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ARC Raiders ultrapassa 350 mil jogadores simultâneos e revela roadmap

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Se você ainda não adentrou em ARC Raiders, é importante saber: o jogo é um verdadeiro sucesso desde o lançamento. Em seu primeiro fim de semana, o título da Embark Studios ultrapassou a marca impressionante de 350 mil jogadores simultâneos apenas no Steam, podemos considerar como um dos maiores lançamentos recentes do gênero extraction shooter. Caso seja um leitor do MeUGamer, provavelmente leu nossa publicação do seu sucesso inicial. Agora, a desenvolvedora divulgou o roadmap oficial de 2025, destacando o que está por vir nos próximos meses.

Roadmap de 2025 — Visão geral

Divulgado no site oficial do jogo em 31 de outubro de 2025, pouco depois do lançamento, o roadmap apresenta uma visão clara das próximas atualizações e exibindo o compromisso da Embark em oferecer melhorias contínuas. Além de correções de bugs e ajustes de qualidade de vida (QoL), o estúdio planeja novos eventos, condições de mapa e conteúdos inéditos para manter a comunidade ativa. Isso é primordial para evitar abandonos dos jogadores após semanas do lançamento.


Em andamento:

  • Novas condições de mapa
  • Novas façanhas e desafios (feats and trials)
  • Novos cosméticos
  • Atualizações de qualidade de vida (QoL updates)
  • E muito mais…
Roadmap 2025 de ARC Raiders com detalhes sobre atualizações, novos mapas e eventos
PPlanos de expansão e melhorias contínuas — Divulgação.

Novembro — North Line

  • Novo mapa: Stella Montis
  • Evento comunitário de desbloqueio
  • Novos Arcs: Matriarch e Shredder
  • Novos itens de gameplay
  • Novas missões

Em novembro, os jogadores poderão explorar um novo mapa, o que chama atenção considerando que o jogo já estreou com quatro regiões distintas. A Embark também introduzirá novos inimigos — Matriarch e Shredder — projetados para testar a adaptabilidade e o planejamento tático dos jogadores. Além disso, novos itens e armas vão expandir as possibilidades estratégicas durante as extrações.


Enquanto isso em dezembro — Cold Snap

  • Condição de mapa com nevasca
  • Evento Flickering Flames
  • Janela de expedição
  • Novo baralho de Raiders
  • Novas missões

Encerrando o ano, o mês de dezembro trará novidades visuais com a chegada da condição de neve, um novo deck de raiders e eventos sazonais que devem manter o ritmo de engajamento da comunidade. Que a empresa cumpra todas as promessas e ainda instigue os jogadores continuar explorando este novo mundo.


Recapitulando, mesmo após um lançamento de grande escala, ARC Raiders continua crescendo em popularidade. No dia 2 de novembro, o título já registrava mais de 350 mil jogadores simultâneos no Steam. Estaremos monitorando seus números quando todas as atualizações forem lançadas.

ARC Raiders já está disponível digitalmente no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam e Epic Games Store, e NVIDIA GeForce NOW a partir de R$ 171,80 para a Standard Edition e R$ 257,76 para a Deluxe Edition. Os preços podem ser alterados de acordo com cada plataforma.

Qual é o preço de ter Chun-Li em Fatal Fury: City of the Wolves

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Assim como Mai Shiranui, Chun-Li é uma das personagens mais marcantes quando pensamos em jogos de luta, e desta vez, a mítica chinesa de Street Fighter estará em Fatal Fury: City of the Wolves. Para quem é um usuário ativo em jogos de luta no melhor estilo arcade, que traz nostalgia dos fliperamas, sabe que Capcom e Snk tem feito um crossover entre seus personagens.

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Chegou o momento dessa personagem com traços únicos e arte de luta milenar chegar em City of the Wolves. Essa introdução é como parte do pacote de “Season Pass 1” da primeira temporada do jogo. Com sua chegada neste mês de novembro, será o quarto personagem sendo adicionado através de conteúdo adicional (DLCs) ao jogo. Antes Andy Bogard, Ken Masters também de Street Fighter, Joe Higashi e agora Chun-Li. Outro que está no roadmap, mas apenas no início de 2026 do lendário Mr. Big.

Chun-Li mostra sua elegância e poder em Fatal Fury: City of the Wolves.
(Reprodução)

Mas qual seria o preço a ser pago para jogar com nossa lutadora que consegue domar Ken e Ryu? A resposta é simples — Como o título possui a versão FATAL FURY: City of the Wolves Special Edition, nessa automaticamente todos os personagens da Season Pass 1 estão inclusos. Ao adquirir o jogador consegue desfrutar de cada momento e suas habilidades sem a necessidade de comprar avulso cada personagem. Além disso, atualmente a SNK Corporation comercializa só esta edição, em outras palavras, todos os jogadores que possuem esta versão podem jogar.

Data oficial de lançamento de Chun-li em Fatal Fury: Cotw

Tudo bem, deve está se perguntando quanto vai custar, é simples de tempos em tempos a empresa costuma efetuar ofertas nas plataformas que o jogo foi lançado. São elas: PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S e PC Windows via plataforma Steam e Epic Games Store. Pesquisando nessas plataformas constatei que para PC o valor é de R$ 249,00; no Xbox R$324,27 e PlayStation R$319,90. Agora você possui um novo ânimo para retornar ao jogo ou obter, já que Chun-Li está pronta para exibir seus dotes marciais Cotw em 5 de novembro de 2025.

Galeria de imagem da personagem no jogo:

Um trailer oficial foi lançado exibindo o que ela sabe fazer de melhor, trazer maestria com seus golpes suaves e combos profundos. Você consegue assistir ao vídeo no início desta publicação em combates com diversos outros lutadores. A melhor que sua trilha temática estará presente.

Antes que eu me esqueça, eles também publicaram uma animação entre Chun-li e a Mai, em formato de anime, instigando os fãs para esse confronto, que você assiste a seguir.

FATAL FURY x STREET FIGHTER|Animated Trailer

Enfim, a quarta adição do DLC Season Pass 1 de Fatal Fury: City of the Wolves com Chun-Li será lançado nos consoles PS4, PS5, Xbox Series e PC (via Steam e Epic Games Store). O jogo foi oficialmente em lançado em 24 de abril de 2025.


Fique ciente que o MeUGamer não possui vínculo com as empresas e marcas citadas nesse artigo. Apesar do nosso veículo ter sido o primeiro site latino americano ter publicado uma gameplay oficial do jogo presencial na Evo Japan 2024. Não foi possível desenvolver uma análise completa para os nossos leitores devido a não liberação da chave do jogo por sua assessoria no Brasil. Mas como jogamos previamente sabemos da qualidade do título.

Dispatch merece uma versão dublada para ficar perfeito

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“Dispatch” é um sucesso inegável, com seus episódios disponibilizados semanalmente para PlayStation 5 e PC (Windows) via Steam. Focado em elementos narrativos no estilo graphic novel, o jogo gira em torno da Superhero Dispatch Networking (SDN) — ou simplesmente RES, na tradução da sigla para o português brasileiro.

A Adhoc Studio reuniu diversos atores de voz para dublar o jogo, que possui muitas linhas de diálogo, e a dublagem é fundamental para que os jogadores se envolvam completamente na trama. Mas, considerando os personagens e a maneira como a indústria dos games — e a comunidade apaixonada por histórias originais, mesmo quando se tratam de sátiras da cultura popular — reage; é inegável que já temos diversos heróis carismáticos que merecem ainda mais destaque.

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Devido à construção do enredo, durante as missões, as conversas entre Robert Robertson, o Mecha Man, e os demais super-heróis são inevitáveis. Como há cruzamento de falas, quem estiver jogando fora do idioma nativo pode não compreender bem as conversas, comprometendo o entendimento da história e a estratégia de envio dos heróis para cada missão. De fato, o jogo possui suporte de localização e interface para vários idiomas, inclusive o português do Brasil. Se isto não fosse o suficiente?

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Para deixar essa trama ainda mais intensa e perfeita, imagine grandes dubladores brasileiros dando vida a esses personagens com suas vozes marcantes — seria algo fantástico. Talvez possamos até dizer que Robert Robertson, Luminar, Invisiva, Chase, Sonar e outros personagens cairiam muito bem com vozes nacionais.

Seria impossível isso acontecer?

O jogo começou com dois capítulos por semana, liberados pela desenvolvedora em suas respectivas plataformas. Segundo o SteamDB, o pico de usuários no lançamento foi de quase 8 mil jogadores simultâneos. Porém, quando os episódios 3 e 4 foram disponibilizados, esse número saltou para quase 66 mil jogadores.
Considerando que cada episódio tem cerca de 45 a 50 minutos, e o pico médio permaneceu entre 18 e 20 mil jogadores, podemos afirmar que as vendas estão excelentes — apenas no PC, sem contar os jogadores do PS5.

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Sei que os brasileiros gostaram do jogo e estão fascinados por ele. Só pelo alcance que nosso site obteve, com artigos em primeiro lugar. Além dos diversos vídeos nas plataformas como o YouTube —; onde criadores de conteúdo vêm recebendo milhares (e até milhões) de visualizações — já é um fato: os brasileiros querem saber mais sobre Dispatch, sua trama e o desfecho de cada personagem.

Uma versão dublada pode acontecer?

Olhando para o mercado, acredito que a Adhoc deveria considerar, quando todos os oito episódios forem lançados oficialmente e o saldo for positivo, uma versão dublada em português brasileiro — mesmo que tardiamente. O fato não é inédito, já que estúdios quando seu jogo se transforma em sucesso mundial, acabam publicando após um tempo atualizações de suporte de idioma para outras regiões.

Isso mostraria respeito não apenas aos jogadores, como também àqueles que, infelizmente, não possuem domínio do idioma original do jogo. Como mencionei em publicações anteriores, basta que histórias originais sejam bem construídas para darem certo, respeitando o feedback da comunidade que busca experiências de ação, estratégia e narrativa — como é o caso de Dispatch.
Se a indústria ouvir o que os jogadores desejam em escala macro, e não micro, os resultados aparecem — e os estúdios não correm o risco de fechar, mantendo propostas que realmente agradam seus verdadeiros fãs.

Caso ainda não conheça o jogo, recomendo acessar sua demonstração gratuita no Steam e mergulhar nesse universo de super-heróis que parecem ser verdadeiros “faz-tudo” — no sentido literal da palavra.

Nosso site segue apoiando e incentivando estúdios independentes. Se estiver considerando adquirir o jogo, adicione-o à sua lista de desejos — isso ajuda na sua visibilidade nas plataformas em que está sendo lançado.

Por fim, se quiser conhecer mais sobre os episódios 1 e 2, além dos 3 e 4, analisamos cada um deles em detalhes. Uma review completa também estará disponível em nosso site para suas considerações.
Para jogar, basta acessar a plataforma que você possui: PlayStation (via PS Store) ou PC (via Steam).

O fim dos Super Sentai está próximo no Japão — Rumor

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Caros, essa semana fomos pegos de surpresa com informações sobre o possível encerramento de Super Sentai. Direto do Japão, um site publicou a notícia de que Super Sentai estaria com os dias contados. Segundo eles, Number 1 Sentai Gozyuger seria a última série exibida pela TV Asahi. São mais de 50 anos de história, alegrando gerações e revelando vários atores para o show business japonês. Além de grande popularidade nos anos 80, 90 e início dos 2000 em território brasileiro, com as exibições de equipes marcantes.

