A prévia do episódio 19 do anime Tougen Anki foi divulgada. Com a paranoia crescendo em Mikado, percebemos que os planos de Shinya Momoiwa estão seguindo o caminho desejado. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. O streaming lhe proporciona 7 dias gratuitos para conhecer todo catálogo das produções asiáticas.
Sem pistas sobre o paradeiro da “Kanto Nuts Union”, grupo responsável pelo sequestro de Jin Kougasaki, Shiki Ichinose recorre novamente a Mikado em busca de ajuda. Determinado a descobrir a verdade, Mikado realiza uma investigação noturna e segue até o esconderijo do grupo, pronto para confrontar os fatos pessoalmente.
O episódio anterior mostrou Jin e Shiki chegando ao local que eles estavam buscando, apenas para encontrá-lo pegando fogo. Agora, eles suspeitam que exista alguém brincando com eles e com isso, atacando aos poucos o psicológico de Kougasaki.
Ao mesmo, vemos Shinya plantando dúvidas na cabeça de Mikado, em relação a Natsu (que, na verdade, é Shiki), sobre os locais que estão sofrendo com incêndios. Entretanto, Mikado ainda quer acreditar que Natsu é uma pessoa confiável, porém as desconfianças já estão lá e a amizade entre os dois está próxima do fim.
O episódio 19 de Tougen Anki estreia na próxima sexta-feira, dia 21 de novembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 21 de novembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além do anime desta publicação, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A continuação de “Wicked” chega hoje aos cinemas e é considerada um dos lançamentos mais esperados do ano. A nova parte da história, estrelada por Ariana Grande e Cynthia Erivo, ganha ainda mais impacto nos formatos especiais disponíveis nas principais redes do país.
As salas IMAX oferecem telas enormes e curvadas, projeção nítida e som potente, o que reforça a imersão no visual vibrante e no clima mágico de Oz. Em XPLUS, a imersão sonora domina a experiência. Com dezenas de caixas DOLBY ATMOS distribuídas pelo ambiente, o público é envolvido por um áudio tridimensional que realça cada música e cada detalhe.
Quem prefere assistir com máximo conforto pode optar pelas salas VIP, que contam com poltronas reclináveis, atendimento dedicado e cardápio gourmet. Já as salas 4DX levam a sessão a outro nível, com mais de vinte efeitos sensoriais como vento, chuva, aromas e cadeiras em movimento, criando a sensação de estar dentro da história. Ou seja, todo o conforto e tecnologia que as salas de cinema do Brasil oferecem hoje. Principalmente se você for uma pessoa com quase dois metros de altura como eu, que raramente encontra uma poltrona realmente confortável. Ter uma sessão que atenda a isso já faz toda a diferença.
Onde encontrar os melhores locais para assistir ao filme
Apesar deste artigo não possuir filiação com nenhuma empresa exibidora do longa-metragem, indico o site do agregador de cinemas Ingresso.com. Ali você encontra as sessões em cartaz mais próximas da sua casa, além de combos especiais e itens temáticos que muitos cinemas estão oferecendo para o filme.
“Wicked: Parte II” chega oficialmente em 20 de novembro de 2025, para encerrar a saga com força e encontra nas diferentes tecnologias de exibição uma forma de ampliar o encanto e deixar a experiência ainda mais marcante.
A BAFTA anunciou novas atrações para o BAFTA Games in Concert, evento que une trilhas sonoras de videogames a grandes apresentações orquestrais. Entre os destaques revelados estão Helldivers 2, Returnal, Fallout 4 e Far Cry 4, que entram oficialmente no line-up da estreia mundial marcada para 31 de janeiro de 2026, em Londres.
A performance inaugural acontece no Royal Festival Hall, no Southbank Centre, com a presença do coral London Voices e da BBC Concert Orchestra, composta por 65 músicos. A banda Sea Power, vencedora do BAFTA Games Award de Música por Disco Elysium em 2020, também sobe ao palco.
VIP Meet & Greet com compositores premiados
Segundo os organizadores, fãs que garantirem ingresso para a estreia poderão adquirir um adicional para participar do VIP Meet & Greet após o concerto. A experiência inclui sessão de autógrafos, brunch, além da presença de nomes importantes da música para games:
Austin Wintory (Journey)
Jesper Kyd (Assassin’s Creed, Hitman)
Borislav Slavov (Baldur’s Gate 3)
Mais convidados serão anunciados nas próximas semanas.
