estão próximos da eliminação no reality show?
Agora, qualquer erro pode significar o retorno mais cedo para casa, sem colocar o nome do seu país no lugar mais alto do pódio. Se os coreanos forem eliminados, pode ser uma desonra para o país que iniciou essa caminhada e ampliou o incentivo ao esporte e também a este reality show.
O grupo formado por Turquia, Coreia do Sul e Filipinas, e outro por Austrália, Japão e Mongólia, desenha um destino em que podem se cruzar apenas na fase final. Já ficou claro que as provas foram criadas para beneficiar cada tipo de físico: há as que exigem agilidade, força, vigor e destreza. Ou seja, a força nem sempre será sinônimo de vitória entre os participantes, criando esperança para os países que, porventura, não tenham o mesmo porte físico de alguns competidores.
As coisas não estavam nada bem para os sul-coreanos até aqui, que não conseguiram repetir a mesma performance que tiveram nas provas de resistência. Será que eles vão conseguir reverter essa situação? Saberemos nos próximos episódios que forem ao ar na plataforma de streaming da Netflix.
Acompanhe o nosso site para futuras prévias de A Batalha dos 100: Ásia e descubra qual deve ser o grande país vencedor deste reality show fitness que traz superação, resistência e perseverança. Os episódios desta primeira temporada são lançados semanalmente, todas as terças-feiras, na plataforma da Netflix e, o último vai ao ar em 18 de novembro de 2025.
O site oficial do anime Tougen Anki divulgou o resumo da história e as primeiras imagens promocionais do episódio 17. Neste capítulo, Naito Mudano é desafiado para um duelo pelo combativo Ousuke, que se revela completamente obcecado por batalhas. Com suas habilidades marciais excepcionais e o Blood Eclipse Release, Mudano consegue se defender habilmente da foice de corrente extensível de Ousuke.
Em vez de recuar, Ousuke se empolga ainda mais com a força do adversário e avança de maneira imprudente, abandonando toda a defesa. Paralelamente, Jin Kougasaki, que havia salvado uma jovem anteriormente, descobre que ela agora foi feita refém. Ele, junto com Shiki Ichinose e Naito Mudano, corre para o hospital na tentativa de resgatá-la.
No entanto, Naito sente uma ameaça iminente e se afasta do grupo, deixando Jin e Shiki sozinhos na missão. Ao chegarem, eles encontram o hospital completamente tomado por chamas misteriosas, elevando o suspense e o perigo para um novo nível.
O episódio 17 promete combates intensos, revelações chocantes e um clima de mistério, mantendo os fãs ansiosos pelo desfecho da situação.
O episódio 17 de Tougen Anki estreia no próximo sexta-feira, dia 07 de novembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 07 de novembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além do anime desta publicação, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
Chase não é o típico herói que vence o vilão e desaparece no pôr do sol. Ele é o homem que salvou o dia — e pagou caro por isso. Cada vez que usava sua velocidade sobre-humana, anos da própria vida se esvaiam. Aos 39 anos, já parecia um idoso. Um corpo destruído por escolhas que sempre colocaram os outros em primeiro lugar.
O episódio 6 entregou um dos momentos mais marcantes da série: Chase usando sua velocidade pela última vez para salvar a Invisiva durante o caos da festa da RES. Mesmo depois de uma briga amarga entre os dois, ele não hesita. Corre. Salva. Cai. A tela escurece. O público fica sem respostas — seria aquele o seu último ato heroico? Estava nítido que o personagem teria um papel mais profundo nesses episódios 5 e o 6 provaram sua relevância. Fique ciente que alguns acontecimentos podem ser alterados mediante suas escolhas no jogo.
Um passado que não cicatriza
Chase carrega mais do que cicatrizes físicas. Ele lutou ao lado do pai de Robert na lendária Brigada Bravia, um grupo que desmoronou após a traição de Elliot Connors, o Mortalha (Shroud). O vilão matou o melhor amigo e destruiu tudo o que o herói acreditava.
(Divulgação)
Anos depois, quando Robert surge na RES — sem o manto do Mecha Man —, Chase vê um reflexo distorcido do passado: um jovem tentando carregar um legado morto em um mundo que não perdoa. A relação entre os dois é o coração da trama. Chase não é o mentor inspirador; é o homem direto, às vezes ríspido, que coloca ordem com um olhar. Foi ele quem impôs respeito quando a Equipe-Z desafiou Robert logo no primeiro dia.
