A THQ Nordic publicou recentemente um novo trailer de Wreckreation, o mais novo título de corrida que segue a linha de Wreckfest, agora com um ar mais voltado para construção e destruição. O sandbox também está desembarcando na velocidade — não que isso seja uma novidade —, mas percebi que o foco é explorar e construir elementos para trazer imersão onde quer que seja.
Uma novidade interessante é que a Three Fields Entertainment, o estúdio por trás de Wreckreation, foi fundada por Alex Ward e Fiona Sperry — os mesmos criadores da série original Burnout, na Criterion Games. Portanto, esse título é considerado um sucessor espiritual de Burnout.
Em outras palavras, você conseguirá adicionar rampas e elementos de desafio nos locais que sua imaginação mandar. Será possível correr em pistas de ruas sérias, adicionar dificuldade e controlar o clima e o trânsito dos carros para aumentar o desafio — e muito mais. O jogador deve ter em mente que este jogo é para aqueles que gostam de ir além dos limites para alcançar objetivos e quebrar recordes impossíveis.
Wreckreation é o novo sandbox de corrida para os fãs de Burnout 4
Desde uma pista de avião até locais fechados nas alturas com pistas aéreas, o fator adrenalina estará presente. O interessante é que os jogadores também poderão competir entre si no modo online, ganhando pontos de experiência (XP) e colocando seus nomes entre os melhores no ranking global. Dominar os momentos corretos para drifts e acelerar utilizando o turbo para uma carga maior de velocidade definirá os vencedores.
A física é o de menos, mas saber quando e como pegar as rampas, ultrapassar os carros ou bater corretamente para tirá-los da frente fará uma diferença enorme. Pois, com baixa velocidade, seu carro não terá força para tirar outro da pista — e as consequências podem ser grandes, como ter que pegar o último refresh para retomar ao jogo. Todos os objetivos vão testar suas capacidades de controlar e saber a melhor estratégia para superar um obstáculo.
Um jogo de corrida sem trilha sonora imersiva não é jogo de corrida. E este contará com faixas para todos os estilos — desde música clássica até rock n’ roll. Posso dizer, que o usuário terá uma experiência de outros jogos como o próprio Trackmania e Hot Wheels em momentos de loopings.
Wreckreation é o novo sandbox de corrida para os fãs de Burnout 5
O trailer deixa claro o quanto esse desafio é único para quem gosta da franquia e quer ver um spin-off sem perder a essência. Também estarei publicando no futuro minhas impressões sobre o jogo e direi o que achei após horas de gameplay. É o mínimo que os gamernéfilos necessitam para saber se valerá ou não a compra no lançamento.
Com mais de 50 carros personalizáveis e mais de 400 quilômetros quadrados de mundo aberto para explorar, Wreckreation prospecta entregar exatamente o que os fãs de velocidade desejam — um jogo para passar horas jogando com diversão.
Wreckreation é o novo sandbox de corrida para os fãs de Burnout 6
Por fim, Wreckreation possui lançamento oficial marcado para 28 de outubro de 2025, nos consoles PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) via Steam.
A Square Enix está trazendo de volta dois jogos que marcaram época, agora com visual renovado para a nova geração. Dragon Quest I & II HD-2D Remake será lançado em 30 de outubro para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Switch 2 e PC (via Steam e Microsoft Store). Além disso, já publicamos anteriormente avisando deste lançamento e como essa franquia é nostálgica.
O jogo é desenvolvido pela Square Enix em parceria com a Artdink, sob a supervisão da Team Asano, e reúne os dois primeiros capítulos da Trilogia Erdrick, conectados entre si — o segundo é uma continuação direta do primeiro.
(Divulgação)(Divulgação)
Sinopse — Dragon Quest I
Nesta aventura, acompanhamos o descendente de Erdrick, que precisa derrotar o vilão Dragonlord e restaurar a paz no reino de Alefgard, agora tomado por monstros e ameaças após anos de tranquilidade.
Sinopse — Dragon Quest II
A história se passa anos depois do primeiro jogo. Vários reinos prosperam, mas uma nova ameaça surge. O jogador controla os príncipes e princesas descendentes de Erdrick, que devem enfrentar o mal e honrar o legado do lendário herói.
Um dos grandes destaques do remake é o visual HD-2D, que combina pixel art clássica com gráficos 3D modernos. O jogo está visualmente impressionante e traz várias melhorias de jogabilidade, mantendo o charme retrô característico da franquia.
Destaques e melhorias?
Batalhas com múltiplos inimigos em DQ1: agora, mesmo controlando apenas um personagem, é possível enfrentar vários inimigos ao mesmo tempo, tornando os combates mais desafiadores.
Qualidade de vida: o jogo inclui marcadores de objetivos, batalhas automáticas, modo acelerado, dicas de fraquezas dos inimigos e menus atualizados.
Conteúdo adicional: novas áreas, histórias extras e possíveis novas habilidades e mecânicas.
Bônus e extras: jogadores com save do Dragon Quest III HD-2D Remake receberão trajes especiais — um traje de cachorro em DQ1 e um de gato em DQ2.
Pré-venda: garante um kit de viagem com itens úteis no início da jornada, como sapatos e sementes que aumentam força, defesa, agilidade, HP e MP.
Neste jogo, agora você pode escolher nas configurações se deseja exibir a localização de zonas ocultas (locais secretos) no campo, bem como a posição de baús de tesouro em cidades e masmorras no mapa.
Informações importantes
Sem upgrade gratuito entre Switch e Switch 2. Quem comprar a versão de Switch poderá jogar no Switch 2, mas o jogo rodará como a versão original.
Saves não compatíveis entre as duas versões.
Preço de lançamento: Na versão de PC via Steam é de R$ 249,90, Nintendo Switch por R$ 299,90 e Playstation Store em R$339,90.
Este remake é ideal para fãs de RPG que desejam revisitar grandes clássicos dos JRPGs, repletos de história e exploração, mas agora com sistemas modernos e interface aprimorada. É uma ótima opção tanto para quem jogou o remake de Dragon Quest III e quer completar a Trilogia Erdrick, quanto para novos jogadores que desejam conhecer o início da saga com uma abordagem moderna e polida.
Com base no que foi mostrado até agora, é possível esperar um remake que respeita o material original, com melhorias gráficas e também na jogabilidade, mecânicas e ritmo, sem perder o charme retrô que torna Dragon Quest uma das franquias mais queridas do gênero.
No dia 21 de outubro de 2025, a Samsung exibiu mais do seu Galaxy XR, que já está disponível comercialmente nos Estados Unidos e na Coreia do Sul. A apresentação de lançamento contou com uma transmissão ao vivo na plataforma do YouTube e também com convidados presenciais. A condução foi feita por Jay Kim, Head of Customer Experience (Chefe de Experiência do Cliente) e KihWan Kim, Head de VR.
Ao longo de quase uma hora — o vídeo está disponível no início desta publicação — a apresentação mostrou as possibilidades do Galaxy XR. Sabemos que a Samsung tem tradição em qualidade tecnológica, e essa nova imersão busca consolidar a marca entre outras empresas que investem em realidade virtual. O palco também contou com Sharam Izadi, VP & GM of XR do Google, que comentou sobre a parceria entre as empresas.
Vale lembrar que há tecnologia da Qualcomm, uma das pioneiras quando pensamos em dispositivos móveis. Eles adicionaram diversos elementos de IA (inteligência artificial) para oferecer maior imersão, pois a plataforma é baseada nos padrões da OpenXR e utiliza WebXR, o que facilita o uso no Android XR e entrega vantagens ao funcionamento do Galaxy XR.
O vídeo mostrou como o usuário consegue navegar por cidades como Nova Iorque (New York) e conhecer diversos locais em visões aéreas e internas, ajudando no dia a dia, seja para encontrar restaurantes que combinem com seu estilo ou descobrir pontos turísticos interessantes. Essa experiência pode ser útil para quem busca explorar novos lugares em viagens ou compromissos.
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A tecnologia também permite que, ao assistir a um filme, o usuário altere sua perspectiva para sentir-se dentro da produção, como se fosse parte do elenco. Isso gera mais imersão e envolvimento emocional — especialmente para fãs de ficção científica espacial.
No campo do entretenimento, um VR sem jogos não é um dispositivo completo. Durante a apresentação, foi mostrado um jogo de fazendinha e a possibilidade de abrir uma nova aba do navegador para pesquisar dicas do jogo em tempo real. Nada muito inédito, mas interessante pela praticidade: é possível jogar e consultar informações simultaneamente. Muitos jogos da atual geração estão se moldando à realidade virtual, e o novo dispositivo sabe que precisa entregar performance à altura.
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O aparelho vem com dois controles (esquerdo e direito) para comandos precisos e sensibilidade aprimorada, oferecendo uma experiência satisfatória. O Galaxy XR é compatível com milhares de aplicativos da Google Play Store, o que facilita na hora de escolher o que baixar, assistir ou jogar. Se quiser assistir a um vídeo no YouTube, um jogo de esporte ou um filme — tudo é possível.
A captação de vídeo também chamou atenção durante a apresentação, mostrando que a tecnologia é capaz de oferecer uma sensação de estar dentro de um show ao vivo ou concerto fechado.
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Essas são algumas das tecnologias que verifiquei durante a transmissão de lançamento. Abaixo, segue toda a parte técnica do Galaxy XR para conferirem:
Especificações – Galaxy XR
Memória 16 GB de memória 256 GB de armazenamento
Tela 3.552 x 3.840, 27 milhões de pixels Micro-OLED Distância entre pixels de 6,3 mícrons 95% DCI-P3 Taxa de atualização: 60 Hz, 72 Hz (padrão), 90 Hz (mediante solicitação de serviço)
Campo de visão 109° na horizontal e 100° na vertical
Chip Plataforma Snapdragon® XR2+ Gen 2
Câmera Permite captura de fotos e vídeos 3D 18 mm / F2.0 6,5 MP* A resolução pode variar conforme o caso de uso.
Sensores
Duas câmeras de Visão do Ambiente de alta resolução
Seis câmeras de rastreamento voltadas para o ambiente
Quatro câmeras de rastreamento ocular
Cinco Unidades de Medição Inercial (IMUs)
Um sensor de profundidade
Um sensor de cintilação
Óptica (Íris) Suporte ao reconhecimento de íris
Use o reconhecimento de íris para desbloquear o dispositivo e inserir senhas em determinados aplicativos.
Áudio e Vídeo Dois alto-falantes de 2 vias (woofer + tweeter) Conjunto de seis microfones
Alguns oferecem suporte à formação de feixe (beamforming), dependendo do caso de uso.