Turnê pelo Reino Unido começa em maio de 2026
Depois do evento em Londres, o espetáculo segue para outras cidades britânicas em uma turnê promovida pela Kilimanjaro Live, Esk e Nibbs Events. As datas confirmadas são:
23 de maio — Gateshead, The Glasshouse
31 de maio — Bristol, Beacon
4 de junho — Edinburgh, Usher Hall
5 de junho — Glasgow, Royal Concert Hall
6 de junho — Birmingham, Symphony Hall
7 de junho — Manchester, Aviva Studios
Novos locais devem ser adicionados em breve.
Line-up completo das trilhas que serão executadas
Novos títulos anunciados
Helldivers 2 — Wilbert Roget II
Fallout 4 — Inon Zur
Disco Elysium — Sea Power
Ori and the Will of the Wisps — Gareth Coker
Returnal — Bobby Krlic
Uncharted 2: Among Thieves — Greg Edmonson
Far Cry 4 — Cliff Martinez
Virginia — Lyndon Holland
Produções já confirmadas anteriormente
Everybody’s Gone to the Rapture — Jessica Curry
Baldur’s Gate 3 — Borislav Slavov
Hitman: Contracts — Jesper Kyd
Tomb Raider: Legend — Troels Brun Folmann
Assassin’s Creed — Jesper Kyd
Cuphead — Kris Maddigan
Journey — Austin Wintory
Line-up oficial da turnê BAFTA Games in Concert 2026, com apresentações em Londres, Gateshead, Bristol, Edinburgh, Glasgow, Birmingham e Manchester.
BAFTA destaca impacto da música nos games
Para Jane Millichip, CEO da BAFTA, o concerto revela o valor artístico e o impacto da música produzida para jogos:
“O BAFTA Games in Concert está se tornando uma celebração especial — tanto para fãs de videogames quanto para apreciadores de música sinfônica. Estamos animados em adicionar Helldivers 2, Fallout 4, Far Cry 4 e Returnal ao programa, com arranjos orquestrais exclusivos dos compositores originais.”
Jesper Kyd, compositor de Assassin’s Creed e Hitman, também revelou que preparou duas novas suítes especialmente para os concertos:
“Trabalhei em uma nova suíte de Assassin’s Creed com músicas dos dois primeiros jogos, além de uma suíte inédita de Hitman baseada no meu trabalho em Hitman: Contracts. É uma honra participar dessa celebração da música nos games.”
Ingressos e informações
Mais detalhes sobre reservas, ingressos e opções de Meet & Greet podem ser encontrados no site oficial: liveconcert.games.
Fique ciente que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das marcas e empresas citadas nesta publicação.
A Microsoft realiza nesta quinta, 20 de novembro, às 15h (horário de Brasília), mais uma edição do Xbox Partner Preview em 2025. A transmissão vai destacar novos jogos de estúdios parceiros, incluindo IO Interactive, Eclipse Glow Games e THQ Nordic. O evento também trará anúncios ligados ao Game Pass.
Entre os destaques confirmados estão novos conteúdos de 007 First Light, um trailer ampliado de jogabilidade do RPG de fantasia sombria Tides of Annihilation e novidades de Reanimal, novo projeto de terror do estúdio responsável por Little Nightmares. O título que provavelmente terá sua data de lançamento revelada. Todos os títulos exibidos serão compatíveis com o programa Xbox Play Anywhere, o que permite jogar no console, PC e dispositivos portáteis usando uma única cópia.
A apresentação será conduzida pela atriz Jennifer English, voz da protagonista Gwendolyn em Tides of Annihilation e Maelle de Clair Obscur Expedition 33 — Indicada por sua performance no The Game Awards 2025. O Xbox Wire vai publicar conteúdos exclusivos e bastidores logo após a transmissão.
O evento será exibido nos canais oficiais da marca no YouTube, Twitch e TikTok. Apenas o YouTube terá transmissão em 4K a 60 fps. Haverá suporte de legendas ao vivo em vários idiomas, incluindo português do Brasil, e versões acessíveis com Descrição em Áudio e Língua de Sinais Americana. Se desejar conferir, basta apertar o player no início desta publicação.
Quem não puder acompanhar ao vivo terá acesso a um resumo completo em nosso site sobre tudo o que rolou do eventos com anúncios e detalhes aprofundados.
A Microsoft também orienta criadores de conteúdo a evitar músicas protegidas por direitos autorais em análises pós-evento, para reduzir riscos de bloqueios automatizados.