O herói imperfeito que o público quer ver
Ao contrário dos velocistas clássicos dos quadrinhos, Chase vive com um limite biológico. Cada vez que corre, ele envelhece. Não há criptonita nem trauma emocional — apenas o corpo cobrando o preço do heroísmo.
Ciente disso, ele abandonou o uniforme e se escondeu atrás de uma mesa burocrática na SDN (RES), em Torrance. Ao observar a Equipe-Z — um grupo de ex-presidiários tentando reescrever a própria história —, vê o reflexo do idealista que foi um dia.
Chase: o herói que envelheceu para salvar o mundo em Dispatch 57Chase: o herói que envelheceu para salvar o mundo em Dispatch 58
Sendo o tipo de protagonista que funciona porque é imperfeito. Direto, cético, mas ainda guiado por um senso inabalável de dever. Ele acredita que cada um é responsável pelas próprias escolhas — inclusive as que destroem. Ainda assim, quando o perigo surge, é o primeiro a se sacrificar.
Com o final em aberto do episódio 6, o mistério segue: Chase sobreviveu? Se sim, quantos anos tem agora? 90? 100? Quanto tempo ainda lhe resta?
O spin-off que escreve o passado de Chase
Um derivado centrado em Chase teria terreno fértil. Mostraria seus dias de glória como o Track Star, o herói veloz e idealista que integrava a Brigada Bravia. O enredo resgataria as missões impossíveis do grupo, a camaradagem e, aos poucos, a infiltração do veneno que culminaria na traição de Connors — o Mortalha — e na morte do pai de Robert.
A caçada final
O spin-off poderia seguir seus passos após o colapso da Brigada. Envelhecido, mas ainda movido pela necessidade de justiça, ele parte em busca de Connors. Cada uso da velocidade é uma sentença: mais alguns anos perdidos, mais perto do fim. É uma corrida contra o tempo — literal, psicológica e física.
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Enquanto o Mortalha segue um passo à frente, Chase envelhece diante dos nossos olhos. Talvez, já sem forças, tenha pedido a Luminar (Blaze Blonde) que recrutasse Robert para concluir o que ele começou. Ou, quem sabe, busca uma forma de deter o envelhecimento e ganhar tempo suficiente para encerrar sua última missão.
Enfim, se você também ficou curioso para saber mais sobre a história desse herói — o melhor amigo do pai do nosso Mecha Man — talvez valha manifestar esse interesse à AdHoc Studio. O pedido pode surtir efeito: o jogo já ultrapassou 1 milhão de cópias vendidase quebrou recordes de vendas e acessos na Steam com o lançamento dos episódios 5 e 6.
(Divulgação)
Dispatch já coleciona elogios, vendas expressivas e personagens que conquistaram espaço na indústria dos games. O título está disponível para PlayStation 5 e PC (via Steam), com oito episódios na primeira temporada.
E quem sabe, em breve, a AdHoc não atenda aos fãs com um spin-off mostrando a jornada completa de Chase — o herói que envelheceu salvando o mundo, mas cuja história ainda corre contra o tempo.
A cantora Ana Castela será a grande atração do Wet’n Wild no próximo domingo, 9 de novembro de 2025, em um megaencontro com o público. Os visitantes de um dos maiores parques aquáticos da América Latina receberão uma das principais artistas do cenário nacional, que retorna ao espaço após bater recordes de público na edição anterior.
O evento marca um momento de consolidação e expansão na carreira da cantora, que neste ano ultrapassou fronteiras entre música, TV e grandes festivais. Ana foi anunciada como a voz do tema de abertura da nova novela das 19h da Globo, Coração Acelerado (estreia em 2026), e também fará uma participação como atriz, ampliando sua presença na teledramaturgia.
Na música, seu álbum Let’s Go Rodeo superou 115 milhões de streams e a colocou entre os 15 primeiros da Billboard Brasil Hot 100, além de render uma nova indicação ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja — após a vitória em 2024 com Boiadeira Internacional.
Entre as apresentações de destaque, Ana foi embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos, onde gravou o DVD Herança Boiadeira – Rodeio. Também ganhou projeção internacional ao cantar o Hino Nacional na abertura do jogo da NFL em São Paulo (Chargers x Chiefs), com transmissão mundial.
Ana Castela volta ao palco do Wet’n Wild com show especial no próximo domingo 60
No show do Wet’n Wild, a artista promete os sucessos do novo álbum, como “Tropa do Chapelão”, “Olha Onde Eu Tô” e “As Cowgirl”, além de colaborações recentes com nomes como Matheus & Kauan, Hugo & Guilherme e Zé Felipe.