Reprodução de Áudio Codecs: MP3, AMR-NB/WB, AAC/AAC+/eAAC+, Vorbis, FLAC, Opus, Dolby Digital (AC3), Dolby Digital Plus (E-AC3), Dolby ATMOS (E-AC3 JOC, AC4)
Resolução de Reprodução de Vídeo UHD 8K (7680 x 4320) a 60fps Suporta HDR10 e HLG Codecs: H.263, H.264, HEVC, MV-HEVC, MPEG-4, VC-1, VP8, VP9, AV1
Bateria Até 2 horas de uso geral* Até 2,5 horas de reprodução de vídeo** O Galaxy XR pode ser utilizado enquanto está sendo carregado.
* A duração real da bateria varia conforme o ambiente de rede, recursos, aplicativos e outros fatores. ** Teste de vídeo feito em ambiente virtual com conteúdo 2D do YouTube.
Conectividade Wi-Fi 7 (802.11a/b/g/n/ac/ax/be) Bluetooth 5.4
Distância interpupilar (DIP) 54~70 mm
Correção da visão Suporte à correção visual por meio de inserções ópticas adquiridas separadamente.* * Lentes corretivas são vendidas separadamente.
Peso 545 g* (com almofada para a testa) * O peso informado refere-se apenas ao dispositivo com a almofada para a testa, sem outros acessórios. A bateria separada pesa 302 g.
Por enquanto, não há informações oficiais sobre quando o novo aparelho chegará ao Brasil. Assim que a empresa atualizar, adicionaremos em nosso site. O Galaxy XR está sendo vendido por US$ 1.799,99, em sua versão com 256 GB de armazenamento, conforme divulgado pela Samsung. Com a cotação de R$ 5,38, o valor de US$ 1.799,99 do Galaxy XR equivale aproximadamente a R$ 9.692,00 (sem incluir taxas de importação, frete ou impostos). Embora, para os mais ansiosos, a importação direta já seja uma possibilidade.
Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze chega aos cinemas como um dos maiores sucessos da animação japonesa recente. Essa produção vai além do que uma simples continuação do anime aclamado da MAPPA, o longa se consolida como uma obra cinematográfica madura, emocionalmente devastadora e tecnicamente deslumbrante. Adaptando um dos arcos mais icônicos do mangá de Tatsuki Fujimoto, o estúdio entrega nuances que une brutalidade, beleza e humanidade de forma magistral, elevando o universo de Chainsaw Man a um novo patamar artístico. Nós assistimos convidados pela Sony Pictures e trazemos aqui a nossa crítica.
Índice
A história acompanha Denji, o caçador de demônios com o coração literalmente fundido a uma serra elétrica, que pela primeira vez vislumbra uma chance de viver algo próximo da felicidade. Esse sopro de esperança surge quando ele conhece Reze, uma jovem barista encantadora e misteriosa. O relacionamento entre os dois nasce de maneira pura, quase ingênua, com encontros simples, mergulhos noturnos e pequenos gestos de carinho que revelam o lado mais humano de Denji, algo raramente explorado até então.
Entretanto, essa ternura se transforma rapidamente em tragédia. Reze, na verdade, é a temida Demônio da Bomba, uma arma humana enviada para manipular e eliminar Denji. A revelação quebra o encanto e dá início a uma espiral de violência, traição e dor. Essa dualidade, o amor que floresce em meio à mentira e o afeto que se converte em destruição, é o cerne profundo do filme. A relação entre Denji e Reze é construída com tanta delicadeza que sua ruína se torna ainda mais dolorosa, prendendo o espectador entre a empatia e o horror.
Imagem: Estúdio MAPPA
Um espetáculo visual de tirar o fôlego
Se tecnicamente o anime da MAPPA já impressionava, Arco da Reze vai além. A equipe eleva a animação a um novo nível, explorando a técnica kagenashi, que elimina sombras e confere um brilho quase etéreo às cenas. O resultado é um visual vibrante, surreal e profundamente fiel à estética do mangá de Fujimoto. Cada movimento é calculado com precisão; cada batalha é uma coreografia de caos e emoção.
As sequências de ação entre Denji e Reze são um espetáculo à parte. A brutalidade das cenas, ainda que extrema, nunca é gratuita. Cada golpe e cada explosão carregam o peso emocional dos personagens. É como se a dor interior de ambos ganhasse forma física na tela. A fluidez da animação, aliada à clareza das composições, transforma cada luta em um poema visual, um contraste brutal entre o belo e o grotesco.
Imagem: Estúdio MAPPA
A trilha sonora e as atuações elevam o drama
A imersão do longa-metragem recebe um reforço pela trilha sonora impecável, assinada por Kenshi Yonezu e Kensuke Ushio. As composições transitam entre a melancolia suave e o caos operístico, acompanhando perfeitamente a transição da trama do romance para a tragédia. Há momentos em que a música se cala, permitindo que o silêncio se torne tão pesado quanto o som de uma explosão, um recurso que amplifica a tensão e a sensação de perda.
As atuações vocais também são fundamentais para o impacto do longa. Erick Bougleux, como Denji, traduz com autenticidade o desejo desesperado de ser amado e o medo constante de ser traído. Aline Guioli, por sua vez, entrega uma Reze complexa e fascinante, capaz de alternar entre a doçura genuína e a frieza letal de uma assassina. A química entre os dois atores é palpável e sustenta a narrativa até seus momentos mais sombrios.
Imagem: Estúdio MAPPA
Temas profundos e uma dor que ecoa
Em seu núcleo, Chainsaw Man: Arco da Reze é uma reflexão sobre solidão, manipulação e o desejo humano por conexão. Fujimoto sempre explorou a ideia de que o amor, em mundos fragmentados e violentos, é tanto uma força de salvação quanto de destruição. O filme leva essa filosofia ao extremo, mostrando personagens quebrados que se agarram à ilusão de felicidade, apenas para vê-la explodir diante de si.
Denji e Reze representam duas faces da mesma tragédia, ambos são vítimas de um sistema que transforma sentimentos em armas. O que torna o filme tão poderoso é justamente essa contradição, a capacidade de fazer o público sentir empatia por dois seres que, no fim, são incapazes de escapar de suas naturezas. É um romance sem redenção, mas cheio de humanidade.
Imagem: Estúdio MAPPA
Ritmo ousado e narrativa arriscada
O ritmo de Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze pode dividir opiniões. A primeira metade aposta em uma narrativa introspectiva, quase poética, que constrói o vínculo emocional entre os protagonistas. Já a segunda metade mergulha em um frenesi de ação e destruição que beira o insuportável e é exatamente esse contraste que dá ao filme sua força. A transição do sonho para o pesadelo é sentida não apenas pelos personagens, mas também pelo público, que experimenta o mesmo colapso emocional que Denji enfrenta.
Essa estrutura arriscada reflete o estilo característico de Fujimoto, um equilíbrio instável entre o sublime e o absurdo, o terno e o grotesco. O resultado é um filme que desafia convenções e exige do espectador tanto emocional quanto esteticamente.
Imagem: Estúdio MAPPA
Gamerdito (Veredito): Vale a pena assistir Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze?
Por fim, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze é uma experiência cinematográfica arr epiante. É, ao mesmo tempo, uma história de amor, uma tragédia e uma explosão de puro espetáculo visual. O MAPPA comprova, mais uma vez, porque se tornou uma das forças criativas mais influentes da atualidade e entrega uma das adaptações mais ambiciosas e impactantes da década.
Com animação impecável, cenas intensas e uma carga profunda para os fãs, o longa não apenas expande o universo de Chainsaw Man, mas o reinterpreta como uma meditação sobre o amor e a dor em tempos de violência. É um filme que sangra, que respira, que vive e que permanece com o espectador muito depois dos créditos finais.
Encerro, esta crítica com uma nota 4,5/5, o filme não é perfeito, porém, é um dos projetos mais ambiciosos do MAPPA e entrega uma obra de arte que ficará marcada na história do estúdio.
Lembrando que Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze (Chainsaw Man – The Movie: Reze Arc) estreia nos cinemas nacionais no dia 23 de outubro e os ingressos está estão disponíveis para compra, no site ingresso.com. Fique ciente que o filme possui uma cena pós-crédito.
Em um futuro próximo, após o longa-metragem sair de cartaz, será possível assisti-lo online em plataformas de streaming licenciadas on-demand. Bem como a Crunchyroll, que disponibiliza as temporadas do anime com seus respectivos arcos para assistir.
Vale destacar que a classificação indicativa de +18 é condizente com a intensidade do conteúdo, ainda que reduza os momentos mais leves ou cômicos. Mesmo assim, a força da produção e o engajamento dos fãs tornam o longa um marco essencial na saga dos caçadores de oni. Esta mudança, às vésperas da chegada do longa-metragem aos cinemas, é devido algumas mudanças nas leis brasileiras para preservar o impacto em pessoas mais sensíveis.
A Dotemu e a Tribute Games confirmaram que MARVEL Cosmic Invasion será lançado em 1º de dezembro para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 e 5, além de Xbox. O título é um beat’em up em pixel art que reúne heróis e vilões do universo Marvel em combates cooperativos com até quatro jogadores, incluindo crossplay entre plataformas.
O novo trailer revelou Fênix e o Homem de Ferro Invencível como personagens jogáveis, ampliando o elenco que já contava com Capitão América, Wolverine, Mulher-Hulk, Pantera Negra, Rocket Raccoon, entre outros.
MARVEL Cosmic Invasion chega em 1º de dezembro 28MARVEL Cosmic Invasion chega em 1º de dezembro 29
Na trama, o vilão Aniquilador (Annihilus) ameaça a galáxia com a Onda de Aniquilação, forçando heróis terrestres e cósmicos a se unirem em batalhas que vão de Nova York à Zona Negativa. O jogo traz o sistema Cosmic Swap, que permite alternar entre dois personagens durante o combate, combinando poderes e estilos distintos.
Após o sucesso de Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, a Dotemu e a Tribute Games aplicam a mesma fórmula retrô com atualizações atuais além de uma abordagem voltada à ação cooperativa, acessibilidade e fidelidade visual aos quadrinhos clássicos da Marvel.
O momento de reviver uma das principais franquias de briga de rua dos anos 80 está chegando com Double Dragon Revive, que terá seu lançamento oficial em 23 de outubro de 2025 para PlayStation, Xbox, Switch e PC (Windows). Esse icônico Beat ’n Up atiçou gerações de jogadores e, com certeza, se você possui mais de 40 anos, deve ter jogado no NES, Super Nintendo ou em outras plataformas de consoles.