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O site diz que as produções não estão sendo mais rentáveis, com queda de vendas e audiência. E é verdade que Super Sentai vem em baixa nos últimos anos. Mas também é compreensivo entender o motivo. Desde a separação de Power Rangers, a Toei e a Bandai praticamente pararam de divulgar a franquia fora da Ásia. Enquanto isso, Kamen Rider e Ultraman estão sendo lançados mundialmente, até com simulcast, o que ajuda muito nas vendas.

Dublagem brasileira de Kamen Rider Zeztz encanta fãs
(Divulgação)

No Japão ainda tem outro problema: a baixa natalidade. O público infantil e adolescente vem diminuindo, então o conteúdo acaba perdendo o foco. Mesmo assim, a franquia virou um símbolo do Japão, e vários atores de temporadas antigas já fizeram publicações tristes, se despedindo. A notícia repercutiu em vários sites e programas de TV, como o maior portal britânico BBC. Não encontramos nenhum comunicado oficial da TV Asahi ou da Toei comentando do encerramento desta mítica franquia.

É o fim dos personagens do Super Sentai?

Alguns meses atrás, o produtor Shinichiro Shirakura chegou a comentar numa entrevista que a franquia passaria por mudanças, inclusive de nome, pra tentar alcançar o público ocidental.

Agora, falando por mim: eu não acho que essa saga vai acabar. Isso é mais uma reformulação. Já há rumores de uma nova equipe com temática ninja e de feiticeiros. Sou fã de tokusatsu há mais de 15 anos e, desde que entrei nesse meio, ouço falar que Super Sentai está falindo. Então é melhor esperar para ver o que vai acontecer — quem sabe a gente não se surpreende?

Não podemos esquecer que Super Sentai é parte da cultura japonesa, e enquanto existir fãs que consome o material criado, o espírito Sentai vai continuar vivo.

Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle

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Rotatividade e reestruturação estão mais para pavio curto e controvérsia na equipe-Z de Dispatch nos episódios 3 e 4.
Essa é minha segunda análise dos novos episódios disponibilizados pela AdHoc Studio — com um total de oito até 12 de novembro — e traz uma nova ideia do que podemos esperar no decorrer da trama. Agora que Robert Robertson já se habituou à SDN para controlar os vigilantes da RES, chegou o momento de coordenar novos ares, explorando se está realmente capacitado para um relatório da equipe-Z. Você pode ler sobre as primeiras impressões dos episódios 1 e 2 aqui.

Quando a Loira Luminar (Blonde Blazer) o convidou para treinar esta equipe de novatos — que podemos dizer ser uma espécie de Esquadrão Suicida — e mostrar que todos podem se redimir, não haveria controvérsia em — alerta de spoiler — cortar um membro da equipe ao término do próximo turno.

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Você pode pensar que isso não faz sentido e foge da proposta que Luminar lhe encarregou. Porém, em uma das cenas há um quadro de pontuação de todos os super-heróis que a agência controla. Justamente os membros da nossa equipe estão nas piores posições. Antes de um pré-julgamento, tenha em mente que os heróis prestam serviços, e com pontuações baixas geram mais prejuízos que lucros e benefícios.

Estamos falando de um local onde conviver com os Supers é algo normal. Provavelmente a RES não é a única a atuar nessa empreitada e, sendo uma agência, aparecem heróis ou pseudossupers que buscam oportunidades. É duro e complicado, mas se é para representar uma novel que tenta simular um cotidiano real, eles conseguiram fazê-lo. Estranhamente, ou por dedução, eu já tinha em vista qual personagem cortaria: pela minha jogatina dos dois primeiros episódios, era a que menos entregava missões bem-sucedidas.

A trama condiciona o jogador a forçar um corte. Fica nítido que, no primeiro turno de Robert no episódio 3, há questionamentos dos membros da equipe-Z, que recusam em massa serem enviados para as tarefas — até mesmo aqueles com habilidades suficientes para executá-las com sucesso. Logo entendi que era para causar uma reflexão sobre quem seria sua escolha para eliminar do grupo.

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 30

Nesse ponto, senti que acontece um furo narrativo nas escolhas. A princípio, o melhor da equipe — que tinha mais sucesso nas missões — é exibido entre as opções de corte. Como não olhei outros vídeos nem recomecei o capítulo para não perder minha linha narrativa, não sei se isso muda conforme as escolhas antes das missões decisivas. Se for pré-scriptado, algo que saberei em pouco tempo. Fica claro que ainda se mantém o sistema de escolhas sem muita surpresa nos finais alternativos como na época da Telltale. Isso não é um problema quando estamos focados na trama central — recuperar o traje do Mecha Man.

Nessa altura do campeonato percebemos que o roteiro possui um favorito, e não é Luminar, mas aquela personagem que você desejaria ter expulsado do grupo no segundo episódio. Recapitulando, nossa equipe que controlamos possui inicialmente Sonar, Flambae, Invisiva, Golpe Baixo, Prisma, Malévola e Golem.

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Qual o motivo de eu ter listado os personagens? É que, se fosse para escolher, qual você cortaria?

É difícil, quando os diálogos são bem escritos, até designar essa escolha fica complicado. A explicação da classificação dos 48 heróis da RES não convence. Mas, como já expliquei, negócios são negócios. O que talvez o plot iniciado ao término do segundo episódio com Fenomenomem vai além de um simples “chad” da Luminar. Optei por retirar da equipe-Z Coupé — personagem com alguns poderes interessantes, mas com um instinto brutal — diferente da Invisiva, que estava no páreo. Ela não recebeu bem a notícia e fica claro que há um ressentimento. Assim posso encerrar o episódio 3 de Dispatch.


O começo da reestruturação da equipe-Z de Dispatch…

Iniciando o episódio 4, chegou o momento de trazer alguns elementos mais técnicos, começando um caos no noticiário. O grande Fenomenomem aparentemente está abalado. Recomendo também ligar o modo censura caso esteja transmitindo ao vivo para seus seguidores, pois cenas mais libidinosas podem ocorrer com uma das personagens.

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Suas missões de apoio, como hackeamentos, são mais exigentes. Apesar de ter lidado bem com a maioria, desta vez há um antivírus que consegue nos impedir de prosseguir. Citei antivírus porque estamos acessando os sistemas de segurança — e essa programação persegue nossa esfera. Senti que em alguns puzzles esse elemento nos persegue de forma quase impossível de ultrapassar suas linhas defensivas. Fora que utilizar o teclado ou controle e lembrar das sequências pode retardar. Ainda assim, achei fácil esses quebra-cabeças, que são interessantes. Recomendo anotar em algum local caso não tenha uma memória para guardar sequências.

À medida que avançamos no turno de trabalho e as missões são bem-sucedidas, os super-heróis vão aumentando pontos para adicionar em seus atributos. Nesse ponto, fica claro que cada um deve ser utilizado conforme sua aptidão — sim, percebemos isso desde o início, mas no episódio 4 isso é mais explorado. Há opções de treinar o herói e aprimorar seus poderes secretos.

Embora seja controverso, enviei heróis com poder suficiente para preencher ou superar o gráfico do desafio no pentágono de julgamento. Simplesmente parecia proposital cair na parte que dava derrota aos nossos heróis, mesmo com probabilidade alta de sucesso. Vou acreditar que foi o acaso da sorte e não manipulação do roteiro.

Agora que Coupé foi removida da equipe, o clima ficou tenso entre Robert Robertson e sua equipe-Z — principalmente quando o personagem Golpe Baixo parecia ter um “date” com ela.

Se tratando de uma agência de trabalho, sempre que sai um funcionário é preciso recompor a vaga. Citei que Fenomenomem, considerado o principal herói da RES, estava abalado e suspenso de seus trabalhos. Entretanto, como Robertson possui a importante missão de reintegrar os heróis, ele ganha uma oportunidade para trabalhar na equipe. É claro que recusei e escolhi Aquaboy (Waterboy) — sim, fiz essa escolha. Minha intuição diz que esse personagem terá grande importância nos demais capítulos. Quando forem jogar, vão compreender o motivo dessa escolha ter sido surpresa na minha decisão (risos).

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A Loira Luminar não discorda dessa decisão — afinal, ela também não está segura quanto ao grande herói na equipe-Z. Por outro lado, Robert possui uma pequena atração por ela, e no quarto episódio há uma visão mais profunda entre vários personagens sobre desejos e vontades.

Aceitação

Com Aquaboy no grupo, o “bullying” corre solto, pois, na concepção dos demais heróis, ele é um fracote e só possui o poder limitado de transpirar e borrifar uma pequena quantidade de água pela boca. Acredito que ele não saiba utilizar seus reais poderes ou esteja escondendo o jogo — esse foi o motivo de tê-lo integrado ao time. Na minha opinião, faz total sentido, ou posso estar enganado no desenrolar dos episódios seguintes.

Lá vem nosso último turno na jornada e peregrinação pela recuperação do Mecha Man. Não mencionei no início, mas Royd, o grandão do “soquinho do banheiro”, tem feito um trabalho interessante nessa reconstrução. Em uma dessas missões para ajudar os clientes da RES, eis que aparece: a antiga gangue da Coupé, parece que retornou ao mundo do crime —; não é minha culpa…. Como havia várias missões ao mesmo tempo, acabei não conseguindo clicar no tempo correto para investigar esse fato.

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O que faz uma pessoa se decepcionar? Só falta dizer que é a sociedade que causou isso nela. A questão é que teremos mais um problema para resolver. Ela ainda não seria a algoz desse jogo, mas sabemos que Robert Robertson possui um inimigo que foi responsável pela destruição do Mecha Man: Willem Vanderstenk. E o enigmático Dopple também deve ter algum papel de vilania até o fim desta temporada.


Gamerdito: um veredito dos episódios 3 e 4 de Dispatch

Com o avanço desses novos episódios, posso constatar que o terceiro inicia um pouco corrido e tenta criar uma ponte para retirar um membro da equipe — mesmo que não bem construída. Ainda assim, a vontade de saber quem é o vilão ou o possível traidor da equipe nos instiga. É por isso que Dispatch conseguiu atrair nossos olhares.

Tratando-se de uma IP (Propriedade Intelectual) nova, sem muitos detalhes, a curiosidade é um aliado. O cansaço físico e mental de Robert Robertson — e até mesmo essa “férias” que ele tanto precisava — mostram que seu autocontrole é uma prova do quanto ele estava necessitando se afastar do combate direto ao crime. Mas herói de verdade nunca consegue ficar longe da ação, e sua vontade de retomar o manto ou traje mecânico de Mecha Man é o gatilho para continuar.

Eles tentaram adicionar uma carga dramática, transformando Robert quase em um psicólogo dos super-heróis, passando sua experiência aos demais. Algumas ações mais interativas, como no primeiro episódio, não existem nesses dois novos — o que poderia ter sido melhor elaborado. Por outro lado, o mapa da cidade, com mais missões, escolhas e hackeamentos que possibilitam maior controle, ficou interessante. Ainda acredito que deveria haver maior liberdade e opções de escolha sem focar tanto em alguns personagens específicos.