O evento faz parte da celebração dos 27 anos do Wet’n Wild, que exibe sua gestão voltada à inovação e sustentabilidade, com novos investimentos e ampliação da equipe.
Mais informações e ingressos para o show de Ana Castela estão disponíveis no site oficial do evento.
O sucesso de Dispatch continua crescendo. Após o lançamento dos novos episódios 5 e 6, o jogo registrou um pico de 131 mil jogadores simultâneos na Steam — o dobro do recorde anterior, que era de cerca de 66 mil usuários. O feito foi alcançado em menos de duas horas após a liberação dos novos capítulos.
O número expressivo exibe o impacto do título desenvolvido pela AdHoc Studio, que também acumula uma base de jogadores no PlayStation 5, onde o desempenho não é contabilizado pela Steam. A trama narrativa com estilo cinematográfica e opções de alternar a história segue conquistando novos fãs a cada semana. Vocês podem continuar acompanhando esta saga também nas análises publicadas no MeUGamer, trazendo cada detalhe dos episódios disponibilizados semanalmente.
Essa aventura se encerra em 12 de novembro de 2025, desejamos que o estúdio anuncie um novo capítulo para esta Dispatch. Robert Robertson e toda sua equipe-Z merecem novos rumos e expansão.
Uma semana parece um século para os jogadores que estão acompanhando os episódios semanais do jogo Dispatch. Desta vez, mais dois episódios estão disponíveis: o 5 e o 6 — os penúltimos do primeiro capítulo, que terá um total de oito episódios. O jogo já está marcando um novo momento na indústria dos games.
Muitos dizem que os filmes de super-heróis estão saturados, mas os desenvolvedores da AdHoc Studio estão provando o contrário com o sucesso do jogo. O título recentemente ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias digitais vendidas entre o PlayStation 5 e o PC (via Steam). Agora, a situação está esquentando em Torrance, na Califórnia — e não daquele jeito divertido do aquecimento global. Robert Robertson está pronto para seu próximo turno, e tudo pode acontecer na RES ao comandar sua equipe-z de heróis.
Será que Mandy, o alter ego da Luminar, que revelou seu nome verdadeiro, está prestes a declarar seu coração ao nosso Mecha Man? Ou estaria armando algo tenebroso por trás daquele rosto angelical? Enquanto isso, Invasiva continua refletindo sobre seus sentimentos e se deve ou não seguir com seus objetivos.
Nome dos episódios lançados em 5 de novembro
Episódio 5: Entrosamento
Episódio 6: Movimentação
(Divulgação)(Reprodução)
A desenvolvedora publicou um teaser trailer desses dois novos episódios para atiçar a curiosidade dos fãs. Você pode assistir ao vídeo no início desta publicação. O cronograma completo com a lista de todos os episódios de Dispatch você encontra aqui.
Por fim, Dispatch, que está chegando à sua reta final, está disponível para PS5 (via PS Store) e para PC (via Steam).
Esta semana havia mencionado a chegada da célebre lutadora Chun-Li, de Street Fighter, ao Fatal Fury: City of the Wolves. Finalmente, ela está entre nós — ou melhor, para quem possui o icônico jogo da franquia Fatal Fury. Para provocar os fãs, seus desenvolvedores adicionaram no trailer de lançamento da quarta adição do Season Pass 1 um embate entre esta mestra, com sua técnica milenar, e a Mai Shiranui.
A personagem utiliza seu icônico traje, porém já inspirado em Street Fighter 6, um grande sucesso de crítica da Capcom. O crossover aproxima duas franquias lendárias que possuem uma legião de fãs globalmente. O traje clássico também está presente, revelado no trailer — deixando quem assistiu ouriçado, já que podemos considerar este o oficial e, na minha opinião, combina mais.
Esse vídeo pode ser assistido no início desta publicação, para melhor imersão e instigar a vontade de jogar. Outro personagem de Street Fighter que está disponível nessa parceria entre as duas empresas é Ken Masters. Inclusive, ele aparece também em um duelo no qual a lutadora apresenta seu repertório de combos.
Se gosta de jogos de luta, agora há uma opção para jogar City of the Wolves. Como expliquei na publicação anterior, por existir atualmente apenas uma versão do título, o passe de temporada já está agregado ao jogo base, com oportunidade de todos os jogadores utilizarem esses novos personagens.
(Divulgação)(Reprodução)
Por fim, Fatal Fury: CotW está disponível desde 24 de abril de 2025 para PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S e PC Windows via Steam e Epic Games Store.