Além disso, a franquia ganhou um jogo de luta, uma série animada nos anos 90 e também um filme estrelado por Mark Dacascos como Jimmy Lee e Scott Wolf interpretando Billy Lee. Depois, um silêncio sobre esta franquia parece tê-la deixado de escanteio, como muitos jogos do passado que foram esquecidos — Final Fight, Captain Commando, Cadillacs and Dinosaurs, Streets of Rage, entre outros títulos marcantes. Recentemente, a Dotemu trabalhou em reviver Streets of Rage 4. Porém, os demais beat ’em up parecem ter sido jogados no porão do limbo, e a chave, descarregada no fundo das Fossas das Marianas, para ninguém encontrar.
Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 34Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 35
Felizmente, a Arc System Works, conhecida por diversos títulos desse gênero e também de luta, como Guilty Gear, está revivendo a franquia com Double Dragon Revive ao lado da YUKE’S. Como as mecânicas e os gráficos evoluíram, eles tiveram que adicionar alguns elementos ao jogo. Não é possível dizer se este título entregará a essência do original e o carisma de seus personagens, mas o fato de um olhar caprichado para essa saga, que foi inspiradora para uma série de outros jogos similares, é importante. Seu desenvolvimento demorou alguns anos para chegar em sua conclusão final e utilizando o motor gráfico Unreal Engine 5 da Epic Games Store.
De fato, Revive pode ter um estilo diferente do que todos estavam acostumados, tanto na câmera quanto nas características do movimento dos personagens. É compreensível, devido, como já citei, à evolução das mecânicas e tecnologias. Na minha opinião, quem estiver jogando pela primeira vez não sentirá nenhum tipo de mudança ou comparação ao original. Enquanto isso, os usuários veteranos vão perceber um estilo mais avançado na forma de briga, que talvez não seja o que estão acostumados em todos os jogos da dupla indo ao seu destino. Basta saber se as metades do amuleto do dragão farão essa dupla sobreviver na concorrida indústria dos games.
Inimigos icônicos também estão na caminhada da dupla, além de personagem que possuem ligação direta como Marian.
Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 36Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 37
Se vai jogar essa nova reentrada do clássico, aproveite para verificar os requisitos de sistema, que vão exigir um bom desempenho do teu PC.
Requisitos de sistema
Mínimos:
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
Por fim, Double Dragon Revive está disponível desde 23 de outubro de 2025 para PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2, NS1 e PC (Windows via Steam, Epic Games Store). O jogo contará com interface e legendas em português brasileiro, facilitando a compreensão dos diálogos caso você não domine o idioma nativo do título.
Jurassic World Evolution 3 chegou superando o desempenho inicial do segundo título da franquia. Segundo dados do SteamDB, o jogo registrou mais de 21 mil jogadores nas primeiras horas no Steam. O jogo foi publicado oficialmente em 21 de outubro de 2025 para os consoles de Xbox Series, PlayStation, além do PC Windows, disponível tanto na Steam quanto na Epic Games Store.
Com 85 espécies de dinossauros, sendo 75 totalmente gerenciáveis em família, esta nova versão introduz filhotes, expandindo a interação entre predadores, presas e o ambiente. Há também melhorias na inteligência artificial, biomas dinâmicos, eventos climáticos mais realistas e sistemas sociais aprimorados, elevando o nível de imersão da série. Algo bastante questionando no título anterior desta saga. Em março deste ano, a Epic Games Store também ofereceu gratuitamente o segundo título do simulador virtual inspirado no parque dos dinossauros.
Desempenho dos jogos em comparação ao Jurassic World Evolution 3
Entre os três títulos publicados pela Frontier Developments, este é o segundo melhor desempenho nas primeiras 24 horas, superando levemente Evolution 2; mas ainda distante do sucesso do primeiro Jurassic World Evolution, que registrou mais de 60 mil jogadores simultâneos no lançamento, marcando um dos grandes picos da franquia de estratégia inspirada em Jurassic Park.
Jurassic World Evolution 3 supera o lançamento do segundo jogo 42
Essa penúltima semana de outubro não contou com grandes lançamentos AAA que pudessem, de algum modo, ofuscar as vendas de JW3. Contudo, o título acabou sendo lançado em meio a uma temporada de demonstrações gratuitas de vários jogos aguardados e diversas ofertas na Steam. É difícil afirmar com precisão, mas mesmo com uma divulgação mediana, a franquia se manteve entre os jogos pagos mais jogados, reunindo milhares de usuários simultâneos por horas seguidas. Olha que o preço da versão padrão de PC, no lançamento, está em R$ 226,00. O primeiro jogo, lançado em 2018, chegou por R$ 99,00, enquanto o segundo custava R$ 109,99 — uma diferença de R$ 116,01 em relação ao terceiro título.
Jurassic World Evolution 3 supera o lançamento do segundo jogo 43Jurassic World Evolution 3 supera o lançamento do segundo jogo 44Jurassic World Evolution 3 supera o lançamento do segundo jogo 45
Jogos de estratégia, simulação e gerenciamento tendem a atrair jogadores por longos períodos, principalmente quando há um fator nostalgia aliado a mecânicas interessantes que convidam à exploração. Aguardem conteúdos adicionais (DLCs) serem publicado nos próximos meses para quem gosta de agregar mais personagens (dinossauros), veículos e possibilidades.
Por fim, Evolution 3 está disponível nos consoles e PCs desde 21 de outubro de 2025.
ARC Raiders, nova aposta da Embark Studios, nos leva a uma jornada intensa em um mundo devastado, mesclando ação, sobrevivência e estratégia. O jogo combina exploração em áreas perigosas com coleta e criação de itens em ambientes subterrâneos. No papel de Raiders, enfrentamos máquinas colossais, outros jogadores e emboscadas imprevisíveis. É possível jogar sozinho ou em grupos de até três pessoas, em missões que exigem decisões arriscadas entre ganhos e perdas.
O MeUGamer participou do teste aberto chamado Server Slam, realizado entre 17 e 19 de outubro, permitindo experimentar os principais sistemas do jogo e enviar feedbacks que ajudarão nos ajustes finais. O teste comprovou uma prévia consistente de uma experiência cooperativa de extração promissora e duradoura. Joguei através do console do Playstation 5, enquanto isso, Jefão Calheiro acessou via PC para testar o crossplay entre diferentes plataformas. Só um detalhe que algumas vezes, Calheiro enfrentou problemas de encerramento do jogo no momento da sincronização entre os servidores (Ver imagem). Provavelmente, devem corrigir esse problema antes do lançamento final, por isso, foi liberado este teste de estresse dos servidores.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 50
Durante o evento, apenas o território “Campos de Batalha da Represa” estava disponível, lar de uma máquina ceifadora protegida por uma gigantesca criatura conhecida como Rainha. Mesmo com recursos limitados, o conteúdo deu uma boa ideia do potencial do jogo. A árvore de habilidades também estava acessível, com pontos distribuídos entre mobilidade, condicionamento e sobrevivência, obtidos conforme ganhamos experiência.
Estejam prontos para dedicar tempo à escolha estratégica dessas habilidades e à compreensão dos recursos coletados. Por se tratar de um jogo tático, o nível de exigência é elevado. Jogadores acostumados a títulos mais simples, como Fortnite, talvez sintam o peso das decisões e a complexidade das mecânicas. Já aqueles que estão por dentro como The Division, The First Descendant, Ghost Recon podem despontar rapidamente.
ARC Raiders não é apenas sobre atirar e extrair. Cada incursão exige planejamento, como garantir munição suficiente, recurso escasso no mapa, e equilibrar combate e sobrevivência. Quem se arriscar a focar apenas em confronto direto enfrentará provavelmente repetidas derrotas. Nem mesmo “Sucatinha”, o simpático mascote do jogo, poderá ajudar nesses momentos.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 51
O teste exibiu os principais atrativos do título: combate em terceira pessoa fluido e impactante, com foco em cooperação e decisões táticas. O sistema de recompensas e criação de itens se destaca por adicionar profundidade sem comprometer o ritmo das batalhas, algo raro no gênero. Emboscadas e disputas por “loot” mostraram o potencial do jogo, especialmente em partidas em grupo, que se mostraram mais equilibradas e divertidas que o modo solo.
Jogando sozinho, porém, o desafio é alto. O dano causado pelos ARCs é severo, e as mortes são constantes, o que pode frustrar novatos que mal percebem de onde veio o ataque. As armas iniciais também são pouco eficazes contra inimigos mais fortes, e a escassez de munição agrava a dificuldade.
Como fã de jogos PvE cooperativos, encontrei diversão em ARC Raiders, mesmo com a mistura entre PvP e PvE. O visual dos cenários transporta o capricho e, apesar da frustração de perder equipamentos, cada incursão despertou ainda mais interesse. Esse fator de “tentar novamente” é o que torna o jogo tão instigante.
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A agilidade é um dos pilares do gameplay, e encontrar o equilíbrio entre movimento e estratégia é essencial. A troca de tiros é tão importante quanto o posicionamento defensivo. As batalhas transmitem sensação de justiça e equilíbrio (somente entre players), algo fundamental quando todo o inventário está em risco. Essa proposta dá mais autonomia e controle sobre cada confronto, atraindo quem busca experiências justas e recompensadoras.
Será necessário um balanceamento no lançamento em relação aos danos causados pelos ARCs durante o jogo. No modo solo, as mortes acontecem com frequência, e as armas iniciais não garantem confrontos equilibrados. Em várias ocasiões, morri ao enfrentar máquinas de menor poder de dano, como drones, sendo necessário disparar múltiplos tiros, o que acabava consumindo toda a munição. Essa questão dos drones é interessante, como eles podem nos encontrar via infravermelho, você já fica pesquisando o tempo inteiro se eles estão na área. A troca de tiros entre jogadores, por outro lado, parecia justa e bem equilibrada para prolongar os confrontos; entretanto, o mesmo não pode ser dito sobre os combates contra as máquinas.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 53
Enfim…Nosso resumo do teste dos servidores em Arc Raiders
Minha maior preocupação para o lançamento é o balanceamento entre jogadores ocasionais e veteranos. Em jogos do gênero, equipamentos superiores e estratégias de emboscada podem gerar partidas desiguais. A Embark prometeu modos solo com matchmaking separado, mas, em momentos de baixa de jogadores em servidores, o jogo pode unir diferentes perfis de jogadores no mesmo servidor. Além disso, o uso de trapaças é um ponto de atenção. Resta saber se o estúdio conseguirá conter esses problemas.
Em suma, ARC Raiders se mostra um shooter cooperativo inovador, que equilibra ação, estratégia e trabalho em equipe. Com combate fluido, mecânicas justas e um sistema de progressão atraente, forneceu partidas intensas e recompensadoras. O estúdio demonstra cuidado com a comunidade e compromisso com a qualidade, além de ouvir os feedbacks dos participantes em todos os seus testes. Em outras palavras, garantindo uma experiência acessível, divertida e cheia de potencial que esperamos encontrar no seu lançamento em 30 de outubro de 2025.