Como comentado anteriormente, o filme Make a Girl, inicialmente previsto para estrear nos cinemas brasileiros em 13 de novembro, teve sua data de lançamento atualizada. A Sato Company confirmou, nesta segunda-feira (18), que o longa chegará oficialmente às telonas no dia 11 de dezembro.
Lançado no Japão em 31 de janeiro deste ano, Make a Girl marca a estreia de Gensho Yasuda na direção de longas-metragens. Além de dirigir, Yasuda também assina o roteiro e os storyboards da produção, que adapta uma obra de sua própria autoria, um romance premiado que posteriormente deu origem ao curta independente Make Love, disponível no YouTube do criador.
(Divulgação)
A narrativa traz uma ficção científica ambientada em um futuro próximo e acompanha o cientista Akira Mizutamari. Após alcançar reconhecimento por desenvolver um robô capaz de auxiliar em tarefas do cotidiano, Akira enfrenta um bloqueio criativo e não consegue conceber novas invenções. Em meio à frustração, ele recebe de um amigo a sugestão inesperada de que talvez precise de uma namorada. Surge, então, a androide ZERO. A partir desse momento, o filme explora os conflitos existenciais da própria criação, que questiona sua identidade e a legitimidade de seus sentimentos programados.
Produzido pelo estúdio do próprio Yasuda, o longa teve distribuição japonesa realizada pela Kadokawa. A trilha sonora também merece destaque: a música tema, “Hana Hoshi”, foi composta por Eve, artista conhecido por assinaturas marcantes em animações como The Promised Neverland, Blue Box, Chainsaw Man e a primeira abertura de Jujutsu Kaisen. A voz original da personagem ZERO é interpretada por Atsumi Tanezaki, famosa por dar vida à Anya Forger em SPY x FAMILY.
Imagem: Kadokawa Animation
Ao longo de 2024, a Sato Company já foi responsável por diversos lançamentos nos cinemas brasileiros, incluindo Totto-chan: A Menina na Janela, Detetive Conan: O Pentagrama de Milhões de Dólares, além do Ghibli Fest e da exibição especial de Princesa Mononoke em IMAX. Nesta mesma semana, a distribuidora lança também a versão remasterizada de Angel’s Egg, no dia 20 de novembro.
A rede McDonald’s lançou uma parceria com Hawkins para trazer um combo temático inspirado em Stranger Things 5. A quinta e última temporada, com lançamento previsto para o dia 26 de novembro, está gerando uma grande agitação para ver esse desfecho. No último fim de semana, o Méqui já havia realizado um evento no qual deixou suas fachadas piscando simultaneamente em todo o país, gerando curiosidade em quem visitava suas unidades.
Agora ficou claro do que se tratava: a colaboração entre o McDonald’s, maior rede de fast food do mundo, e a Netflix, a maior plataforma de streaming. O combo traz uma experiência completa para deixar os fãs querendo aproveitar esse momento épico que certamente ficará registrado. Eleven e sua turma marcaram época com episódios e uma trama incrível — e só quem acompanhou desde o início sabe o que significa chegar a este final.
Intitulado “Fome Estranha de Méqui”, nome sugestivo que remete à série, o combo reforça aquele tom especial para quem é fã. A campanha apresenta duas opções de combos. A primeira inclui o Stranger Burger Sandwich, preparado com hambúrguer e pão invertido, acompanhado de batata frita e da bebida Hawkins McFloat — a clássica mistura de Coca-Cola com sorvete. Para a sobremesa, a aposta é a Walkie Torta, feita com massa de chocolate e recheio de frutas vermelhas.
Detalhes do combo
Além disso, o combo vem com copo temático, caixa exclusiva, Stranger Chicken Sandwich, Scoops Sandwich e outros itens especiais que completam a experiência, garantindo uma refeição temática divertida e memorável para quem é fã de Stranger Things 5. Infelizmente, os colecionáveis não estão disponíveis na edição para o Brasil, mas o Fome Estranha de Méqui ainda oferece uma experiência completa.
O preço informado pela colaboradora Jana — que adquiriu o combo — foi R$ 48,90, valor pago por ela para experimentar o kit completo que você confere nas imagens a seguir. (O valor pode sofrer variações dependendo da unidade)
(Divulgação)
A Netflix quer entregar um desfecho épico este ano, e essa inspiração do Méqui é mais uma das colaborações desenvolvidas para Stranger Things 5. As vendas estarão disponíveis em todas as unidades físicas e também no delivery. Se você é admirador da franquia e de seus personagens, esta é uma opção divertida para maratonar a série degustando o Fome Estranha, inspirado em uma das produções mais nostálgicas dos últimos tempos.