A ligação de Robert com Luminar e sua vontade de tentar impressionar e um afeto outrora quse impossível com Invisiva, sempre impulsiva, pode criar um triângulo instigante no desenrolar da trama. Contudo, a surpreendente revelação ao término do episódio 4 — dependendo da sua escolha — pode estar trazendo o verdadeiro algoz do jogo… ou não.

Dispatch entrega um entretenimento que há muito tempo não gerava tanta comoção na indústria dos games quando falamos do gênero narrativo com clima de quadrinhos e visual novel.
Estou aguardando os episódios 5 e 6 para definir se vão juntar o melhor dos quatro primeiros capítulos e adicionar mais elementos de interação com o jogo.

Por fim, Dispatch está disponível para console de PlayStation 5 e PC Windows via Steam. Fique ciente que o jogo possui legendas e interface localizado para o português brasileiro, os nomes dos personagens estão em sua maioria convertido para o nosso idioma.

Relato de Experiência: Fini e Edifício Rolim animando o Halloween

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A visita à experiência no Edifício Rolim iniciou com uma recepção organizada para os participantes em parceria da Fini. Fomos recebidos com cortesias, incluindo pipoca, refrigerantes, água e águas tônicas, em um ambiente de aparente tranquilidade.

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No entanto, este cenário inicial foi interrompido pelo começo da performance. O guia designado para o nosso grupo adotou um personagem hostil, quebrando abruptamente a expectativa. Ele expressou verbalmente seu descontentamento, fazendo comentários depreciativos sobre ter que guiar “influencers de 200 seguidores” e reclamando da ausência de outro convidado. Para intensificar a encenação, ele afirmou que a atividade seria de apenas “15 minutos” antes de nos dispensar para confraternização.

Em seguida, fomos conduzidos a uma sala onde o guia começou a expor a narrativa principal: a história do edifício, que segundo ele, foi local de 20 mortes, a maioria por assassinato. Criando essa imersão que todos tem do Edifício Rolim, ficando conhecido em todo Brasil e programas TELE investigativos e sobre fatos sombrios. A apresentação foi subitamente interrompida por um vídeo que exibia uma invasão zumbi na Praça da Sé.

Este evento marcou o início efetivo do escape room. A atitude do guia se revelou como parte da imersão. A estrutura da atividade lembrava a dinâmica do jogo Left 4 Dead, onde os participantes avançam por zonas de conflito até alcançarem “safe houses” (áreas seguras). No evento, cada andar e corredor percorrido era temático, fazendo referência a um dos assassinatos mencionados na história inicial.

O desafio central consistiu em uma subida progressiva até o décimo andar, uma jornada que gerou considerável adrenalina. Foi oferecida aos participantes a opção de “pedir piedade” para se retirarem do jogo, mas nenhum membro do grupo optou por isso. O percurso exigiu esforço físico, demandando que passássemos por caminhos estreitos e, em certos momentos, que nos movêssemos engatinhados.

Ao atingir o décimo andar e completar o desafio, a atmosfera de tensão foi encerrada e fomos recebidos em um bar. Neste espaço final, os participantes puderam tirar fotos com o “Tubinho” e receberam uma sacola de brindes da Fini, contendo produtos alusivos ao Halloween, como a nova Paçoquita. Essa parceria entre a empresa e a Fini exibe o quanto ela esta centrada com a cultura e entretimento na cidade de São Paulo.

Além disso, um cardápio foi disponibilizado no “Bar do Grito“, oferecendo itens como pizza, tacos, sorvetes e sucos temáticos.

O local também funcionou como um ponto de encontro, permitindo a interação com outros creators e influencers presentes. Embora a temática seja de terror, a experiência desse ano focada na adrenalina e na superação de obstáculos. Foi uma atividade intensa e bem estruturada, recomendada para quem aprecia experiências imersivas.

Os itens disponibilizados durante foram:

Lançamentos Fini Halloween 2025

  • Caveira Recheada: mistura a maciez característica da marca ao sabor inusitado de cereja com nata. A bala chega em duas versões (80 g e 250 g), com embalagens que também funcionam como item decorativo para festas temáticas.
  • Regaliz Terror:  combina amora com capim-limão em uma mordida que surpreende desde o primeiro segundo (disponível em embalagem de 80 g). 
  • Chicle Fúria Ácida: Para quem curte emoções mais intensas, a Fini traz um mix explosivo de morango, manga, maçã verde e tangerina com recheio ácido, perfeito para as brincadeiras (140g) da data.
  • Tubes Boo SG: chega em versão gigante (27 g), com o azedinho clássico da maçã verde com limão e um display temático que promete chamar atenção no ponto de venda.

Halloween com Fini e Edifício Rolim

  • Quando: Até 31 de outubro de 2025
  • Onde: Edifício Rolim – Praça da Sé, 87, Centro Histórico de São Paulo, SP
  • Ingressos e informações: https://edificiorolim.com.br/
  • Horários das salas: das 18 às 22h30
  • Participantes: Até 8 jogadores
  • Telefone: (11) 5148-0046

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade

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Quando a Sloclap, estúdio responsável por Sifu e Absolver, revelou que seu próximo projeto seria um jogo de futebol, a comunidade gamer reagiu com desconfiança. Afinal, como uma desenvolvedora reconhecida por títulos de combate e ação poderia inovar em um gênero dominado por gigantes como EA Sports FC e eFootball? A resposta veio com Rematch, uma proposta ousada que ignora o realismo dos simuladores tradicionais e cria seu próprio campeonato, misturando dinamismo, ritmo arcade e uma identidade urbana vibrante.

Rematch não tenta simular o esporte, mas reinventá-lo. O jogo é uma celebração do futebol de rua, reinterpretado sob uma estética moderna e futurista. As partidas acontecem em arenas fechadas nos modos 3v3, 4v4 e 5v5, onde a bola nunca sai do campo e as regras tradicionais simplesmente não existem. Esqueça impedimentos, laterais ou escanteios, aqui, o objetivo é manter o fluxo do jogo constante, com ação ininterrupta e foco total na criatividade.

Cada jogador controla um único personagem durante toda a partida, o que reforça o aspecto coletivo da experiência. O sucesso depende da colaboração, dos passes precisos e do posicionamento inteligente. Quem tenta resolver tudo sozinho logo percebe que Rematch recompensa o jogo em equipe e pune o individualismo.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Jogabilidade simples, mas cheia de profundidade

A jogabilidade de Rematch segue o princípio da simplicidade, mas com camadas de complexidade para quem busca se aprimorar. Os controles são diretos, com botões para passe, chute, carrinho e corrida e permitem variações como passes altos ou chutes com efeito. Essa estrutura clara lembra os clássicos jogos de luta, onde a maestria vem com prática, tempo e leitura do adversário.

Críticas internacionais apontam Rematch como um verdadeiro retorno ao espírito dos jogos esportivos arcade: acessível para iniciantes, mas profundo o suficiente para desafiar jogadores experientes. É fácil de aprender, difícil de dominar e justamente por isso, incrivelmente viciante.

Um dos elementos mais imprevisíveis de Rematch está fora das mecânicas: o comportamento dos jogadores. Em partidas online, especialmente nos modos menores, a cooperação é essencial. A presença de jogadores que se recusam a passar a bola ou ignoram o trabalho em equipe pode comprometer a experiência, mas quando a sinergia acontece, o resultado é pura diversão. Marcar um gol coletivo, especialmente com comunicação ativa entre os membros da equipe, é uma das sensações mais gratificantes do jogo.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Conteúdo, desempenho e promessas futuras

Visualmente, Rematch é uma explosão de estilo e identidade. O uso de gráficos cel-shaded cria um visual vibrante que combina elementos urbanos e futuristas. Os personagens são diversos, com opções amplas de customização, desde próteses e piercings até cortes de cabelo ousados e peles com vitiligo. Essa abordagem torna o jogo não apenas bonito, mas inclusivo, refletindo um compromisso real com a representatividade.

Apesar de seu foco competitivo, Rematch ainda é limitado para quem busca modos solo. Não há campanha nem modo carreira, e o conteúdo offline é restrito, algo que a Sloclap prometeu expandir em 2026 com a adição de partidas contra bots. Tecnicamente, o jogo apresenta desempenho estável, mas ainda sofre com alguns bugs de colisão e falhas de conexão. O cross-play entre plataformas também não está disponível, mas já foi confirmado para atualizações futuras. Já que tiveram que adiar para ajustes finos.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Recentemente, a Temporada 1 com capítulo 2 “Season 1 Chapter 2” do Rematch, lançada em 16 de outubro de 2025, trouxe uma atualização ao Battle Pass com foco em cosméticos temáticos e elementos visuais, incluindo a nova arena Desert Night, que transforma os jogos em um campo sob o céu estrelado do deserto para uma ambientação mais instigante. Entre as recompensas, destaca-se o cosmético Blossom Beard, uma barba florida e estilizada para personalizar personagens, a pose de celebração Holy Moly, que adiciona um toque de humor e surpresa aos momentos de vitória. A bola gratuita Trionda FIFA Cup 26, com design retrô da Adidas, estão disponíveis sem custo extra para todos os jogadores.

De olha nas melhorias e temporadas

O Battle Pass traz tiers desbloqueados por XP e uma mistura de itens gratuitos e premium, incentivando a customização sem sobrecarregar o core do jogo. Complementando o lançamento, o Patch #5, implementado em 22 de outubro de 2025, focou em melhorias no equilíbrio e na estabilidade — especialmente no modo ranked. A atualização introduziu Shields que protegem contra rebaixamentos sem explicação. Agora, os jogadores contam com dois escudos que se esgotam gradualmente em situações de risco, adicionando tensão estratégica sem punições excessivas.

O sistema de RP dinâmico também foi ajustado, equilibrando ganhos e perdas com base no MMR para refletir melhor a habilidade real e reduzir flutuações em sequências ruins.

No gameplay, o meta de volleys foi nerfado, com a altura máxima reduzida para 2,85m e priorização de contestação por proximidade. Já os dives de campo agora possuem recuperação mais lenta e animações menos agressivas em baixa stamina, visandoum equilíbrio mais tático.

Além disso, o patch trouxe correções extensas em diversas mecânicas. As animações de goleiros foram polidas para evitar cancels em dribles e sumiços de bola. Os tackles eliminaram rollbacks e snaps indesejados. Os controles de bola tiveram travamentos pós-gol e direções erradas em sprints corrigidos. O fluxo de partidas também foi otimizado, garantindo scoreboards consistentes em reconexões.

O resultado é uma experiência online mais estável e menos frustrante, embora ainda persistam problemas conhecidos, como pings altos no kick-off e crashes raros, que aguardam futuras atualizações.

No geral, essas novidades e refinamentos elevam o Rematch como um arcade de futebol mais acessível e polido, ideal tanto para sessões casuais quanto para disputas intensas.

Parcerias com jogadores reais fazem parte do roadmap do jogo como o craque brasileiro que deixou sua marca nos gramados Ronaldinho Gaúcho.

rematch skin ronaldinho gaucho
Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade 58

Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Rematch?