Por fim, o jogo chegará oficialmente em 30 de outubro de 2025 para as plataformas de PC Windows na Steam, Epic Games Store e no console de PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Caros gamernéfilos, no dia 31 de outubro, teremos mais um lançamento da Bandai Namco com Tales of Xillia Remastered, celebrando os 30 anos da franquia Tales of. O interessante que nesta mesma data é comemorado o Dia das Bruxas (Halloween), apesar de não ser parte oficial do nosso calendário, no Brasil, acabamos aderindo simbolicamente. Desta vez, é Tales of Xillia Remastered, uma nova versão do jogo lançado originalmente em 2011 para o PlayStation 3. Agora, o título chega ao PC Windows, Xbox Series X|S, PlayStation 5 e Nintendo Switch.
A história acompanha os protagonistas Jude Mathis e Milla Maxwell, onde a escolha entre eles altera algumas sequências da narrativa, mas a trama principal continua a mesma. Como de costume de alguns títulos publicados naquele período na indústria com foco em RPG.
O jogo mantém o sistema de combate Dual-Raid Linear Motion Battle System (DR-LMBS), no qual o jogador controla diretamente o personagem principal (“master”), enquanto o parceiro (“linked partner”) é controlado pela IA de suporte.
Tales of Xillia Remastered: Um jogo para conhecer essa franquia 58
Também há o sistema de Link, que conecta os personagens durante as batalhas. Quando o parceiro está “linkado” ao líder, um medidor é preenchido e permite ativar os Linked Artes, ataques combinados entre os dois personagens. Outro destaque é o modo Over Limit: ao atingir certas condições — como o medidor de link completo — o personagem entra em um estado que garante imunidade a interrupções (stagger) e permite executar combos mais longos e poderosos. O sistema de Assault Counter (AC) determina quantos ataques ou ações consecutivas você pode realizar antes que o contador seja reiniciado.
Na progressão de personagem, temos o sistema Lilium Orb, no qual, ao subir de nível, o jogador recebe pontos de crescimento que podem ser aplicados em uma “teia” de habilidades (grid), liberando novas artes e atributos.
Durante a exploração, é possível andar pelo field map e por dungeons, enfrentando inimigos em batalhas em tempo real. O jogo é totalmente em 3D, com áreas amplas para exploração e combates em arenas.
As artes especiais continuam sendo uma marca da série Tales of, mas aqui o sistema de link duplo é o diferencial que dá um toque único ao combate.
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Além disso, a cena de abertura do jogo original, com todo aquele traço de anime, cenário caprichado e o drama na forma como é apresentado, prende nossa atenção para entender cada diálogo. Mesmo que, naquela época, fosse necessário ter um dicionário ao lado para fazer a tradução — já que não havia localização para o português do Brasil —, cada momento era uma verdadeira viagem, pois o trabalho introdutório dos jogos de JRPG sempre foi incrível.
A DOKIDOKI GROOVEWORKS é responsável por esta nova versão do jogo, o estúdio trabalha em franquias aclamadas como Octopath Traveler 0 da Square Enix, Valkyrie Anatomia e outras. Algumas alterações foram adicionadas para fazer sentido no cotidiano atual.
Melhorias para Tales of Xillia Remastered
O remaster inclui mais de 40 conteúdos de DLCs originais — como roupas e itens de suporte — agora integrados ao jogo base.
A Grade Shop, loja usada para adquirir efeitos especiais no jogo, estará disponível desde o início da campanha, diferente do original, em que só era acessível no New Game+.
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Além disso, há um item especial de 50% de desconto para a Grade Shop.
Entre as melhorias de qualidade de vida, temos:
Sistema de auto-save;
Toggle para ativar ou desativar encontros aleatórios;
Ícone de destino no mapa, facilitando a navegação;
Possibilidade de pular cutscenes;
Dash para movimentação mais rápida;
Ajuste de câmera;
Personalização de controle;
Alternância entre dublagem em japonês e inglês;
Correção de erros tipográficos e pequenas mudanças em expressões.
Visuais e Desempenho
O remaster conta com resolução aprimorada, texturas mais limpas e melhorias gráficas para as plataformas modernas.
PS5 e Xbox Series X/S: 60 FPS e 4K como alvo;
PC: suporte a 4K e taxas de quadros variáveis;
Nintendo Switch: 30 FPS, com 1080p no modo docked e 720p no modo portátil.
Mecânicas e Estrutura
O sistema DR-LMBS permanece o mesmo — com o combate baseado em link, Over Limit e Linked Artes. A escolha de protagonista, a progressão via Lilium Orb e a história original também permanecem intactas. O foco do remaster é modernizar, e não reformular o conteúdo.
Vale a pena jogar?
Se você nunca jogou a série Tales of, com base na minha experiência com o original, posso dizer que, se mantiver e adicionar as melhorias prometidas, Tales of Xillia Remastered é uma ótima porta de entrada — especialmente para quem gosta de JRPGs. As melhorias mecânicas e gráficas mostradas nos vídeos divulgados pela Bandai Namco revelam um jogo mais fluido e acessível.
Esse relançamento haverá duas versões, a padrão e a Deluxe. Com preço na Deluxe para PC em R$ 274,50 com as DLCs incluídas, o valor acaba se justificando.
Enfim, pode até haver questionamentos sobre se este é o jogo ideal para celebrar os 30 anos da franquia, mas, sempre que surge um novo título da série Tales, é difícil não ficar animado para jogar. Como vocês já sabem, em 31 de outubro de 2025, estejam prontos para Tales of Xillia Remastered nos consoles PlayStation, Xbox e Switch; a versão de PC via Steam estará disponível um dia antes.
A Brasil Game Show 2025 (BGS 2025) ocorreu entre os dias 9 a 12 de outubro no Distrito do Anhembi na cidade de São Paulo, trazendo mais de 60 títulos indies. No entanto, poucos títulos chamaram tanta atenção quanto Eden’s Frontier, projeto independente brasileiro desenvolvido pela Frontiers Group Entertainment. Mesmo sendo de desenvolvedores iniciantes, o título se apresenta como um universo multimídia que combina o charme dos JRPGs clássicos com a profundidade narrativa dos quadrinhos; oferecendo ao público uma experiência imersiva e cheia de personalidade.
Idealizado e dirigido por Jean Felipe, Eden’s Frontier começou a ser desenvolvido em 2023 com a proposta de unir duas linguagens que o influenciou sua adolescência e fase adulta: os videogames dos anos 1990 e 2000 e a narrativa visual dos quadrinhos. O resultado é um projeto que exibe trabalho de amor, transformando-se em uma obra que dialoga com fãs de diferentes gêneros e estilos.
Durante a BGS 2025, o público pôde testar uma demo exclusiva de 20 minutos, ambientada em uma caverna misteriosa repleta de segredos e criaturas. O protagonista, Blu, da raça Bluveil, conduz o jogador por uma jornada que mistura exploração, ação e emoção. A jogabilidade mescla os elementos estratégicos dos JRPG com a fluidez dos hack ’n slash, equilibrando nostalgia e modernidade de maneira harmoniosa.
Além do game, o estande de Eden’s Frontier também apresentou sua HQ gratuita de 43 páginas, acessível por QR Codes espalhados pelo local. A história acompanha Hiro, um adolescente que acorda de um sonho enigmático apenas para descobrir que sua realidade foi alterada de forma misteriosa. O quadrinho funciona como um prólogo para os eventos do jogo, apresentando os primeiros personagens e locais desse vasto universo.
Imagem: Frontiers Group Entertainment
Mecânicas dinâmicas e um mundo em constante mudança
Conforme a equipe da Frontiers Group, o jogo contará com sistema de dia e noite, condições climáticas variáveis e eventos dinâmicos que alteram o comportamento dos inimigos e do ambiente. Essas mecânicas prometem dar vida a um mundo orgânico, no qual as decisões do jogador influenciam diretamente o rumo da narrativa.
Outro destaque é o sistema de cartas equipáveis, que modifica habilidades e estratégias de combate. Essa funcionalidade adiciona uma camada tática inspirada em card games, permitindo que cada jogador desenvolva seu próprio estilo de luta. Também será possível recrutar personagens para reconstruir a Cidade de Espiral, um centro de operações que evolui conforme o progresso da história.
As batalhas contra chefes principais, cada um representando um dos sete pecados capitais, visam unir intensidade e simbolismo. Segundo o diretor Jean Felipe, cada confronto trará não apenas desafios mecânicos, mas também momentos narrativos que aprofundam a mitologia do universo de Eden’s Frontier.
Imagem: Frontiers Group Entertainment
Nostalgia e inovação em perfeita sintonia
Visualmente, o título aposta em uma pixel art em alta definição integrada a cenários tridimensionais, criando uma estética híbrida trazendo o passado sem abrir mão das inovações técnicas atuais. A trilha sonora, composta por faixas melódicas e sintetizadas, transbordam o sentimento de nostalgia, evocando memórias de clássicos como Chrono Trigger e Final Fantasy VI, mas com uma identidade autoral e contemporânea.
Entre os cenários confirmados, o bairro da Liberdade, em São Paulo, aparece como uma homenagem à cultura japonesa e à diversidade brasileira, influências que permeiam toda a construção artística do projeto. Essa ambientação caracteriza a conexão emocional do jogo com o público nacional, ao mesmo tempo, em que amplia seu apelo internacional.
Imagem: Frontiers Group Entertainment
Um futuro promissor para Eden’s Frontier
Com o primeiro capítulo da HQ já disponível gratuitamente no site oficial, Eden’s Frontier segue em desenvolvimento para PC (Windows) e já pode ser adicionado à lista de desejos na Steam. A equipe da Frontiers Group também planeja levar o título para “todos os consoles possíveis” após o lançamento inicial.
Nos próximos meses, o estúdio pretende expandir o universo com novos capítulos da HQ e atualizações jogáveis, reforçando o elo entre as duas mídias e aprofundando a experiência narrativa. A meta é transformar Eden’s Frontier em uma franquia viva, que evolui com sua comunidade de fãs.
Eles não querem ser vistos somente como um jogo indie, Eden’s Frontier possui ambição do encontro entre a nostalgia e o moderno, com a influência do poder criativo dos desenvolvedores brasileiros e mostrando como paixão e talento podem dar origem a algo verdadeiramente único. Ainda sem data prevista de lançamento, segundo os desenvolvedores o plano é que em 2027 o jogo já esteja pronto para seu lançamento oficial.