Além disso, parte do elenco estará presente em encontros com fãs na próxima semana no Brasil.
Fique ciente de que este artigo só foi possível graças à colaboração e ao material liberado por Jana Souza, que esteve presente no spoiler desse combo especial. Nosso site não possui vínculo com as marcas citadas nesta publicação e tampouco recebeu qualquer incentivo. O intuito é apenas mostrar e incentivar locais que tragam um pouco mais da cultura pop e do entretenimento como parte do nosso editorial.
Finalizando assista ao vídeo institucional desta novidade do McDonald’s.
A Batalha dos 100: Ásia, o reality show fitness da Netflix, encerrou recentemente sua temporada spin-off de A Batalha dos 100. A produção, que já é tradicionalmente coreana, inovou este ano ao reunir atletas de oito países diferentes em uma disputa de força, resistência e superação física. A proposta era justamente essa: colocar frente a frente corpos treinados ao extremo — crossfiteiros, bodybuilders, atletas de resistência e competidores com habilidades variadas.
A diversidade chamou atenção desde o início. Cada país trouxe não só sua própria filosofia de treinamento, mas também estilos corporais totalmente diferentes. A ideia era provar quem realmente tinha o melhor desempenho físico em provas que exigiam força bruta, estratégia e fôlego interminável.
Neste artigo você encontra:
Mesmo assim, havia uma expectativa curiosa: apesar de ser o país anfitrião e produtor, a Coreia do Sul parecia que não iria tão longe desta vez. Turquia, Austrália e até o próprio Japão começaram a se destacar logo nos primeiros desafios, deixando a impressão de que a Coreia poderia sair antes do esperado — algo que ninguém imaginava acontecer em uma competição produzida por eles.
O ponto de virada: quando a Coreia ressurgiu “milagrosamente”
Nos episódios finais, a narrativa mudou de um jeito que deixou muita gente de sobrancelha levantada. A Coreia, que vinha tropeçando e parecia ameaçada, ressurgiu exatamente no momento mais decisivo: o desafio Deathmatch.
O formato dessa prova dizia que seis competidores por país participariam, mas havia uma regra importante: quem tivesse disputado a prova anterior não poderia entrar no Deathmatch.
E aqui começa a parte… curiosa.
Enquanto Austrália e Mongólia entraram com apenas um competidor masculino, completando suas equipes com duas mulheres, a Coreia conseguiu colocar três competidores homens, que naturalmente têm vantagem em provas de carga extrema.
Coincidência? Estratégia? Experiência em reality fitness? Tudo isso é possível. Mas não dá para negar que o clima ficou estranho — ainda mais porque o desafio consistia em completar voltas carregando 1.200 kg presos em duas bolas de ferro. Uma prova que exige força bruta na sua forma mais pura.
Foi como se a Coreia soubesse antecipadamente que essa prova seria a mais pesada de toda a etapa, escolhendo exatamente a formação mais favorável para esse cenário.
(Divulgação)
Não dá para afirmar nada, mas o desconforto ficou evidente entre os fãs do programa.
Japão, Mongólia e Coreia — a final que ninguém imaginava desse jeito
Após o Deathmatch, a Coreia passou com vantagem. O Japão já estava automaticamente classificado por vencer a prova anterior. E a Mongólia conseguiu eliminar a Austrália.
Assim, a final ficou entre:
Japão
Mongólia
Coreia do Sul
Na etapa final, o desafio era transportar uma carroça e levá-la para dentro de um castelo. Antes disso, os competidores precisavam subir a ponte do castelo, que só subiria com uma combinação de força, técnica e sincronia.
A Coreia foi a primeira a competir e passou o desafio com uma tranquilidade impressionante. A Mongólia teve mais dificuldade, mas conseguiu.
E então veio o mais estranho de tudo: o Japão — que era o grande favorito — simplesmente não conseguiu fazer o portão subir.
Nada funcionava. Por alguma razão, eles não encontraram o ponto certo, a técnica certa ou a força necessária.
O episódio não explica o suficiente para entendermos o que aconteceu. Não fica claro se foi erro de estratégia, falha de comunicação ou simplesmente azar.
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Mas, considerando toda a rivalidade histórica entre Japão e Coreia, não demorou para que fãs ficassem desconfiados, perguntando nas redes sociais se havia algo “fora do normal”. Com a eliminação da equipe japonesa, ficou fácil para os sul-coreanos vencer os mongóis na última e decisiva prova.