Disponível para PCXbox Series X/S e PlayStation 5 e incluído no catálogo do Game Pass, Rematch entrega um pacote honesto e direto, sem microtransações agressivas. É uma experiência multiplayer pura, construída sobre diversão orgânica, ritmo intenso e competitividade saudável.

Mais do que um simples jogo de futebol, Rematch representa o encontro entre a ação e o esporte. A Sloclap aplica seu domínio sobre mecânicas de combate para transformar o futebol em algo novo: ágil, estiloso e com alma.

A trilha sonora do jogo não chama tanto a atenção, a falta de conteúdo offline, faz com que essa parte do jogo fica meio perdido e a parte do jogo em si, mas, algumas músicas conseguem se destacar em meio a playlist selecionadas.

Para quem procura um título esportivo diferente, que valoriza criatividade e trabalho em equipe em vez de realismo, Rematch é um verdadeiro golaço, um lembrete de que o futebol digital ainda pode surpreender.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, enredo e jogabilidade é de nota 7./10.

Agradecemos à Sloclap e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de Rematch no PC Windows via Steam. Esta review tem como objetivo orientar nossos leitores sobre se vale a pena ou não jogar.


Fique ciente de que nossas análises no MeUGamer são técnicas e sem qualquer vínculo com as marcas, mesmo quando elas fornecem as chaves para uma review profissional.

Arc Raiders é o novo sucesso da plataforma Steam

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Os números de Arc Raiders já eram positivos no teste do server slam — até publicamos uma prévia desse playtest em nosso site. O que talvez não fosse tão esperado era o sucesso de vendas que o título alcançaria já no lançamento oficial, em 30 de outubro de 2025, para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, reunindo milhares de jogadores simultâneos. Vale lembrar que o shooter de extração PvPvE não é gratuito e possui um preço no Brasil na faixa dos títulos double-A.

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A Embark Studios, desenvolvedora do jogo, é a mesma responsável pelo shooter multijogador The Finals. Mas Arc Raiders já se tornou o título pago mais lucrativo do estúdio no Ocidente. Usuários de The Division e jogos similares são os que mais podem se atrair pelo gênero. Além disso, a possibilidade de jogar em modo cooperativo com amigos atiça ainda mais o instinto competitivo.

Nas primeiras horas, mais de 262.424 jogadores estavam simultaneamente conectados na versão para PC (Windows) pela plataforma Steam, segundo dados do SteamDB — surpreendendo até os mais céticos. O título chegou a superar The Finals, que havia registrado um pico de 242.619 usuários no lançamento. Em outras palavras: mesmo sendo um jogo pago, se conseguir agradar o público, ele pode superar o acesso de títulos gratuitos.

Os desenvolvedores informaram que planejam expandir os recursos atuais e lançar novos conteúdos — incluindo mapas, missões, armas, atualizações de jogabilidade, melhorias voltadas para a comunidade e muito mais — para manter a experiência em constante evolução. Sem que os usuários percam o interesse de jogar em poucos dias.

Quando joguei, pude analisar diversos pontos interessantes — inclusive a tensão provocada pelos drones que estão sempre nos vigiando e monitorando nossa posição. Cada ruído é um alerta para ficar atento à chegada de inimigos. Seja enfrentando IA ou jogadores reais, a estratégia de avanço é o que define uma boa tomada de posição. Escolha bem seus equipamentos com base nos itens que possui, parta como Raider e deixe seu nome marcado na galáxia.

Um trailer oficial de lançamento do jogo pode ser assistido no início desta publicação.

Por fim, ARC Raiders já está disponível para PC através da Epic Games Store e Steam, PlayStation 5, Xbox Series X|S e também via streaming na nuvem pela Nvidia GeForce NOW.

Participe do novo teste beta para World of Warcraft: Midnight

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A Blizzard confirmou que o próximo teste beta de World of Warcraft: Midnight ocorre em 11 de novembro de 2025. Os fãs da franquia que fizeram sua inscrição antecipada e foram selecionados vão poder conhecer um pouco mais desta fase —; inclusive aqueles que efetuaram a pré-venda da Epic Edition da expansão, para aproveitar cada momento dessa jornada. O intuito dos desenvolvedores é receber o maior número possível de feedbacks para correção e aprimoramento antes do lançamento oficial de Midnight.

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Lembrando que World of Warcraft é uma das franquias mais longínquas da indústria dos games, desde 1994. Desde então, muitas versões e aprimoramentos foram lançados até se tornar uma atualização contínua online, recebendo uma legião de jogadores apaixonados pelo conceito de sua gameplay. Caso ainda não conheça a franquia, ou seja um jogador pensando em retornar, recomendo participar desse teste — quem sabe seu desejo de retomar ao jogo acenda! Também fiz o teste de inscrição, que continua ativo no site oficial do jogo.

Antes de iniciar seu cadastro, você será convidado a fazer um tour pela moradia apresentada em Midnight e observar toda a decoração e design que o aguardam. Estou publicando o link para facilitar o acesso — escolha a plataforma na qual possui uma conta para que o login seja realizado com sucesso. O teste é gratuito sem a necesidade de uma aquisição nesse momento.

O que há de novo nesse teste de World of Warcraft: Midnight?

Segundo informações da própria desenvolvedora, nesta fase beta os jogadores poderão aproveitar recursos futuros, incluindo as campanhas de missão de progressão. Além da central de jogadores renovada da Floresta do Canto Eterno e de Luaprata (entre outras áreas), há o sistema de Presa, a nova raça haranir e mais novidades. Nas fases futuras do beta, também haverá testes de raide de chefes, ampliando o feedback do jogo.

world of warcraft midnight novo teste beta pacotes
Participe do novo teste beta para World of Warcraft: Midnight 68

Ainda este ano, a MSI elaborou uma parceria para escolha do nome da próxima placa de vídeo deles inspirada na franquia, e os usuários podem votar o lado desejado.

Por fim, aproveite para se inscrever e jogar quando o convite chegar à sua caixa de e-mails, enviado pela Blizzard. O lançamento está previsto para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) em 2026.

Unlock CCXP25 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro

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A edição do Unlock CCXP25, evento de negócios da CCXP de 2025, apresenta São Paulo como um dos principais polos estratégicos do mercado audiovisual na América Latina. O encontro reunirá instituições públicas, associações setoriais e mais de 20 compradores internacionais, com foco em cinema, animação e plataformas de streaming. Realizado entre 3 e 7 de dezembro de 2025, no São Paulo Expo, o evento busca impulsionar o setor, conectando quem produz, distribui e comercializa conteúdo nas áreas de cinema, TV, games e entretenimento digital.

O Unlock CCXP25 fortalece sua atuação por meio da ampliação de parcerias com 14 entidades setoriais do audiovisual. Entre elas estão: Abragames, ABRANIMA, Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, APACI, APAN, API, BRAVI, CBL e SIAESP. Essas organizações participam ativamente da curadoria de conteúdos, organização de sessões de pitching e mobilização de compradores internacionais.

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Inspirado na experiência da gamescom latam, que movimentou mais de US$ 150 milhões em negócios no último ano, o Unlock combina o modelo B2B consolidado no setor de games com a força da marca CCXP, criando uma plataforma capaz de posicionar o audiovisual brasileiro no mercado global. Gustavo Steinberg, diretor do evento, afirma que:

“Nosso objetivo é unir a expertise da gamescom latam com a força da CCXP e a representatividade das principais associações do setor, criando um ambiente realmente efetivo para o crescimento do audiovisual brasileiro.”

Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

Com curadoria de Eliana Russi, o Palco Visão contará com mais de 20 horas de programação na trilha Telas e Plataformas. Entre os palestrantes confirmados estão nomes de destaque do audiovisual, como Miguel Falabella, Márcio Fraccaroli (Paris Filmes), Ernesto Paglia, Debora Ivanov (Gullane Filmes), Fábio Lima (Sofá Digital), Alex Braga (Ancine), Sara Pichelli, Zé Brandão (Copa Studio) e Reynaldo Marchesini (Flamma).

A lista de empresas estrangeiras participantes inclui The Playmaker (Alemanha), Austral Films (Argentina), Clara Films (Chile), Entermode Co. (Coreia do Sul), Folivari (Espanha), Local Films e Indie Sales (França), The Open Reel (Itália) e OV Entertainment Group (Portugal).

Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

Painéis confirmados

Entre os destaques da programação estão:

  • Entre Risos e Roteiros – Ale McHaddo entrevista Paulo Cursino sobre sua trajetória nas comédias brasileiras;
  • Sem Roteiro com Miguel Falabella – Bate-papo entre Miguel Falabella e Filipe Fratino sobre teatro, cinema e streaming;
  • Do Sketch ao Mundo – Animação Sem Fronteiras – Com Zé Brandão, Reynaldo Marchesini, Aline Belli e Igor Bastos, mediação de Mariana Toledo (Tela Viva);
  • Documentário Sem FronteirasFernando Dias e Ernesto Paglia debatem o alcance global das narrativas documentais;
  • Jaspion: Do Cult ao BlockbusterVictor Sato apresenta os bastidores do novo filme brasileiro de super-herói;
  • Play, Pipoca & BilheteriaFábio Lima e Márcio Fraccaroli discutem os caminhos da distribuição no Brasil;
  • Cutscene: Quando o Cinema Entra no Jogo (e o Jogo Invade as Telas) – Painel sobre a convergência entre cinema, games e streaming, com Rodrigo Terra, Carlos Estigarribia e Bernardo Mendes, mediação de Pablo Miyazawa.

O Palco Prisma, com curadoria de Camila Andrade, trará debates sobre as transformações culturais e tecnológicas que moldam o entretenimento contemporâneo, abordando temas como o impacto dos algoritmos e o fortalecimento do soft power brasileiro.

Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

Apoio institucional e importância estratégica

O Unlock CCXP25 conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e também da Prefeitura de São Paulo. Além disso, destaca Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo que:

“São Paulo é hoje o maior centro de produção e difusão do audiovisual brasileiro, e iniciativas como o Unlock CCXP reforçam o papel estratégico do Estado na articulação entre criadores, empreendedores e investidores.”

O evento é uma realização da Omelete Company, em parceria com a Secretaria da Cultura. A proposta é transformar o Unlock CCXP 2025 em um ambiente de negócios e reflexão sobre o futuro da cultura pop e das indústrias criativas, com foco especial em audiovisual, publicidade e streaming.

Os ingressos para a CCXP25 podem ser adquiridos no site oficial do evento.


MeUGamer continuará acompanhando todos os anúncios e atrações da CCXP25. Fique ligado para mais atualizações exclusivas sobre o maior evento geek do Brasil.

ARC Raiders ultrapassa 350 mil jogadores simultâneos e revela roadmap

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Personagem se escondendo de grande anomalia em missão no universo de ARC Raiders, além de roadmap revelado.
Imagem reprodução

Se você ainda não adentrou em ARC Raiders, é importante saber: o jogo é um verdadeiro sucesso desde o lançamento. Em seu primeiro fim de semana, o título da Embark Studios ultrapassou a marca impressionante de 350 mil jogadores simultâneos apenas no Steam, podemos considerar como um dos maiores lançamentos recentes do gênero extraction shooter. Caso seja um leitor do MeUGamer, provavelmente leu nossa publicação do seu sucesso inicial. Agora, a desenvolvedora divulgou o roadmap oficial de 2025, destacando o que está por vir nos próximos meses.