A THQ Nordic publicou recentemente um novo trailer de Wreckreation, o mais novo título de corrida que segue a linha de Wreckfest, agora com um ar mais voltado para construção e destruição. O sandbox também está desembarcando na velocidade — não que isso seja uma novidade —, mas percebi que o foco é explorar e construir elementos para trazer imersão onde quer que seja.
Uma novidade interessante é que a Three Fields Entertainment, o estúdio por trás de Wreckreation, foi fundada por Alex Ward e Fiona Sperry — os mesmos criadores da série original Burnout, na Criterion Games. Portanto, esse título é considerado um sucessor espiritual de Burnout.
Em outras palavras, você conseguirá adicionar rampas e elementos de desafio nos locais que sua imaginação mandar. Será possível correr em pistas de ruas sérias, adicionar dificuldade e controlar o clima e o trânsito dos carros para aumentar o desafio — e muito mais. O jogador deve ter em mente que este jogo é para aqueles que gostam de ir além dos limites para alcançar objetivos e quebrar recordes impossíveis.
Wreckreation é o novo sandbox de corrida para os fãs de Burnout 69
Desde uma pista de avião até locais fechados nas alturas com pistas aéreas, o fator adrenalina estará presente. O interessante é que os jogadores também poderão competir entre si no modo online, ganhando pontos de experiência (XP) e colocando seus nomes entre os melhores no ranking global. Dominar os momentos corretos para drifts e acelerar utilizando o turbo para uma carga maior de velocidade definirá os vencedores.
A física é o de menos, mas saber quando e como pegar as rampas, ultrapassar os carros ou bater corretamente para tirá-los da frente fará uma diferença enorme. Pois, com baixa velocidade, seu carro não terá força para tirar outro da pista — e as consequências podem ser grandes, como ter que pegar o último refresh para retomar ao jogo. Todos os objetivos vão testar suas capacidades de controlar e saber a melhor estratégia para superar um obstáculo.
Um jogo de corrida sem trilha sonora imersiva não é jogo de corrida. E este contará com faixas para todos os estilos — desde música clássica até rock n’ roll. Posso dizer, que o usuário terá uma experiência de outros jogos como o próprio Trackmania e Hot Wheels em momentos de loopings.
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O trailer deixa claro o quanto esse desafio é único para quem gosta da franquia e quer ver um spin-off sem perder a essência. Também estarei publicando no futuro minhas impressões sobre o jogo e direi o que achei após horas de gameplay. É o mínimo que os gamernéfilos necessitam para saber se valerá ou não a compra no lançamento.
Com mais de 50 carros personalizáveis e mais de 400 quilômetros quadrados de mundo aberto para explorar, Wreckreation prospecta entregar exatamente o que os fãs de velocidade desejam — um jogo para passar horas jogando com diversão.
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Por fim, Wreckreation possui lançamento oficial marcado para 28 de outubro de 2025, nos consoles PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) via Steam.
A Square Enix está trazendo de volta dois jogos que marcaram época, agora com visual renovado para a nova geração. Dragon Quest I & II HD-2D Remake será lançado em 30 de outubro para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch, Switch 2 e PC (via Steam e Microsoft Store). Além disso, já publicamos anteriormente avisando deste lançamento e como essa franquia é nostálgica.
O jogo é desenvolvido pela Square Enix em parceria com a Artdink, sob a supervisão da Team Asano, e reúne os dois primeiros capítulos da Trilogia Erdrick, conectados entre si — o segundo é uma continuação direta do primeiro.
(Divulgação)(Divulgação)
Sinopse — Dragon Quest I
Nesta aventura, acompanhamos o descendente de Erdrick, que precisa derrotar o vilão Dragonlord e restaurar a paz no reino de Alefgard, agora tomado por monstros e ameaças após anos de tranquilidade.
Sinopse — Dragon Quest II
A história se passa anos depois do primeiro jogo. Vários reinos prosperam, mas uma nova ameaça surge. O jogador controla os príncipes e princesas descendentes de Erdrick, que devem enfrentar o mal e honrar o legado do lendário herói.
Um dos grandes destaques do remake é o visual HD-2D, que combina pixel art clássica com gráficos 3D modernos. O jogo está visualmente impressionante e traz várias melhorias de jogabilidade, mantendo o charme retrô característico da franquia.
Destaques e melhorias?
Batalhas com múltiplos inimigos em DQ1: agora, mesmo controlando apenas um personagem, é possível enfrentar vários inimigos ao mesmo tempo, tornando os combates mais desafiadores.
Qualidade de vida: o jogo inclui marcadores de objetivos, batalhas automáticas, modo acelerado, dicas de fraquezas dos inimigos e menus atualizados.
Conteúdo adicional: novas áreas, histórias extras e possíveis novas habilidades e mecânicas.
Bônus e extras: jogadores com save do Dragon Quest III HD-2D Remake receberão trajes especiais — um traje de cachorro em DQ1 e um de gato em DQ2.
Pré-venda: garante um kit de viagem com itens úteis no início da jornada, como sapatos e sementes que aumentam força, defesa, agilidade, HP e MP.
Neste jogo, agora você pode escolher nas configurações se deseja exibir a localização de zonas ocultas (locais secretos) no campo, bem como a posição de baús de tesouro em cidades e masmorras no mapa.
Informações importantes
Sem upgrade gratuito entre Switch e Switch 2. Quem comprar a versão de Switch poderá jogar no Switch 2, mas o jogo rodará como a versão original.
Saves não compatíveis entre as duas versões.
Preço de lançamento: Na versão de PC via Steam é de R$ 249,90, Nintendo Switch por R$ 299,90 e Playstation Store em R$339,90.
Este remake é ideal para fãs de RPG que desejam revisitar grandes clássicos dos JRPGs, repletos de história e exploração, mas agora com sistemas modernos e interface aprimorada. É uma ótima opção tanto para quem jogou o remake de Dragon Quest III e quer completar a Trilogia Erdrick, quanto para novos jogadores que desejam conhecer o início da saga com uma abordagem moderna e polida.
Com base no que foi mostrado até agora, é possível esperar um remake que respeita o material original, com melhorias gráficas e também na jogabilidade, mecânicas e ritmo, sem perder o charme retrô que torna Dragon Quest uma das franquias mais queridas do gênero.
No dia 21 de outubro de 2025, a Samsung exibiu mais do seu Galaxy XR, que já está disponível comercialmente nos Estados Unidos e na Coreia do Sul. A apresentação de lançamento contou com uma transmissão ao vivo na plataforma do YouTube e também com convidados presenciais. A condução foi feita por Jay Kim, Head of Customer Experience (Chefe de Experiência do Cliente) e KihWan Kim, Head de VR.
Ao longo de quase uma hora — o vídeo está disponível no início desta publicação — a apresentação mostrou as possibilidades do Galaxy XR. Sabemos que a Samsung tem tradição em qualidade tecnológica, e essa nova imersão busca consolidar a marca entre outras empresas que investem em realidade virtual. O palco também contou com Sharam Izadi, VP & GM of XR do Google, que comentou sobre a parceria entre as empresas.
Vale lembrar que há tecnologia da Qualcomm, uma das pioneiras quando pensamos em dispositivos móveis. Eles adicionaram diversos elementos de IA (inteligência artificial) para oferecer maior imersão, pois a plataforma é baseada nos padrões da OpenXR e utiliza WebXR, o que facilita o uso no Android XR e entrega vantagens ao funcionamento do Galaxy XR.
O vídeo mostrou como o usuário consegue navegar por cidades como Nova Iorque (New York) e conhecer diversos locais em visões aéreas e internas, ajudando no dia a dia, seja para encontrar restaurantes que combinem com seu estilo ou descobrir pontos turísticos interessantes. Essa experiência pode ser útil para quem busca explorar novos lugares em viagens ou compromissos.
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A tecnologia também permite que, ao assistir a um filme, o usuário altere sua perspectiva para sentir-se dentro da produção, como se fosse parte do elenco. Isso gera mais imersão e envolvimento emocional — especialmente para fãs de ficção científica espacial.
No campo do entretenimento, um VR sem jogos não é um dispositivo completo. Durante a apresentação, foi mostrado um jogo de fazendinha e a possibilidade de abrir uma nova aba do navegador para pesquisar dicas do jogo em tempo real. Nada muito inédito, mas interessante pela praticidade: é possível jogar e consultar informações simultaneamente. Muitos jogos da atual geração estão se moldando à realidade virtual, e o novo dispositivo sabe que precisa entregar performance à altura.
Samsung Galaxy XR entrega um novo passo para a realidade virtual 82
O aparelho vem com dois controles (esquerdo e direito) para comandos precisos e sensibilidade aprimorada, oferecendo uma experiência satisfatória. O Galaxy XR é compatível com milhares de aplicativos da Google Play Store, o que facilita na hora de escolher o que baixar, assistir ou jogar. Se quiser assistir a um vídeo no YouTube, um jogo de esporte ou um filme — tudo é possível.
A captação de vídeo também chamou atenção durante a apresentação, mostrando que a tecnologia é capaz de oferecer uma sensação de estar dentro de um show ao vivo ou concerto fechado.
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Essas são algumas das tecnologias que verifiquei durante a transmissão de lançamento. Abaixo, segue toda a parte técnica do Galaxy XR para conferirem:
Especificações – Galaxy XR
Memória 16 GB de memória 256 GB de armazenamento
Tela 3.552 x 3.840, 27 milhões de pixels Micro-OLED Distância entre pixels de 6,3 mícrons 95% DCI-P3 Taxa de atualização: 60 Hz, 72 Hz (padrão), 90 Hz (mediante solicitação de serviço)
Campo de visão 109° na horizontal e 100° na vertical
Chip Plataforma Snapdragon® XR2+ Gen 2
Câmera Permite captura de fotos e vídeos 3D 18 mm / F2.0 6,5 MP* A resolução pode variar conforme o caso de uso.
Sensores
Duas câmeras de Visão do Ambiente de alta resolução
Seis câmeras de rastreamento voltadas para o ambiente
Quatro câmeras de rastreamento ocular
Cinco Unidades de Medição Inercial (IMUs)
Um sensor de profundidade
Um sensor de cintilação
Óptica (Íris) Suporte ao reconhecimento de íris
Use o reconhecimento de íris para desbloquear o dispositivo e inserir senhas em determinados aplicativos.
Áudio e Vídeo Dois alto-falantes de 2 vias (woofer + tweeter) Conjunto de seis microfones
Alguns oferecem suporte à formação de feixe (beamforming), dependendo do caso de uso.