Coincidência, roteiro ou manipulação? A dúvida que ficou no ar
A verdade é que jamais teremos uma confirmação oficial. Mas a combinação de fatores — a reviravolta da Coreia, a composição “perfeita” da equipe no Deathmatch, o Japão travando na ponte do portão, e a edição que não mostrou claramente o erro — criou um ambiente fértil para questionamentos. Principalmente na plataforma do Reddit, há comentários mistos sobre esses acontecimentos dos episódios finais.
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A Batalha dos 100 sempre foi um programa focado em superação, honra física e o espírito da competição. Mas A Batalha dos 100: Ásia acabou trazendo um sabor diferente: o de que nem tudo pode ter sido tão natural assim.
No fim das contas, o programa mostrou que todos os países querem competir de forma igualitária, mas reviravoltas inesperadas (ou convenientes) podem mudar tudo de uma hora para outra.
O spin-off do reality show fitness que no original é intitulado de “Physical: Asia” pode ser assistir na plataforma de streaming online da Netflix.
São Paulo, 19 de novembro de 2025 – A Crunchyroll atualizou detalhes de sua participação na CCXP25 com o conceito “A Casa do Anime”, que funcionará como espaço central para os fãs interagirem com as principais séries da plataforma. Entre as atrações do estande estão experiências de Gachiakuta, Diários de uma Apotecária, JUJUTSU KAISEN e Dr. STONE. Que você já acompanha prévias dos episódios semanais em nosso site.
Pela primeira vez no Brasil, o evento contará com um Estúdio de Dublagem. Três cabines permitirão que os fãs coloquem suas vozes nos personagens de seus animes favoritos, sob orientação de profissionais do estúdio DuBrasil, um dos maiores do país no segmento. A ativação estará disponível durante todo o período do evento, de 4 a 7 de dezembro.
Além das experiências interativas, os visitantes poderão participar de painéis e sessões especiais. Na sexta-feira (5), o Blast Stage recebe um painel de Gachiakuta com os produtores Isao Tagai, da Kodansha, e Hirotsugu Ogo, da Avex Animation Labels Inc. No mesmo dia, haverá uma exibição especial de animes de romance, incluindo You and I are Polar Opposites, Go For It, Nakamura-kun!! e Hana-Kimi.
Imagem reprodução
No sábado (6), o Palco Thunder promove um painel da Crunchyroll com anúncios de novidades da plataforma e destaque para My Hero Academia. À noite, o Blast Stage exibirá animes de ação, como a nova temporada de Hell’s Paradise e o primeiro episódio de Sentenced to be a Hero.
O estande também oferece aos visitantes a chance de concorrer a prêmios exclusivos ao participar das atividades e completar o circuito de experiências. Se é um leitor recorrente do MeUGamer já conhece os nossos famosos guias de brindes que outros veículos tentam nos copiar, mas nunca com a mesma qualidade. Esses prêmios exclusivos divulgaremos quando a produção do estande disponibilizar informações desses itens.
Outro detalhe, são que novamente este ano, as credenciais do evento são inspiradas em animes exibidos na plataforma de streaming da Crunchyroll.
Por fim, o local terá atrações para todos os fãs de animes com atrações interessantes e recordações épicas.
Serviço – CCXP25
Data: 04 a 07 de dezembro de 2025
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP
Horários:
Spoiler Night (Exclusivo Epic Pass, Unlock+CCXP, Imprensa e Convidados): 03/12, 18h às 21h
Entre tantas obras marcantes da animação japonesa, poucas desafiam tanto a compreensão do espectador quanto Angel’s Egg (Tenshi no Tamago). Dirigido por Mamoru Oshii e lançado em 1985 pela Tokuma Shoten, o OVA de 71 minutos é um verdadeiro exercício de arte experimental. A Sato Company traz aos cinemas brasileiros esta obra remasterizada a partir de 20 de novembro de 2025.
Hoje cultuado como uma joia incompreendida, o filme foi um fracasso comercial em sua estreia, algo compreensível diante da complexidade e da ausência de narrativa convencional que o tornam, paradoxalmente, uma das obras mais “únicas” do cinema de animação. Mas como definir algo que parece escapar de qualquer definição? Angel’s Egg é, antes de tudo, uma experiência. Uma imersão no vazio, na simbologia e na contemplação visual, um filme que exige mais do espectador do que oferece respostas.