Roadmap de 2025 — Visão geral

Divulgado no site oficial do jogo em 31 de outubro de 2025, pouco depois do lançamento, o roadmap apresenta uma visão clara das próximas atualizações e exibindo o compromisso da Embark em oferecer melhorias contínuas. Além de correções de bugs e ajustes de qualidade de vida (QoL), o estúdio planeja novos eventos, condições de mapa e conteúdos inéditos para manter a comunidade ativa. Isso é primordial para evitar abandonos dos jogadores após semanas do lançamento.


Em andamento:

  • Novas condições de mapa
  • Novas façanhas e desafios (feats and trials)
  • Novos cosméticos
  • Atualizações de qualidade de vida (QoL updates)
  • E muito mais…
Roadmap 2025 de ARC Raiders com detalhes sobre atualizações, novos mapas e eventos
PPlanos de expansão e melhorias contínuas — Divulgação.

Novembro — North Line

  • Novo mapa: Stella Montis
  • Evento comunitário de desbloqueio
  • Novos Arcs: Matriarch e Shredder
  • Novos itens de gameplay
  • Novas missões

Em novembro, os jogadores poderão explorar um novo mapa, o que chama atenção considerando que o jogo já estreou com quatro regiões distintas. A Embark também introduzirá novos inimigos — Matriarch e Shredder — projetados para testar a adaptabilidade e o planejamento tático dos jogadores. Além disso, novos itens e armas vão expandir as possibilidades estratégicas durante as extrações.


Enquanto isso em dezembro — Cold Snap

  • Condição de mapa com nevasca
  • Evento Flickering Flames
  • Janela de expedição
  • Novo baralho de Raiders
  • Novas missões

Encerrando o ano, o mês de dezembro trará novidades visuais com a chegada da condição de neve, um novo deck de raiders e eventos sazonais que devem manter o ritmo de engajamento da comunidade. Que a empresa cumpra todas as promessas e ainda instigue os jogadores continuar explorando este novo mundo.


Recapitulando, mesmo após um lançamento de grande escala, ARC Raiders continua crescendo em popularidade. No dia 2 de novembro, o título já registrava mais de 350 mil jogadores simultâneos no Steam. Estaremos monitorando seus números quando todas as atualizações forem lançadas.

ARC Raiders já está disponível digitalmente no PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam e Epic Games Store, e NVIDIA GeForce NOW a partir de R$ 171,80 para a Standard Edition e R$ 257,76 para a Deluxe Edition. Os preços podem ser alterados de acordo com cada plataforma.

Qual é o preço de ter Chun-Li em Fatal Fury: City of the Wolves

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Assim como Mai Shiranui, Chun-Li é uma das personagens mais marcantes quando pensamos em jogos de luta, e desta vez, a mítica chinesa de Street Fighter estará em Fatal Fury: City of the Wolves. Para quem é um usuário ativo em jogos de luta no melhor estilo arcade, que traz nostalgia dos fliperamas, sabe que Capcom e Snk tem feito um crossover entre seus personagens.

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Chegou o momento dessa personagem com traços únicos e arte de luta milenar chegar em City of the Wolves. Essa introdução é como parte do pacote de “Season Pass 1” da primeira temporada do jogo. Com sua chegada neste mês de novembro, será o quarto personagem sendo adicionado através de conteúdo adicional (DLCs) ao jogo. Antes Andy Bogard, Ken Masters também de Street Fighter, Joe Higashi e agora Chun-Li. Outro que está no roadmap, mas apenas no início de 2026 do lendário Mr. Big.

Chun-Li mostra sua elegância e poder em Fatal Fury: City of the Wolves.
(Reprodução)

Mas qual seria o preço a ser pago para jogar com nossa lutadora que consegue domar Ken e Ryu? A resposta é simples — Como o título possui a versão FATAL FURY: City of the Wolves Special Edition, nessa automaticamente todos os personagens da Season Pass 1 estão inclusos. Ao adquirir o jogador consegue desfrutar de cada momento e suas habilidades sem a necessidade de comprar avulso cada personagem. Além disso, atualmente a SNK Corporation comercializa só esta edição, em outras palavras, todos os jogadores que possuem esta versão podem jogar.

Data oficial de lançamento de Chun-li em Fatal Fury: Cotw

Tudo bem, deve está se perguntando quanto vai custar, é simples de tempos em tempos a empresa costuma efetuar ofertas nas plataformas que o jogo foi lançado. São elas: PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S e PC Windows via plataforma Steam e Epic Games Store. Pesquisando nessas plataformas constatei que para PC o valor é de R$ 249,00; no Xbox R$324,27 e PlayStation R$319,90. Agora você possui um novo ânimo para retornar ao jogo ou obter, já que Chun-Li está pronta para exibir seus dotes marciais Cotw em 5 de novembro de 2025.

Galeria de imagem da personagem no jogo:

Um trailer oficial foi lançado exibindo o que ela sabe fazer de melhor, trazer maestria com seus golpes suaves e combos profundos. Você consegue assistir ao vídeo no início desta publicação em combates com diversos outros lutadores. A melhor que sua trilha temática estará presente.

Antes que eu me esqueça, eles também publicaram uma animação entre Chun-li e a Mai, em formato de anime, instigando os fãs para esse confronto, que você assiste a seguir.

FATAL FURY x STREET FIGHTER|Animated Trailer

Enfim, a quarta adição do DLC Season Pass 1 de Fatal Fury: City of the Wolves com Chun-Li será lançado nos consoles PS4, PS5, Xbox Series e PC (via Steam e Epic Games Store). O jogo foi oficialmente em lançado em 24 de abril de 2025.


Fique ciente que o MeUGamer não possui vínculo com as empresas e marcas citadas nesse artigo. Apesar do nosso veículo ter sido o primeiro site latino americano ter publicado uma gameplay oficial do jogo presencial na Evo Japan 2024. Não foi possível desenvolver uma análise completa para os nossos leitores devido a não liberação da chave do jogo por sua assessoria no Brasil. Mas como jogamos previamente sabemos da qualidade do título.

Dispatch merece uma versão dublada para ficar perfeito

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Luminar e Robert Robertson em destaque em Dispatch, simbolizando a força narrativa e o potencial de uma versão dublada brasileira.
Imagem editada/Reprodução

“Dispatch” é um sucesso inegável, com seus episódios disponibilizados semanalmente para PlayStation 5 e PC (Windows) via Steam. Focado em elementos narrativos no estilo graphic novel, o jogo gira em torno da Superhero Dispatch Networking (SDN) — ou simplesmente RES, na tradução da sigla para o português brasileiro.

A Adhoc Studio reuniu diversos atores de voz para dublar o jogo, que possui muitas linhas de diálogo, e a dublagem é fundamental para que os jogadores se envolvam completamente na trama. Mas, considerando os personagens e a maneira como a indústria dos games — e a comunidade apaixonada por histórias originais, mesmo quando se tratam de sátiras da cultura popular — reage; é inegável que já temos diversos heróis carismáticos que merecem ainda mais destaque.

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Devido à construção do enredo, durante as missões, as conversas entre Robert Robertson, o Mecha Man, e os demais super-heróis são inevitáveis. Como há cruzamento de falas, quem estiver jogando fora do idioma nativo pode não compreender bem as conversas, comprometendo o entendimento da história e a estratégia de envio dos heróis para cada missão. De fato, o jogo possui suporte de localização e interface para vários idiomas, inclusive o português do Brasil. Se isto não fosse o suficiente?

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Para deixar essa trama ainda mais intensa e perfeita, imagine grandes dubladores brasileiros dando vida a esses personagens com suas vozes marcantes — seria algo fantástico. Talvez possamos até dizer que Robert Robertson, Luminar, Invisiva, Chase, Sonar e outros personagens cairiam muito bem com vozes nacionais.

Seria impossível isso acontecer?

O jogo começou com dois capítulos por semana, liberados pela desenvolvedora em suas respectivas plataformas. Segundo o SteamDB, o pico de usuários no lançamento foi de quase 8 mil jogadores simultâneos. Porém, quando os episódios 3 e 4 foram disponibilizados, esse número saltou para quase 66 mil jogadores.
Considerando que cada episódio tem cerca de 45 a 50 minutos, e o pico médio permaneceu entre 18 e 20 mil jogadores, podemos afirmar que as vendas estão excelentes — apenas no PC, sem contar os jogadores do PS5.

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Sei que os brasileiros gostaram do jogo e estão fascinados por ele. Só pelo alcance que nosso site obteve, com artigos em primeiro lugar. Além dos diversos vídeos nas plataformas como o YouTube —; onde criadores de conteúdo vêm recebendo milhares (e até milhões) de visualizações — já é um fato: os brasileiros querem saber mais sobre Dispatch, sua trama e o desfecho de cada personagem.

Uma versão dublada pode acontecer?

Olhando para o mercado, acredito que a Adhoc deveria considerar, quando todos os oito episódios forem lançados oficialmente e o saldo for positivo, uma versão dublada em português brasileiro — mesmo que tardiamente. O fato não é inédito, já que estúdios quando seu jogo se transforma em sucesso mundial, acabam publicando após um tempo atualizações de suporte de idioma para outras regiões.

Isso mostraria respeito não apenas aos jogadores, como também àqueles que, infelizmente, não possuem domínio do idioma original do jogo. Como mencionei em publicações anteriores, basta que histórias originais sejam bem construídas para darem certo, respeitando o feedback da comunidade que busca experiências de ação, estratégia e narrativa — como é o caso de Dispatch.
Se a indústria ouvir o que os jogadores desejam em escala macro, e não micro, os resultados aparecem — e os estúdios não correm o risco de fechar, mantendo propostas que realmente agradam seus verdadeiros fãs.

Caso ainda não conheça o jogo, recomendo acessar sua demonstração gratuita no Steam e mergulhar nesse universo de super-heróis que parecem ser verdadeiros “faz-tudo” — no sentido literal da palavra.

Nosso site segue apoiando e incentivando estúdios independentes. Se estiver considerando adquirir o jogo, adicione-o à sua lista de desejos — isso ajuda na sua visibilidade nas plataformas em que está sendo lançado.

Por fim, se quiser conhecer mais sobre os episódios 1 e 2, além dos 3 e 4, analisamos cada um deles em detalhes. Uma review completa também estará disponível em nosso site para suas considerações.
Para jogar, basta acessar a plataforma que você possui: PlayStation (via PS Store) ou PC (via Steam).

O fim dos Super Sentai está próximo no Japão — Rumor

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Foto promocional de uma equipe Super Sentai: cinco heróis com trajes coloridos e capacetes, em pose de ação sobre fundo urbano. A imagem ilustra um artigo que relata rumores do possível fim da franquia Super Sentai no Japão.
Imagem reprodução

Caros, essa semana fomos pegos de surpresa com informações sobre o possível encerramento de Super Sentai. Direto do Japão, um site publicou a notícia de que Super Sentai estaria com os dias contados. Segundo eles, Number 1 Sentai Gozyuger seria a última série exibida pela TV Asahi. São mais de 50 anos de história, alegrando gerações e revelando vários atores para o show business japonês. Além de grande popularidade nos anos 80, 90 e início dos 2000 em território brasileiro, com as exibições de equipes marcantes.