Reprodução de Áudio Codecs: MP3, AMR-NB/WB, AAC/AAC+/eAAC+, Vorbis, FLAC, Opus, Dolby Digital (AC3), Dolby Digital Plus (E-AC3), Dolby ATMOS (E-AC3 JOC, AC4)
Resolução de Reprodução de Vídeo UHD 8K (7680 x 4320) a 60fps Suporta HDR10 e HLG Codecs: H.263, H.264, HEVC, MV-HEVC, MPEG-4, VC-1, VP8, VP9, AV1
Bateria Até 2 horas de uso geral* Até 2,5 horas de reprodução de vídeo** O Galaxy XR pode ser utilizado enquanto está sendo carregado.
* A duração real da bateria varia conforme o ambiente de rede, recursos, aplicativos e outros fatores. ** Teste de vídeo feito em ambiente virtual com conteúdo 2D do YouTube.
Conectividade Wi-Fi 7 (802.11a/b/g/n/ac/ax/be) Bluetooth 5.4
Distância interpupilar (DIP) 54~70 mm
Correção da visão Suporte à correção visual por meio de inserções ópticas adquiridas separadamente.* * Lentes corretivas são vendidas separadamente.
Peso 545 g* (com almofada para a testa) * O peso informado refere-se apenas ao dispositivo com a almofada para a testa, sem outros acessórios. A bateria separada pesa 302 g.
Por enquanto, não há informações oficiais sobre quando o novo aparelho chegará ao Brasil. Assim que a empresa atualizar, adicionaremos em nosso site. O Galaxy XR está sendo vendido por US$ 1.799,99, em sua versão com 256 GB de armazenamento, conforme divulgado pela Samsung. Com a cotação de R$ 5,38, o valor de US$ 1.799,99 do Galaxy XR equivale aproximadamente a R$ 9.692,00 (sem incluir taxas de importação, frete ou impostos). Embora, para os mais ansiosos, a importação direta já seja uma possibilidade.
Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze chega aos cinemas como um dos maiores sucessos da animação japonesa recente. Essa produção vai além do que uma simples continuação do anime aclamado da MAPPA, o longa se consolida como uma obra cinematográfica madura, emocionalmente devastadora e tecnicamente deslumbrante. Adaptando um dos arcos mais icônicos do mangá de Tatsuki Fujimoto, o estúdio entrega nuances que une brutalidade, beleza e humanidade de forma magistral, elevando o universo de Chainsaw Man a um novo patamar artístico. Nós assistimos convidados pela Sony Pictures e trazemos aqui a nossa crítica.
Índice
A história acompanha Denji, o caçador de demônios com o coração literalmente fundido a uma serra elétrica, que pela primeira vez vislumbra uma chance de viver algo próximo da felicidade. Esse sopro de esperança surge quando ele conhece Reze, uma jovem barista encantadora e misteriosa. O relacionamento entre os dois nasce de maneira pura, quase ingênua, com encontros simples, mergulhos noturnos e pequenos gestos de carinho que revelam o lado mais humano de Denji, algo raramente explorado até então.
Entretanto, essa ternura se transforma rapidamente em tragédia. Reze, na verdade, é a temida Demônio da Bomba, uma arma humana enviada para manipular e eliminar Denji. A revelação quebra o encanto e dá início a uma espiral de violência, traição e dor. Essa dualidade, o amor que floresce em meio à mentira e o afeto que se converte em destruição, é o cerne profundo do filme. A relação entre Denji e Reze é construída com tanta delicadeza que sua ruína se torna ainda mais dolorosa, prendendo o espectador entre a empatia e o horror.
Imagem: Estúdio MAPPA
Um espetáculo visual de tirar o fôlego
Se tecnicamente o anime da MAPPA já impressionava, Arco da Reze vai além. A equipe eleva a animação a um novo nível, explorando a técnica kagenashi, que elimina sombras e confere um brilho quase etéreo às cenas. O resultado é um visual vibrante, surreal e profundamente fiel à estética do mangá de Fujimoto. Cada movimento é calculado com precisão; cada batalha é uma coreografia de caos e emoção.
As sequências de ação entre Denji e Reze são um espetáculo à parte. A brutalidade das cenas, ainda que extrema, nunca é gratuita. Cada golpe e cada explosão carregam o peso emocional dos personagens. É como se a dor interior de ambos ganhasse forma física na tela. A fluidez da animação, aliada à clareza das composições, transforma cada luta em um poema visual, um contraste brutal entre o belo e o grotesco.
Imagem: Estúdio MAPPA
A trilha sonora e as atuações elevam o drama
A imersão do longa-metragem recebe um reforço pela trilha sonora impecável, assinada por Kenshi Yonezu e Kensuke Ushio. As composições transitam entre a melancolia suave e o caos operístico, acompanhando perfeitamente a transição da trama do romance para a tragédia. Há momentos em que a música se cala, permitindo que o silêncio se torne tão pesado quanto o som de uma explosão, um recurso que amplifica a tensão e a sensação de perda.
As atuações vocais também são fundamentais para o impacto do longa. Erick Bougleux, como Denji, traduz com autenticidade o desejo desesperado de ser amado e o medo constante de ser traído. Aline Guioli, por sua vez, entrega uma Reze complexa e fascinante, capaz de alternar entre a doçura genuína e a frieza letal de uma assassina. A química entre os dois atores é palpável e sustenta a narrativa até seus momentos mais sombrios.
Imagem: Estúdio MAPPA
Temas profundos e uma dor que ecoa
Em seu núcleo, Chainsaw Man: Arco da Reze é uma reflexão sobre solidão, manipulação e o desejo humano por conexão. Fujimoto sempre explorou a ideia de que o amor, em mundos fragmentados e violentos, é tanto uma força de salvação quanto de destruição. O filme leva essa filosofia ao extremo, mostrando personagens quebrados que se agarram à ilusão de felicidade, apenas para vê-la explodir diante de si.
Denji e Reze representam duas faces da mesma tragédia, ambos são vítimas de um sistema que transforma sentimentos em armas. O que torna o filme tão poderoso é justamente essa contradição, a capacidade de fazer o público sentir empatia por dois seres que, no fim, são incapazes de escapar de suas naturezas. É um romance sem redenção, mas cheio de humanidade.
Imagem: Estúdio MAPPA
Ritmo ousado e narrativa arriscada
O ritmo de Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze pode dividir opiniões. A primeira metade aposta em uma narrativa introspectiva, quase poética, que constrói o vínculo emocional entre os protagonistas. Já a segunda metade mergulha em um frenesi de ação e destruição que beira o insuportável e é exatamente esse contraste que dá ao filme sua força. A transição do sonho para o pesadelo é sentida não apenas pelos personagens, mas também pelo público, que experimenta o mesmo colapso emocional que Denji enfrenta.
Essa estrutura arriscada reflete o estilo característico de Fujimoto, um equilíbrio instável entre o sublime e o absurdo, o terno e o grotesco. O resultado é um filme que desafia convenções e exige do espectador tanto emocional quanto esteticamente.
Imagem: Estúdio MAPPA
Gamerdito (Veredito): Vale a pena assistir Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze?
Por fim, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze é uma experiência cinematográfica arr epiante. É, ao mesmo tempo, uma história de amor, uma tragédia e uma explosão de puro espetáculo visual. O MAPPA comprova, mais uma vez, porque se tornou uma das forças criativas mais influentes da atualidade e entrega uma das adaptações mais ambiciosas e impactantes da década.
Com animação impecável, cenas intensas e uma carga profunda para os fãs, o longa não apenas expande o universo de Chainsaw Man, mas o reinterpreta como uma meditação sobre o amor e a dor em tempos de violência. É um filme que sangra, que respira, que vive e que permanece com o espectador muito depois dos créditos finais.
Encerro, esta crítica com uma nota 4,5/5, o filme não é perfeito, porém, é um dos projetos mais ambiciosos do MAPPA e entrega uma obra de arte que ficará marcada na história do estúdio.
Lembrando que Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze (Chainsaw Man – The Movie: Reze Arc) estreia nos cinemas nacionais no dia 23 de outubro e os ingressos está estão disponíveis para compra, no site ingresso.com. Fique ciente que o filme possui uma cena pós-crédito.
Em um futuro próximo, após o longa-metragem sair de cartaz, será possível assisti-lo online em plataformas de streaming licenciadas on-demand. Bem como a Crunchyroll, que disponibiliza as temporadas do anime com seus respectivos arcos para assistir.
Vale destacar que a classificação indicativa de +18 é condizente com a intensidade do conteúdo, ainda que reduza os momentos mais leves ou cômicos. Mesmo assim, a força da produção e o engajamento dos fãs tornam o longa um marco essencial na saga dos caçadores de oni. Esta mudança, às vésperas da chegada do longa-metragem aos cinemas, é devido algumas mudanças nas leis brasileiras para preservar o impacto em pessoas mais sensíveis.
A Dotemu e a Tribute Games confirmaram que MARVEL Cosmic Invasion será lançado em 1º de dezembro para PC, Nintendo Switch, PlayStation 4 e 5, além de Xbox. O título é um beat’em up em pixel art que reúne heróis e vilões do universo Marvel em combates cooperativos com até quatro jogadores, incluindo crossplay entre plataformas.
O novo trailer revelou Fênix e o Homem de Ferro Invencível como personagens jogáveis, ampliando o elenco que já contava com Capitão América, Wolverine, Mulher-Hulk, Pantera Negra, Rocket Raccoon, entre outros.
MARVEL Cosmic Invasion chega em 1º de dezembro 93MARVEL Cosmic Invasion chega em 1º de dezembro 94
Na trama, o vilão Aniquilador (Annihilus) ameaça a galáxia com a Onda de Aniquilação, forçando heróis terrestres e cósmicos a se unirem em batalhas que vão de Nova York à Zona Negativa. O jogo traz o sistema Cosmic Swap, que permite alternar entre dois personagens durante o combate, combinando poderes e estilos distintos.
Após o sucesso de Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge, a Dotemu e a Tribute Games aplicam a mesma fórmula retrô com atualizações atuais além de uma abordagem voltada à ação cooperativa, acessibilidade e fidelidade visual aos quadrinhos clássicos da Marvel.
O momento de reviver uma das principais franquias de briga de rua dos anos 80 está chegando com Double Dragon Revive, que terá seu lançamento oficial em 23 de outubro de 2025 para PlayStation, Xbox, Switch e PC (Windows). Esse icônico Beat ’n Up atiçou gerações de jogadores e, com certeza, se você possui mais de 40 anos, deve ter jogado no NES, Super Nintendo ou em outras plataformas de consoles.
Além disso, a franquia ganhou um jogo de luta, uma série animada nos anos 90 e também um filme estrelado por Mark Dacascos como Jimmy Lee e Scott Wolf interpretando Billy Lee. Depois, um silêncio sobre esta franquia parece tê-la deixado de escanteio, como muitos jogos do passado que foram esquecidos — Final Fight, Captain Commando, Cadillacs and Dinosaurs, Streets of Rage, entre outros títulos marcantes. Recentemente, a Dotemu trabalhou em reviver Streets of Rage 4. Porém, os demais beat ’em up parecem ter sido jogados no porão do limbo, e a chave, descarregada no fundo das Fossas das Marianas, para ninguém encontrar.
Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 99Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 100
Felizmente, a Arc System Works, conhecida por diversos títulos desse gênero e também de luta, como Guilty Gear, está revivendo a franquia com Double Dragon Revive ao lado da YUKE’S. Como as mecânicas e os gráficos evoluíram, eles tiveram que adicionar alguns elementos ao jogo. Não é possível dizer se este título entregará a essência do original e o carisma de seus personagens, mas o fato de um olhar caprichado para essa saga, que foi inspiradora para uma série de outros jogos similares, é importante. Seu desenvolvimento demorou alguns anos para chegar em sua conclusão final e utilizando o motor gráfico Unreal Engine 5 da Epic Games Store.
De fato, Revive pode ter um estilo diferente do que todos estavam acostumados, tanto na câmera quanto nas características do movimento dos personagens. É compreensível, devido, como já citei, à evolução das mecânicas e tecnologias. Na minha opinião, quem estiver jogando pela primeira vez não sentirá nenhum tipo de mudança ou comparação ao original. Enquanto isso, os usuários veteranos vão perceber um estilo mais avançado na forma de briga, que talvez não seja o que estão acostumados em todos os jogos da dupla indo ao seu destino. Basta saber se as metades do amuleto do dragão farão essa dupla sobreviver na concorrida indústria dos games.
Inimigos icônicos também estão na caminhada da dupla, além de personagem que possuem ligação direta como Marian.
Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 101Jogo Double Dragon Revive: requisitos do retorno do clássico 102
Se vai jogar essa nova reentrada do clássico, aproveite para verificar os requisitos de sistema, que vão exigir um bom desempenho do teu PC.
Requisitos de sistema
Mínimos:
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
Por fim, Double Dragon Revive está disponível desde 23 de outubro de 2025 para PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2, NS1 e PC (Windows via Steam, Epic Games Store). O jogo contará com interface e legendas em português brasileiro, facilitando a compreensão dos diálogos caso você não domine o idioma nativo do título.
Jurassic World Evolution 3 chegou superando o desempenho inicial do segundo título da franquia. Segundo dados do SteamDB, o jogo registrou mais de 21 mil jogadores nas primeiras horas no Steam. O jogo foi publicado oficialmente em 21 de outubro de 2025 para os consoles de Xbox Series, PlayStation, além do PC Windows, disponível tanto na Steam quanto na Epic Games Store.
Com 85 espécies de dinossauros, sendo 75 totalmente gerenciáveis em família, esta nova versão introduz filhotes, expandindo a interação entre predadores, presas e o ambiente. Há também melhorias na inteligência artificial, biomas dinâmicos, eventos climáticos mais realistas e sistemas sociais aprimorados, elevando o nível de imersão da série. Algo bastante questionando no título anterior desta saga. Em março deste ano, a Epic Games Store também ofereceu gratuitamente o segundo título do simulador virtual inspirado no parque dos dinossauros.
Desempenho dos jogos em comparação ao Jurassic World Evolution 3
Entre os três títulos publicados pela Frontier Developments, este é o segundo melhor desempenho nas primeiras 24 horas, superando levemente Evolution 2; mas ainda distante do sucesso do primeiro Jurassic World Evolution, que registrou mais de 60 mil jogadores simultâneos no lançamento, marcando um dos grandes picos da franquia de estratégia inspirada em Jurassic Park.
Jurassic World Evolution 3 supera o lançamento do segundo jogo 107
Essa penúltima semana de outubro não contou com grandes lançamentos AAA que pudessem, de algum modo, ofuscar as vendas de JW3. Contudo, o título acabou sendo lançado em meio a uma temporada de demonstrações gratuitas de vários jogos aguardados e diversas ofertas na Steam. É difícil afirmar com precisão, mas mesmo com uma divulgação mediana, a franquia se manteve entre os jogos pagos mais jogados, reunindo milhares de usuários simultâneos por horas seguidas. Olha que o preço da versão padrão de PC, no lançamento, está em R$ 226,00. O primeiro jogo, lançado em 2018, chegou por R$ 99,00, enquanto o segundo custava R$ 109,99 — uma diferença de R$ 116,01 em relação ao terceiro título.
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Jogos de estratégia, simulação e gerenciamento tendem a atrair jogadores por longos períodos, principalmente quando há um fator nostalgia aliado a mecânicas interessantes que convidam à exploração. Aguardem conteúdos adicionais (DLCs) serem publicado nos próximos meses para quem gosta de agregar mais personagens (dinossauros), veículos e possibilidades.
Por fim, Evolution 3 está disponível nos consoles e PCs desde 21 de outubro de 2025.
ARC Raiders, nova aposta da Embark Studios, nos leva a uma jornada intensa em um mundo devastado, mesclando ação, sobrevivência e estratégia. O jogo combina exploração em áreas perigosas com coleta e criação de itens em ambientes subterrâneos. No papel de Raiders, enfrentamos máquinas colossais, outros jogadores e emboscadas imprevisíveis. É possível jogar sozinho ou em grupos de até três pessoas, em missões que exigem decisões arriscadas entre ganhos e perdas.
O MeUGamer participou do teste aberto chamado Server Slam, realizado entre 17 e 19 de outubro, permitindo experimentar os principais sistemas do jogo e enviar feedbacks que ajudarão nos ajustes finais. O teste comprovou uma prévia consistente de uma experiência cooperativa de extração promissora e duradoura. Joguei através do console do Playstation 5, enquanto isso, Jefão Calheiro acessou via PC para testar o crossplay entre diferentes plataformas. Só um detalhe que algumas vezes, Calheiro enfrentou problemas de encerramento do jogo no momento da sincronização entre os servidores (Ver imagem). Provavelmente, devem corrigir esse problema antes do lançamento final, por isso, foi liberado este teste de estresse dos servidores.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 115
Durante o evento, apenas o território “Campos de Batalha da Represa” estava disponível, lar de uma máquina ceifadora protegida por uma gigantesca criatura conhecida como Rainha. Mesmo com recursos limitados, o conteúdo deu uma boa ideia do potencial do jogo. A árvore de habilidades também estava acessível, com pontos distribuídos entre mobilidade, condicionamento e sobrevivência, obtidos conforme ganhamos experiência.
Estejam prontos para dedicar tempo à escolha estratégica dessas habilidades e à compreensão dos recursos coletados. Por se tratar de um jogo tático, o nível de exigência é elevado. Jogadores acostumados a títulos mais simples, como Fortnite, talvez sintam o peso das decisões e a complexidade das mecânicas. Já aqueles que estão por dentro como The Division, The First Descendant, Ghost Recon podem despontar rapidamente.
ARC Raiders não é apenas sobre atirar e extrair. Cada incursão exige planejamento, como garantir munição suficiente, recurso escasso no mapa, e equilibrar combate e sobrevivência. Quem se arriscar a focar apenas em confronto direto enfrentará provavelmente repetidas derrotas. Nem mesmo “Sucatinha”, o simpático mascote do jogo, poderá ajudar nesses momentos.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 116
O teste exibiu os principais atrativos do título: combate em terceira pessoa fluido e impactante, com foco em cooperação e decisões táticas. O sistema de recompensas e criação de itens se destaca por adicionar profundidade sem comprometer o ritmo das batalhas, algo raro no gênero. Emboscadas e disputas por “loot” mostraram o potencial do jogo, especialmente em partidas em grupo, que se mostraram mais equilibradas e divertidas que o modo solo.
Jogando sozinho, porém, o desafio é alto. O dano causado pelos ARCs é severo, e as mortes são constantes, o que pode frustrar novatos que mal percebem de onde veio o ataque. As armas iniciais também são pouco eficazes contra inimigos mais fortes, e a escassez de munição agrava a dificuldade.
Como fã de jogos PvE cooperativos, encontrei diversão em ARC Raiders, mesmo com a mistura entre PvP e PvE. O visual dos cenários transporta o capricho e, apesar da frustração de perder equipamentos, cada incursão despertou ainda mais interesse. Esse fator de “tentar novamente” é o que torna o jogo tão instigante.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 117
A agilidade é um dos pilares do gameplay, e encontrar o equilíbrio entre movimento e estratégia é essencial. A troca de tiros é tão importante quanto o posicionamento defensivo. As batalhas transmitem sensação de justiça e equilíbrio (somente entre players), algo fundamental quando todo o inventário está em risco. Essa proposta dá mais autonomia e controle sobre cada confronto, atraindo quem busca experiências justas e recompensadoras.
Será necessário um balanceamento no lançamento em relação aos danos causados pelos ARCs durante o jogo. No modo solo, as mortes acontecem com frequência, e as armas iniciais não garantem confrontos equilibrados. Em várias ocasiões, morri ao enfrentar máquinas de menor poder de dano, como drones, sendo necessário disparar múltiplos tiros, o que acabava consumindo toda a munição. Essa questão dos drones é interessante, como eles podem nos encontrar via infravermelho, você já fica pesquisando o tempo inteiro se eles estão na área. A troca de tiros entre jogadores, por outro lado, parecia justa e bem equilibrada para prolongar os confrontos; entretanto, o mesmo não pode ser dito sobre os combates contra as máquinas.
ARC Raiders – Prévia do jogo cooperativo da Embark Studios 118
Enfim…Nosso resumo do teste dos servidores em Arc Raiders
Minha maior preocupação para o lançamento é o balanceamento entre jogadores ocasionais e veteranos. Em jogos do gênero, equipamentos superiores e estratégias de emboscada podem gerar partidas desiguais. A Embark prometeu modos solo com matchmaking separado, mas, em momentos de baixa de jogadores em servidores, o jogo pode unir diferentes perfis de jogadores no mesmo servidor. Além disso, o uso de trapaças é um ponto de atenção. Resta saber se o estúdio conseguirá conter esses problemas.
Em suma, ARC Raiders se mostra um shooter cooperativo inovador, que equilibra ação, estratégia e trabalho em equipe. Com combate fluido, mecânicas justas e um sistema de progressão atraente, forneceu partidas intensas e recompensadoras. O estúdio demonstra cuidado com a comunidade e compromisso com a qualidade, além de ouvir os feedbacks dos participantes em todos os seus testes. Em outras palavras, garantindo uma experiência acessível, divertida e cheia de potencial que esperamos encontrar no seu lançamento em 30 de outubro de 2025.