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O site diz que as produções não estão sendo mais rentáveis, com queda de vendas e audiência. E é verdade que Super Sentai vem em baixa nos últimos anos. Mas também é compreensivo entender o motivo. Desde a separação de Power Rangers, a Toei e a Bandai praticamente pararam de divulgar a franquia fora da Ásia. Enquanto isso, Kamen Rider e Ultraman estão sendo lançados mundialmente, até com simulcast, o que ajuda muito nas vendas.

Dublagem brasileira de Kamen Rider Zeztz encanta fãs
(Divulgação)

No Japão ainda tem outro problema: a baixa natalidade. O público infantil e adolescente vem diminuindo, então o conteúdo acaba perdendo o foco. Mesmo assim, a franquia virou um símbolo do Japão, e vários atores de temporadas antigas já fizeram publicações tristes, se despedindo. A notícia repercutiu em vários sites e programas de TV, como o maior portal britânico BBC. Não encontramos nenhum comunicado oficial da TV Asahi ou da Toei comentando do encerramento desta mítica franquia.

É o fim dos personagens do Super Sentai?

Alguns meses atrás, o produtor Shinichiro Shirakura chegou a comentar numa entrevista que a franquia passaria por mudanças, inclusive de nome, pra tentar alcançar o público ocidental.

Agora, falando por mim: eu não acho que essa saga vai acabar. Isso é mais uma reformulação. Já há rumores de uma nova equipe com temática ninja e de feiticeiros. Sou fã de tokusatsu há mais de 15 anos e, desde que entrei nesse meio, ouço falar que Super Sentai está falindo. Então é melhor esperar para ver o que vai acontecer — quem sabe a gente não se surpreende?

Não podemos esquecer que Super Sentai é parte da cultura japonesa, e enquanto existir fãs que consome o material criado, o espírito Sentai vai continuar vivo.

Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle

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Dispatch episódios 3 e 4 com uma reviravolta que abala alguns personagens.
Crédito: AdHoc Studio/Editado por Jefão Calheiro

Rotatividade e reestruturação estão mais para pavio curto e controvérsia na equipe-Z de Dispatch nos episódios 3 e 4.
Essa é minha segunda análise dos novos episódios disponibilizados pela AdHoc Studio — com um total de oito até 12 de novembro — e traz uma nova ideia do que podemos esperar no decorrer da trama. Agora que Robert Robertson já se habituou à SDN para controlar os vigilantes da RES, chegou o momento de coordenar novos ares, explorando se está realmente capacitado para um relatório da equipe-Z. Você pode ler sobre as primeiras impressões dos episódios 1 e 2 aqui.

Quando a Loira Luminar (Blonde Blazer) o convidou para treinar esta equipe de novatos — que podemos dizer ser uma espécie de Esquadrão Suicida — e mostrar que todos podem se redimir, não haveria controvérsia em — alerta de spoiler — cortar um membro da equipe ao término do próximo turno.

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 100

Você pode pensar que isso não faz sentido e foge da proposta que Luminar lhe encarregou. Porém, em uma das cenas há um quadro de pontuação de todos os super-heróis que a agência controla. Justamente os membros da nossa equipe estão nas piores posições. Antes de um pré-julgamento, tenha em mente que os heróis prestam serviços, e com pontuações baixas geram mais prejuízos que lucros e benefícios.

Estamos falando de um local onde conviver com os Supers é algo normal. Provavelmente a RES não é a única a atuar nessa empreitada e, sendo uma agência, aparecem heróis ou pseudossupers que buscam oportunidades. É duro e complicado, mas se é para representar uma novel que tenta simular um cotidiano real, eles conseguiram fazê-lo. Estranhamente, ou por dedução, eu já tinha em vista qual personagem cortaria: pela minha jogatina dos dois primeiros episódios, era a que menos entregava missões bem-sucedidas.

A trama condiciona o jogador a forçar um corte. Fica nítido que, no primeiro turno de Robert no episódio 3, há questionamentos dos membros da equipe-Z, que recusam em massa serem enviados para as tarefas — até mesmo aqueles com habilidades suficientes para executá-las com sucesso. Logo entendi que era para causar uma reflexão sobre quem seria sua escolha para eliminar do grupo.

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 101

Nesse ponto, senti que acontece um furo narrativo nas escolhas. A princípio, o melhor da equipe — que tinha mais sucesso nas missões — é exibido entre as opções de corte. Como não olhei outros vídeos nem recomecei o capítulo para não perder minha linha narrativa, não sei se isso muda conforme as escolhas antes das missões decisivas. Se for pré-scriptado, algo que saberei em pouco tempo. Fica claro que ainda se mantém o sistema de escolhas sem muita surpresa nos finais alternativos como na época da Telltale. Isso não é um problema quando estamos focados na trama central — recuperar o traje do Mecha Man.

Nessa altura do campeonato percebemos que o roteiro possui um favorito, e não é Luminar, mas aquela personagem que você desejaria ter expulsado do grupo no segundo episódio. Recapitulando, nossa equipe que controlamos possui inicialmente Sonar, Flambae, Invisiva, Golpe Baixo, Prisma, Malévola e Golem.

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 102

Qual o motivo de eu ter listado os personagens? É que, se fosse para escolher, qual você cortaria?

É difícil, quando os diálogos são bem escritos, até designar essa escolha fica complicado. A explicação da classificação dos 48 heróis da RES não convence. Mas, como já expliquei, negócios são negócios. O que talvez o plot iniciado ao término do segundo episódio com Fenomenomem vai além de um simples “chad” da Luminar. Optei por retirar da equipe-Z Coupé — personagem com alguns poderes interessantes, mas com um instinto brutal — diferente da Invisiva, que estava no páreo. Ela não recebeu bem a notícia e fica claro que há um ressentimento. Assim posso encerrar o episódio 3 de Dispatch.


O começo da reestruturação da equipe-Z de Dispatch…

Iniciando o episódio 4, chegou o momento de trazer alguns elementos mais técnicos, começando um caos no noticiário. O grande Fenomenomem aparentemente está abalado. Recomendo também ligar o modo censura caso esteja transmitindo ao vivo para seus seguidores, pois cenas mais libidinosas podem ocorrer com uma das personagens.

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 103

Suas missões de apoio, como hackeamentos, são mais exigentes. Apesar de ter lidado bem com a maioria, desta vez há um antivírus que consegue nos impedir de prosseguir. Citei antivírus porque estamos acessando os sistemas de segurança — e essa programação persegue nossa esfera. Senti que em alguns puzzles esse elemento nos persegue de forma quase impossível de ultrapassar suas linhas defensivas. Fora que utilizar o teclado ou controle e lembrar das sequências pode retardar. Ainda assim, achei fácil esses quebra-cabeças, que são interessantes. Recomendo anotar em algum local caso não tenha uma memória para guardar sequências.

À medida que avançamos no turno de trabalho e as missões são bem-sucedidas, os super-heróis vão aumentando pontos para adicionar em seus atributos. Nesse ponto, fica claro que cada um deve ser utilizado conforme sua aptidão — sim, percebemos isso desde o início, mas no episódio 4 isso é mais explorado. Há opções de treinar o herói e aprimorar seus poderes secretos.

Embora seja controverso, enviei heróis com poder suficiente para preencher ou superar o gráfico do desafio no pentágono de julgamento. Simplesmente parecia proposital cair na parte que dava derrota aos nossos heróis, mesmo com probabilidade alta de sucesso. Vou acreditar que foi o acaso da sorte e não manipulação do roteiro.

Agora que Coupé foi removida da equipe, o clima ficou tenso entre Robert Robertson e sua equipe-Z — principalmente quando o personagem Golpe Baixo parecia ter um “date” com ela.

Se tratando de uma agência de trabalho, sempre que sai um funcionário é preciso recompor a vaga. Citei que Fenomenomem, considerado o principal herói da RES, estava abalado e suspenso de seus trabalhos. Entretanto, como Robertson possui a importante missão de reintegrar os heróis, ele ganha uma oportunidade para trabalhar na equipe. É claro que recusei e escolhi Aquaboy (Waterboy) — sim, fiz essa escolha. Minha intuição diz que esse personagem terá grande importância nos demais capítulos. Quando forem jogar, vão compreender o motivo dessa escolha ter sido surpresa na minha decisão (risos).

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 106

A Loira Luminar não discorda dessa decisão — afinal, ela também não está segura quanto ao grande herói na equipe-Z. Por outro lado, Robert possui uma pequena atração por ela, e no quarto episódio há uma visão mais profunda entre vários personagens sobre desejos e vontades.

Aceitação

Com Aquaboy no grupo, o “bullying” corre solto, pois, na concepção dos demais heróis, ele é um fracote e só possui o poder limitado de transpirar e borrifar uma pequena quantidade de água pela boca. Acredito que ele não saiba utilizar seus reais poderes ou esteja escondendo o jogo — esse foi o motivo de tê-lo integrado ao time. Na minha opinião, faz total sentido, ou posso estar enganado no desenrolar dos episódios seguintes.

Lá vem nosso último turno na jornada e peregrinação pela recuperação do Mecha Man. Não mencionei no início, mas Royd, o grandão do “soquinho do banheiro”, tem feito um trabalho interessante nessa reconstrução. Em uma dessas missões para ajudar os clientes da RES, eis que aparece: a antiga gangue da Coupé, parece que retornou ao mundo do crime —; não é minha culpa…. Como havia várias missões ao mesmo tempo, acabei não conseguindo clicar no tempo correto para investigar esse fato.

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Dispatch: Episódios 3 e 4 testam sua autoridade e controle 107

O que faz uma pessoa se decepcionar? Só falta dizer que é a sociedade que causou isso nela. A questão é que teremos mais um problema para resolver. Ela ainda não seria a algoz desse jogo, mas sabemos que Robert Robertson possui um inimigo que foi responsável pela destruição do Mecha Man: Willem Vanderstenk. E o enigmático Dopple também deve ter algum papel de vilania até o fim desta temporada.


Gamerdito: um veredito dos episódios 3 e 4 de Dispatch

Com o avanço desses novos episódios, posso constatar que o terceiro inicia um pouco corrido e tenta criar uma ponte para retirar um membro da equipe — mesmo que não bem construída. Ainda assim, a vontade de saber quem é o vilão ou o possível traidor da equipe nos instiga. É por isso que Dispatch conseguiu atrair nossos olhares.

Tratando-se de uma IP (Propriedade Intelectual) nova, sem muitos detalhes, a curiosidade é um aliado. O cansaço físico e mental de Robert Robertson — e até mesmo essa “férias” que ele tanto precisava — mostram que seu autocontrole é uma prova do quanto ele estava necessitando se afastar do combate direto ao crime. Mas herói de verdade nunca consegue ficar longe da ação, e sua vontade de retomar o manto ou traje mecânico de Mecha Man é o gatilho para continuar.

Eles tentaram adicionar uma carga dramática, transformando Robert quase em um psicólogo dos super-heróis, passando sua experiência aos demais. Algumas ações mais interativas, como no primeiro episódio, não existem nesses dois novos — o que poderia ter sido melhor elaborado. Por outro lado, o mapa da cidade, com mais missões, escolhas e hackeamentos que possibilitam maior controle, ficou interessante. Ainda acredito que deveria haver maior liberdade e opções de escolha sem focar tanto em alguns personagens específicos.

A ligação de Robert com Luminar e sua vontade de tentar impressionar e um afeto outrora quse impossível com Invisiva, sempre impulsiva, pode criar um triângulo instigante no desenrolar da trama. Contudo, a surpreendente revelação ao término do episódio 4 — dependendo da sua escolha — pode estar trazendo o verdadeiro algoz do jogo… ou não.

Dispatch entrega um entretenimento que há muito tempo não gerava tanta comoção na indústria dos games quando falamos do gênero narrativo com clima de quadrinhos e visual novel.
Estou aguardando os episódios 5 e 6 para definir se vão juntar o melhor dos quatro primeiros capítulos e adicionar mais elementos de interação com o jogo.

Por fim, Dispatch está disponível para console de PlayStation 5 e PC Windows via Steam. Fique ciente que o jogo possui legendas e interface localizado para o português brasileiro, os nomes dos personagens estão em sua maioria convertido para o nosso idioma.

Relato de Experiência: Fini e Edifício Rolim animando o Halloween

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Fachada do Edifício Rolim iluminada para o evento de Halloween da Fini em São Paulo.
Imagem reprodução

A visita à experiência no Edifício Rolim iniciou com uma recepção organizada para os participantes em parceria da Fini. Fomos recebidos com cortesias, incluindo pipoca, refrigerantes, água e águas tônicas, em um ambiente de aparente tranquilidade.

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No entanto, este cenário inicial foi interrompido pelo começo da performance. O guia designado para o nosso grupo adotou um personagem hostil, quebrando abruptamente a expectativa. Ele expressou verbalmente seu descontentamento, fazendo comentários depreciativos sobre ter que guiar “influencers de 200 seguidores” e reclamando da ausência de outro convidado. Para intensificar a encenação, ele afirmou que a atividade seria de apenas “15 minutos” antes de nos dispensar para confraternização.

Em seguida, fomos conduzidos a uma sala onde o guia começou a expor a narrativa principal: a história do edifício, que segundo ele, foi local de 20 mortes, a maioria por assassinato. Criando essa imersão que todos tem do Edifício Rolim, ficando conhecido em todo Brasil e programas TELE investigativos e sobre fatos sombrios. A apresentação foi subitamente interrompida por um vídeo que exibia uma invasão zumbi na Praça da Sé.

Este evento marcou o início efetivo do escape room. A atitude do guia se revelou como parte da imersão. A estrutura da atividade lembrava a dinâmica do jogo Left 4 Dead, onde os participantes avançam por zonas de conflito até alcançarem “safe houses” (áreas seguras). No evento, cada andar e corredor percorrido era temático, fazendo referência a um dos assassinatos mencionados na história inicial.

O desafio central consistiu em uma subida progressiva até o décimo andar, uma jornada que gerou considerável adrenalina. Foi oferecida aos participantes a opção de “pedir piedade” para se retirarem do jogo, mas nenhum membro do grupo optou por isso. O percurso exigiu esforço físico, demandando que passássemos por caminhos estreitos e, em certos momentos, que nos movêssemos engatinhados.

Ao atingir o décimo andar e completar o desafio, a atmosfera de tensão foi encerrada e fomos recebidos em um bar. Neste espaço final, os participantes puderam tirar fotos com o “Tubinho” e receberam uma sacola de brindes da Fini, contendo produtos alusivos ao Halloween, como a nova Paçoquita. Essa parceria entre a empresa e a Fini exibe o quanto ela esta centrada com a cultura e entretimento na cidade de São Paulo.

Além disso, um cardápio foi disponibilizado no “Bar do Grito“, oferecendo itens como pizza, tacos, sorvetes e sucos temáticos.

O local também funcionou como um ponto de encontro, permitindo a interação com outros creators e influencers presentes. Embora a temática seja de terror, a experiência desse ano focada na adrenalina e na superação de obstáculos. Foi uma atividade intensa e bem estruturada, recomendada para quem aprecia experiências imersivas.

Os itens disponibilizados durante foram:

Lançamentos Fini Halloween 2025

  • Caveira Recheada: mistura a maciez característica da marca ao sabor inusitado de cereja com nata. A bala chega em duas versões (80 g e 250 g), com embalagens que também funcionam como item decorativo para festas temáticas.
  • Regaliz Terror:  combina amora com capim-limão em uma mordida que surpreende desde o primeiro segundo (disponível em embalagem de 80 g). 
  • Chicle Fúria Ácida: Para quem curte emoções mais intensas, a Fini traz um mix explosivo de morango, manga, maçã verde e tangerina com recheio ácido, perfeito para as brincadeiras (140g) da data.
  • Tubes Boo SG: chega em versão gigante (27 g), com o azedinho clássico da maçã verde com limão e um display temático que promete chamar atenção no ponto de venda.

Halloween com Fini e Edifício Rolim

  • Quando: Até 31 de outubro de 2025
  • Onde: Edifício Rolim – Praça da Sé, 87, Centro Histórico de São Paulo, SP
  • Ingressos e informações: https://edificiorolim.com.br/
  • Horários das salas: das 18 às 22h30
  • Participantes: Até 8 jogadores
  • Telefone: (11) 5148-0046

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade

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Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Quando a Sloclap, estúdio responsável por Sifu e Absolver, revelou que seu próximo projeto seria um jogo de futebol, a comunidade gamer reagiu com desconfiança. Afinal, como uma desenvolvedora reconhecida por títulos de combate e ação poderia inovar em um gênero dominado por gigantes como EA Sports FC e eFootball? A resposta veio com Rematch, uma proposta ousada que ignora o realismo dos simuladores tradicionais e cria seu próprio campeonato, misturando dinamismo, ritmo arcade e uma identidade urbana vibrante.

Rematch não tenta simular o esporte, mas reinventá-lo. O jogo é uma celebração do futebol de rua, reinterpretado sob uma estética moderna e futurista. As partidas acontecem em arenas fechadas nos modos 3v3, 4v4 e 5v5, onde a bola nunca sai do campo e as regras tradicionais simplesmente não existem. Esqueça impedimentos, laterais ou escanteios, aqui, o objetivo é manter o fluxo do jogo constante, com ação ininterrupta e foco total na criatividade.

Cada jogador controla um único personagem durante toda a partida, o que reforça o aspecto coletivo da experiência. O sucesso depende da colaboração, dos passes precisos e do posicionamento inteligente. Quem tenta resolver tudo sozinho logo percebe que Rematch recompensa o jogo em equipe e pune o individualismo.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Jogabilidade simples, mas cheia de profundidade

A jogabilidade de Rematch segue o princípio da simplicidade, mas com camadas de complexidade para quem busca se aprimorar. Os controles são diretos, com botões para passe, chute, carrinho e corrida e permitem variações como passes altos ou chutes com efeito. Essa estrutura clara lembra os clássicos jogos de luta, onde a maestria vem com prática, tempo e leitura do adversário.

Críticas internacionais apontam Rematch como um verdadeiro retorno ao espírito dos jogos esportivos arcade: acessível para iniciantes, mas profundo o suficiente para desafiar jogadores experientes. É fácil de aprender, difícil de dominar e justamente por isso, incrivelmente viciante.

Um dos elementos mais imprevisíveis de Rematch está fora das mecânicas: o comportamento dos jogadores. Em partidas online, especialmente nos modos menores, a cooperação é essencial. A presença de jogadores que se recusam a passar a bola ou ignoram o trabalho em equipe pode comprometer a experiência, mas quando a sinergia acontece, o resultado é pura diversão. Marcar um gol coletivo, especialmente com comunicação ativa entre os membros da equipe, é uma das sensações mais gratificantes do jogo.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Conteúdo, desempenho e promessas futuras

Visualmente, Rematch é uma explosão de estilo e identidade. O uso de gráficos cel-shaded cria um visual vibrante que combina elementos urbanos e futuristas. Os personagens são diversos, com opções amplas de customização, desde próteses e piercings até cortes de cabelo ousados e peles com vitiligo. Essa abordagem torna o jogo não apenas bonito, mas inclusivo, refletindo um compromisso real com a representatividade.

Apesar de seu foco competitivo, Rematch ainda é limitado para quem busca modos solo. Não há campanha nem modo carreira, e o conteúdo offline é restrito, algo que a Sloclap prometeu expandir em 2026 com a adição de partidas contra bots. Tecnicamente, o jogo apresenta desempenho estável, mas ainda sofre com alguns bugs de colisão e falhas de conexão. O cross-play entre plataformas também não está disponível, mas já foi confirmado para atualizações futuras. Já que tiveram que adiar para ajustes finos.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Recentemente, a Temporada 1 com capítulo 2 “Season 1 Chapter 2” do Rematch, lançada em 16 de outubro de 2025, trouxe uma atualização ao Battle Pass com foco em cosméticos temáticos e elementos visuais, incluindo a nova arena Desert Night, que transforma os jogos em um campo sob o céu estrelado do deserto para uma ambientação mais instigante. Entre as recompensas, destaca-se o cosmético Blossom Beard, uma barba florida e estilizada para personalizar personagens, a pose de celebração Holy Moly, que adiciona um toque de humor e surpresa aos momentos de vitória. A bola gratuita Trionda FIFA Cup 26, com design retrô da Adidas, estão disponíveis sem custo extra para todos os jogadores.

De olha nas melhorias e temporadas

O Battle Pass traz tiers desbloqueados por XP e uma mistura de itens gratuitos e premium, incentivando a customização sem sobrecarregar o core do jogo. Complementando o lançamento, o Patch #5, implementado em 22 de outubro de 2025, focou em melhorias no equilíbrio e na estabilidade — especialmente no modo ranked. A atualização introduziu Shields que protegem contra rebaixamentos sem explicação. Agora, os jogadores contam com dois escudos que se esgotam gradualmente em situações de risco, adicionando tensão estratégica sem punições excessivas.

O sistema de RP dinâmico também foi ajustado, equilibrando ganhos e perdas com base no MMR para refletir melhor a habilidade real e reduzir flutuações em sequências ruins.

No gameplay, o meta de volleys foi nerfado, com a altura máxima reduzida para 2,85m e priorização de contestação por proximidade. Já os dives de campo agora possuem recuperação mais lenta e animações menos agressivas em baixa stamina, visandoum equilíbrio mais tático.

Além disso, o patch trouxe correções extensas em diversas mecânicas. As animações de goleiros foram polidas para evitar cancels em dribles e sumiços de bola. Os tackles eliminaram rollbacks e snaps indesejados. Os controles de bola tiveram travamentos pós-gol e direções erradas em sprints corrigidos. O fluxo de partidas também foi otimizado, garantindo scoreboards consistentes em reconexões.

O resultado é uma experiência online mais estável e menos frustrante, embora ainda persistam problemas conhecidos, como pings altos no kick-off e crashes raros, que aguardam futuras atualizações.

No geral, essas novidades e refinamentos elevam o Rematch como um arcade de futebol mais acessível e polido, ideal tanto para sessões casuais quanto para disputas intensas.