Por fim, o jogo chegará oficialmente em 30 de outubro de 2025 para as plataformas de PC Windows na Steam, Epic Games Store e no console de PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Caros gamernéfilos, no dia 31 de outubro, teremos mais um lançamento da Bandai Namco com Tales of Xillia Remastered, celebrando os 30 anos da franquia Tales of. O interessante que nesta mesma data é comemorado o Dia das Bruxas (Halloween), apesar de não ser parte oficial do nosso calendário, no Brasil, acabamos aderindo simbolicamente. Desta vez, é Tales of Xillia Remastered, uma nova versão do jogo lançado originalmente em 2011 para o PlayStation 3. Agora, o título chega ao PC Windows, Xbox Series X|S, PlayStation 5 e Nintendo Switch.
A história acompanha os protagonistas Jude Mathis e Milla Maxwell, onde a escolha entre eles altera algumas sequências da narrativa, mas a trama principal continua a mesma. Como de costume de alguns títulos publicados naquele período na indústria com foco em RPG.
O jogo mantém o sistema de combate Dual-Raid Linear Motion Battle System (DR-LMBS), no qual o jogador controla diretamente o personagem principal (“master”), enquanto o parceiro (“linked partner”) é controlado pela IA de suporte.
Tales of Xillia Remastered: Um jogo para conhecer essa franquia 123
Também há o sistema de Link, que conecta os personagens durante as batalhas. Quando o parceiro está “linkado” ao líder, um medidor é preenchido e permite ativar os Linked Artes, ataques combinados entre os dois personagens. Outro destaque é o modo Over Limit: ao atingir certas condições — como o medidor de link completo — o personagem entra em um estado que garante imunidade a interrupções (stagger) e permite executar combos mais longos e poderosos. O sistema de Assault Counter (AC) determina quantos ataques ou ações consecutivas você pode realizar antes que o contador seja reiniciado.
Na progressão de personagem, temos o sistema Lilium Orb, no qual, ao subir de nível, o jogador recebe pontos de crescimento que podem ser aplicados em uma “teia” de habilidades (grid), liberando novas artes e atributos.
Durante a exploração, é possível andar pelo field map e por dungeons, enfrentando inimigos em batalhas em tempo real. O jogo é totalmente em 3D, com áreas amplas para exploração e combates em arenas.
As artes especiais continuam sendo uma marca da série Tales of, mas aqui o sistema de link duplo é o diferencial que dá um toque único ao combate.
Tales of Xillia Remastered: Um jogo para conhecer essa franquia 124
Além disso, a cena de abertura do jogo original, com todo aquele traço de anime, cenário caprichado e o drama na forma como é apresentado, prende nossa atenção para entender cada diálogo. Mesmo que, naquela época, fosse necessário ter um dicionário ao lado para fazer a tradução — já que não havia localização para o português do Brasil —, cada momento era uma verdadeira viagem, pois o trabalho introdutório dos jogos de JRPG sempre foi incrível.
A DOKIDOKI GROOVEWORKS é responsável por esta nova versão do jogo, o estúdio trabalha em franquias aclamadas como Octopath Traveler 0 da Square Enix, Valkyrie Anatomia e outras. Algumas alterações foram adicionadas para fazer sentido no cotidiano atual.
Melhorias para Tales of Xillia Remastered
O remaster inclui mais de 40 conteúdos de DLCs originais — como roupas e itens de suporte — agora integrados ao jogo base.
A Grade Shop, loja usada para adquirir efeitos especiais no jogo, estará disponível desde o início da campanha, diferente do original, em que só era acessível no New Game+.
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Além disso, há um item especial de 50% de desconto para a Grade Shop.
Entre as melhorias de qualidade de vida, temos:
Sistema de auto-save;
Toggle para ativar ou desativar encontros aleatórios;
Ícone de destino no mapa, facilitando a navegação;
Possibilidade de pular cutscenes;
Dash para movimentação mais rápida;
Ajuste de câmera;
Personalização de controle;
Alternância entre dublagem em japonês e inglês;
Correção de erros tipográficos e pequenas mudanças em expressões.
Visuais e Desempenho
O remaster conta com resolução aprimorada, texturas mais limpas e melhorias gráficas para as plataformas modernas.
PS5 e Xbox Series X/S: 60 FPS e 4K como alvo;
PC: suporte a 4K e taxas de quadros variáveis;
Nintendo Switch: 30 FPS, com 1080p no modo docked e 720p no modo portátil.
Mecânicas e Estrutura
O sistema DR-LMBS permanece o mesmo — com o combate baseado em link, Over Limit e Linked Artes. A escolha de protagonista, a progressão via Lilium Orb e a história original também permanecem intactas. O foco do remaster é modernizar, e não reformular o conteúdo.
Vale a pena jogar?
Se você nunca jogou a série Tales of, com base na minha experiência com o original, posso dizer que, se mantiver e adicionar as melhorias prometidas, Tales of Xillia Remastered é uma ótima porta de entrada — especialmente para quem gosta de JRPGs. As melhorias mecânicas e gráficas mostradas nos vídeos divulgados pela Bandai Namco revelam um jogo mais fluido e acessível.
Esse relançamento haverá duas versões, a padrão e a Deluxe. Com preço na Deluxe para PC em R$ 274,50 com as DLCs incluídas, o valor acaba se justificando.
Enfim, pode até haver questionamentos sobre se este é o jogo ideal para celebrar os 30 anos da franquia, mas, sempre que surge um novo título da série Tales, é difícil não ficar animado para jogar. Como vocês já sabem, em 31 de outubro de 2025, estejam prontos para Tales of Xillia Remastered nos consoles PlayStation, Xbox e Switch; a versão de PC via Steam estará disponível um dia antes.
A Brasil Game Show 2025 (BGS 2025) ocorreu entre os dias 9 a 12 de outubro no Distrito do Anhembi na cidade de São Paulo, trazendo mais de 60 títulos indies. No entanto, poucos títulos chamaram tanta atenção quanto Eden’s Frontier, projeto independente brasileiro desenvolvido pela Frontiers Group Entertainment. Mesmo sendo de desenvolvedores iniciantes, o título se apresenta como um universo multimídia que combina o charme dos JRPGs clássicos com a profundidade narrativa dos quadrinhos; oferecendo ao público uma experiência imersiva e cheia de personalidade.
Idealizado e dirigido por Jean Felipe, Eden’s Frontier começou a ser desenvolvido em 2023 com a proposta de unir duas linguagens que o influenciou sua adolescência e fase adulta: os videogames dos anos 1990 e 2000 e a narrativa visual dos quadrinhos. O resultado é um projeto que exibe trabalho de amor, transformando-se em uma obra que dialoga com fãs de diferentes gêneros e estilos.
Durante a BGS 2025, o público pôde testar uma demo exclusiva de 20 minutos, ambientada em uma caverna misteriosa repleta de segredos e criaturas. O protagonista, Blu, da raça Bluveil, conduz o jogador por uma jornada que mistura exploração, ação e emoção. A jogabilidade mescla os elementos estratégicos dos JRPG com a fluidez dos hack ’n slash, equilibrando nostalgia e modernidade de maneira harmoniosa.
Além do game, o estande de Eden’s Frontier também apresentou sua HQ gratuita de 43 páginas, acessível por QR Codes espalhados pelo local. A história acompanha Hiro, um adolescente que acorda de um sonho enigmático apenas para descobrir que sua realidade foi alterada de forma misteriosa. O quadrinho funciona como um prólogo para os eventos do jogo, apresentando os primeiros personagens e locais desse vasto universo.
Imagem: Frontiers Group Entertainment
Mecânicas dinâmicas e um mundo em constante mudança
Conforme a equipe da Frontiers Group, o jogo contará com sistema de dia e noite, condições climáticas variáveis e eventos dinâmicos que alteram o comportamento dos inimigos e do ambiente. Essas mecânicas prometem dar vida a um mundo orgânico, no qual as decisões do jogador influenciam diretamente o rumo da narrativa.
Outro destaque é o sistema de cartas equipáveis, que modifica habilidades e estratégias de combate. Essa funcionalidade adiciona uma camada tática inspirada em card games, permitindo que cada jogador desenvolva seu próprio estilo de luta. Também será possível recrutar personagens para reconstruir a Cidade de Espiral, um centro de operações que evolui conforme o progresso da história.
As batalhas contra chefes principais, cada um representando um dos sete pecados capitais, visam unir intensidade e simbolismo. Segundo o diretor Jean Felipe, cada confronto trará não apenas desafios mecânicos, mas também momentos narrativos que aprofundam a mitologia do universo de Eden’s Frontier.
Imagem: Frontiers Group Entertainment
Nostalgia e inovação em perfeita sintonia
Visualmente, o título aposta em uma pixel art em alta definição integrada a cenários tridimensionais, criando uma estética híbrida trazendo o passado sem abrir mão das inovações técnicas atuais. A trilha sonora, composta por faixas melódicas e sintetizadas, transbordam o sentimento de nostalgia, evocando memórias de clássicos como Chrono Trigger e Final Fantasy VI, mas com uma identidade autoral e contemporânea.
Entre os cenários confirmados, o bairro da Liberdade, em São Paulo, aparece como uma homenagem à cultura japonesa e à diversidade brasileira, influências que permeiam toda a construção artística do projeto. Essa ambientação caracteriza a conexão emocional do jogo com o público nacional, ao mesmo tempo, em que amplia seu apelo internacional.
Imagem: Frontiers Group Entertainment
Um futuro promissor para Eden’s Frontier
Com o primeiro capítulo da HQ já disponível gratuitamente no site oficial, Eden’s Frontier segue em desenvolvimento para PC (Windows) e já pode ser adicionado à lista de desejos na Steam. A equipe da Frontiers Group também planeja levar o título para “todos os consoles possíveis” após o lançamento inicial.
Nos próximos meses, o estúdio pretende expandir o universo com novos capítulos da HQ e atualizações jogáveis, reforçando o elo entre as duas mídias e aprofundando a experiência narrativa. A meta é transformar Eden’s Frontier em uma franquia viva, que evolui com sua comunidade de fãs.
Eles não querem ser vistos somente como um jogo indie, Eden’s Frontier possui ambição do encontro entre a nostalgia e o moderno, com a influência do poder criativo dos desenvolvedores brasileiros e mostrando como paixão e talento podem dar origem a algo verdadeiramente único. Ainda sem data prevista de lançamento, segundo os desenvolvedores o plano é que em 2027 o jogo já esteja pronto para seu lançamento oficial.