Parcerias com jogadores reais fazem parte do roadmap do jogo como o craque brasileiro que deixou sua marca nos gramados Ronaldinho Gaúcho.

rematch skin ronaldinho gaucho
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Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Rematch?

Disponível para PCXbox Series X/S e PlayStation 5 e incluído no catálogo do Game Pass, Rematch entrega um pacote honesto e direto, sem microtransações agressivas. É uma experiência multiplayer pura, construída sobre diversão orgânica, ritmo intenso e competitividade saudável.

Mais do que um simples jogo de futebol, Rematch representa o encontro entre a ação e o esporte. A Sloclap aplica seu domínio sobre mecânicas de combate para transformar o futebol em algo novo: ágil, estiloso e com alma.

A trilha sonora do jogo não chama tanto a atenção, a falta de conteúdo offline, faz com que essa parte do jogo fica meio perdido e a parte do jogo em si, mas, algumas músicas conseguem se destacar em meio a playlist selecionadas.

Para quem procura um título esportivo diferente, que valoriza criatividade e trabalho em equipe em vez de realismo, Rematch é um verdadeiro golaço, um lembrete de que o futebol digital ainda pode surpreender.

Review | Rematch: o novo jogo da Sloclap que reinventa o futebol com ação, estilo e criatividade
Imagem: Sloclap

Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, enredo e jogabilidade é de nota 7./10.

Agradecemos à Sloclap e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de Rematch no PC Windows via Steam. Esta review tem como objetivo orientar nossos leitores sobre se vale a pena ou não jogar.


Fique ciente de que nossas análises no MeUGamer são técnicas e sem qualquer vínculo com as marcas, mesmo quando elas fornecem as chaves para uma review profissional.

Arc Raiders é o novo sucesso da plataforma Steam

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Os números de Arc Raiders já eram positivos no teste do server slam — até publicamos uma prévia desse playtest em nosso site. O que talvez não fosse tão esperado era o sucesso de vendas que o título alcançaria já no lançamento oficial, em 30 de outubro de 2025, para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, reunindo milhares de jogadores simultâneos. Vale lembrar que o shooter de extração PvPvE não é gratuito e possui um preço no Brasil na faixa dos títulos double-A.

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A Embark Studios, desenvolvedora do jogo, é a mesma responsável pelo shooter multijogador The Finals. Mas Arc Raiders já se tornou o título pago mais lucrativo do estúdio no Ocidente. Usuários de The Division e jogos similares são os que mais podem se atrair pelo gênero. Além disso, a possibilidade de jogar em modo cooperativo com amigos atiça ainda mais o instinto competitivo.

Nas primeiras horas, mais de 262.424 jogadores estavam simultaneamente conectados na versão para PC (Windows) pela plataforma Steam, segundo dados do SteamDB — surpreendendo até os mais céticos. O título chegou a superar The Finals, que havia registrado um pico de 242.619 usuários no lançamento. Em outras palavras: mesmo sendo um jogo pago, se conseguir agradar o público, ele pode superar o acesso de títulos gratuitos.

Os desenvolvedores informaram que planejam expandir os recursos atuais e lançar novos conteúdos — incluindo mapas, missões, armas, atualizações de jogabilidade, melhorias voltadas para a comunidade e muito mais — para manter a experiência em constante evolução. Sem que os usuários percam o interesse de jogar em poucos dias.

Quando joguei, pude analisar diversos pontos interessantes — inclusive a tensão provocada pelos drones que estão sempre nos vigiando e monitorando nossa posição. Cada ruído é um alerta para ficar atento à chegada de inimigos. Seja enfrentando IA ou jogadores reais, a estratégia de avanço é o que define uma boa tomada de posição. Escolha bem seus equipamentos com base nos itens que possui, parta como Raider e deixe seu nome marcado na galáxia.

Um trailer oficial de lançamento do jogo pode ser assistido no início desta publicação.

Por fim, ARC Raiders já está disponível para PC através da Epic Games Store e Steam, PlayStation 5, Xbox Series X|S e também via streaming na nuvem pela Nvidia GeForce NOW.

Participe do novo teste beta para World of Warcraft: Midnight

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Arte oficial de World of Warcraft: Midnight destacando o novo teste beta e o clima sombrio da expansão.
(Divulgação)

A Blizzard confirmou que o próximo teste beta de World of Warcraft: Midnight ocorre em 11 de novembro de 2025. Os fãs da franquia que fizeram sua inscrição antecipada e foram selecionados vão poder conhecer um pouco mais desta fase —; inclusive aqueles que efetuaram a pré-venda da Epic Edition da expansão, para aproveitar cada momento dessa jornada. O intuito dos desenvolvedores é receber o maior número possível de feedbacks para correção e aprimoramento antes do lançamento oficial de Midnight.

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Lembrando que World of Warcraft é uma das franquias mais longínquas da indústria dos games, desde 1994. Desde então, muitas versões e aprimoramentos foram lançados até se tornar uma atualização contínua online, recebendo uma legião de jogadores apaixonados pelo conceito de sua gameplay. Caso ainda não conheça a franquia, ou seja um jogador pensando em retornar, recomendo participar desse teste — quem sabe seu desejo de retomar ao jogo acenda! Também fiz o teste de inscrição, que continua ativo no site oficial do jogo.

Antes de iniciar seu cadastro, você será convidado a fazer um tour pela moradia apresentada em Midnight e observar toda a decoração e design que o aguardam. Estou publicando o link para facilitar o acesso — escolha a plataforma na qual possui uma conta para que o login seja realizado com sucesso. O teste é gratuito sem a necesidade de uma aquisição nesse momento.

O que há de novo nesse teste de World of Warcraft: Midnight?

Segundo informações da própria desenvolvedora, nesta fase beta os jogadores poderão aproveitar recursos futuros, incluindo as campanhas de missão de progressão. Além da central de jogadores renovada da Floresta do Canto Eterno e de Luaprata (entre outras áreas), há o sistema de Presa, a nova raça haranir e mais novidades. Nas fases futuras do beta, também haverá testes de raide de chefes, ampliando o feedback do jogo.

world of warcraft midnight novo teste beta pacotes
Participe do novo teste beta para World of Warcraft: Midnight 139

Ainda este ano, a MSI elaborou uma parceria para escolha do nome da próxima placa de vídeo deles inspirada na franquia, e os usuários podem votar o lado desejado.

Por fim, aproveite para se inscrever e jogar quando o convite chegar à sua caixa de e-mails, enviado pela Blizzard. O lançamento está previsto para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) em 2026.

Unlock CCXP25 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro

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Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

A edição do Unlock CCXP25, evento de negócios da CCXP de 2025, apresenta São Paulo como um dos principais polos estratégicos do mercado audiovisual na América Latina. O encontro reunirá instituições públicas, associações setoriais e mais de 20 compradores internacionais, com foco em cinema, animação e plataformas de streaming. Realizado entre 3 e 7 de dezembro de 2025, no São Paulo Expo, o evento busca impulsionar o setor, conectando quem produz, distribui e comercializa conteúdo nas áreas de cinema, TV, games e entretenimento digital.

O Unlock CCXP25 fortalece sua atuação por meio da ampliação de parcerias com 14 entidades setoriais do audiovisual. Entre elas estão: Abragames, ABRANIMA, Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais, APACI, APAN, API, BRAVI, CBL e SIAESP. Essas organizações participam ativamente da curadoria de conteúdos, organização de sessões de pitching e mobilização de compradores internacionais.

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Inspirado na experiência da gamescom latam, que movimentou mais de US$ 150 milhões em negócios no último ano, o Unlock combina o modelo B2B consolidado no setor de games com a força da marca CCXP, criando uma plataforma capaz de posicionar o audiovisual brasileiro no mercado global. Gustavo Steinberg, diretor do evento, afirma que:

“Nosso objetivo é unir a expertise da gamescom latam com a força da CCXP e a representatividade das principais associações do setor, criando um ambiente realmente efetivo para o crescimento do audiovisual brasileiro.”

Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

Com curadoria de Eliana Russi, o Palco Visão contará com mais de 20 horas de programação na trilha Telas e Plataformas. Entre os palestrantes confirmados estão nomes de destaque do audiovisual, como Miguel Falabella, Márcio Fraccaroli (Paris Filmes), Ernesto Paglia, Debora Ivanov (Gullane Filmes), Fábio Lima (Sofá Digital), Alex Braga (Ancine), Sara Pichelli, Zé Brandão (Copa Studio) e Reynaldo Marchesini (Flamma).

A lista de empresas estrangeiras participantes inclui The Playmaker (Alemanha), Austral Films (Argentina), Clara Films (Chile), Entermode Co. (Coreia do Sul), Folivari (Espanha), Local Films e Indie Sales (França), The Open Reel (Itália) e OV Entertainment Group (Portugal).

Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

Painéis confirmados

Entre os destaques da programação estão:

  • Entre Risos e Roteiros – Ale McHaddo entrevista Paulo Cursino sobre sua trajetória nas comédias brasileiras;
  • Sem Roteiro com Miguel Falabella – Bate-papo entre Miguel Falabella e Filipe Fratino sobre teatro, cinema e streaming;
  • Do Sketch ao Mundo – Animação Sem Fronteiras – Com Zé Brandão, Reynaldo Marchesini, Aline Belli e Igor Bastos, mediação de Mariana Toledo (Tela Viva);
  • Documentário Sem FronteirasFernando Dias e Ernesto Paglia debatem o alcance global das narrativas documentais;
  • Jaspion: Do Cult ao BlockbusterVictor Sato apresenta os bastidores do novo filme brasileiro de super-herói;
  • Play, Pipoca & BilheteriaFábio Lima e Márcio Fraccaroli discutem os caminhos da distribuição no Brasil;
  • Cutscene: Quando o Cinema Entra no Jogo (e o Jogo Invade as Telas) – Painel sobre a convergência entre cinema, games e streaming, com Rodrigo Terra, Carlos Estigarribia e Bernardo Mendes, mediação de Pablo Miyazawa.

O Palco Prisma, com curadoria de Camila Andrade, trará debates sobre as transformações culturais e tecnológicas que moldam o entretenimento contemporâneo, abordando temas como o impacto dos algoritmos e o fortalecimento do soft power brasileiro.

Unlock CCXP 2025 amplia parcerias e anuncia painéis para fortalecer o mercado audiovisual brasileiro
Imagem: CCXP

Apoio institucional e importância estratégica

O Unlock CCXP25 conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, e também da Prefeitura de São Paulo. Além disso, destaca Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo que:

“São Paulo é hoje o maior centro de produção e difusão do audiovisual brasileiro, e iniciativas como o Unlock CCXP reforçam o papel estratégico do Estado na articulação entre criadores, empreendedores e investidores.”

O evento é uma realização da Omelete Company, em parceria com a Secretaria da Cultura. A proposta é transformar o Unlock CCXP 2025 em um ambiente de negócios e reflexão sobre o futuro da cultura pop e das indústrias criativas, com foco especial em audiovisual, publicidade e streaming.

Os ingressos para a CCXP25 podem ser adquiridos no site oficial do evento.


MeUGamer continuará acompanhando todos os anúncios e atrações da CCXP25. Fique ligado para mais atualizações exclusivas sobre o maior evento geek do Brasil.