Neste artigo você encontra:
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
A simplicidade da história e o peso do silêncio
Em sua essência, a trama é surpreendentemente simples: uma menina sem nome vaga por uma cidade deserta carregando um grande ovo sob o vestido. Durante o percurso, encontra um homem misterioso, possivelmente um soldado, e entre eles se estabelece uma silenciosa relação de confiança e ruína.
Pouco é dito, e menos ainda é explicado. O filme é marcado por longos trechos sem diálogo, trilha sonora mínima e uma ambientação sufocante, que reforça o clima de abandono e incerteza. A primeira fala surge apenas após vinte minutos, e cada som de passos ou gotas d’água parece carregar mais peso do que qualquer palavra.
O que pode ser um problema, para aqueles que estão acostumados com uma abordagem diferente para filmes de animes. Só ver os últimos casos, como Demon Slayer ou Chainsaw Man, que contemplação e tempo longos sem diálogos não aparecem nessas obras.
Essa escolha estética não é casual, o silêncio em Angel’s Egg é parte fundamental da narrativa. Ele amplia a sensação de solidão e reforça o contraste entre presença e ausência, luz e sombra, movimento e imobilidade, temas centrais para compreender a proposta do filme.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
Uma fábula visual sem respostas fáceis
Apesar de sua aparente simplicidade, a história levanta uma infinidade de perguntas que jamais são respondidas:
Quem é a menina?Quem é homem?O que representa o ovo? Por que o homem o destrói? O que é aquele mundo? O que aconteceu para estar naquele estado?
Essas dúvidas não existem para serem solucionadas, mas para provocar reflexão.
Angel’s Egg é construído como uma pintura animada, onde cada cena parece um quadro repleto de significados possíveis. O uso do claro e escuro, da simetria e da composição cênica transforma o filme em uma galeria de símbolos. Um exemplo marcante é o primeiro encontro entre os protagonistas: a menina aparece à luz, o homem à sombra, e ambos se encontram no limiar entre os dois mundos, uma representação visual do desconhecido e da dualidade entre pureza e ameaça.
O espectador é convidado não a compreender, mas a sentir. Julgar Angel’s Egg pelos critérios tradicionais de narrativa é inútil; ele não busca contar uma história, e sim provocar uma experiência estética e emocional.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
O simbolismo e as múltiplas interpretações
Parte da força de Angel’s Egg está em sua simbologia densa e ambígua. Elementos como a água, o ovo, a cruz e a arca evocam referências religiosas e mitológicas. O homem, por exemplo, carrega uma arma em forma de cruz, uma possível alusão à figura de Cristo, enquanto a menina protege um ovo, tradicional símbolo de criação e renovação.
Esses símbolos, porém, são apresentados sem explicação ou contexto, o que abre espaço para inúmeras leituras. Seria o ovo uma metáfora para a fé? Para a pureza? Ou para a própria esperança da humanidade?
Nada é dito de forma explícita, e qualquer tentativa de “decifrar” o filme resulta em hipóteses, jamais em conclusões.
Essa ausência de respostas é justamente o que fascina e frustra o público. Para alguns, o filme é uma obra filosófica profunda; para outros, apenas um exercício pretensioso de abstração. A verdade é que Angel’s Egg não se importa em ser compreendido. Ele se sustenta na dúvida, e é justamente aí que reside seu poder.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
Arte, contraste e contemplação
Do ponto de vista técnico, o filme é impecável. A animação, mesmo para os padrões de 1985, é incrivelmente detalhada. Os cenários sombrios e a iluminação difusa criam uma atmosfera onírica e melancólica, enquanto o contraste entre luz e escuridão intensifica o sentimento de isolamento.
A trilha sonora, composta por Yoshihiro Kanno, surge em momentos pontuais, como um sussurro que acompanha o vazio. Quando o som desaparece, o silêncio fala mais alto, e essa alternância entre som e ausência cria um ritmo quase hipnótico.
É importante destacar, porém, que o filme é escuro demais em vários momentos, o que pode dificultar a percepção de detalhes importantes. Assistir em alta resolução é essencial para aproveitar plenamente a riqueza visual de cada quadro.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
Angel’s Egg como experiência artística
Mais do que um filme, Angel’s Egg é uma instalação visual em movimento. Sua força está na contemplação, na maneira como combina simbolismo religioso e existencialismo em uma narrativa mínima, mas visualmente exuberante.
Ao analisá-lo, é inevitável compará-lo à arte medieval e às pinturas sacras, repletas de signos e metáforas que hoje nos escapam. Assim como essas obras, Angel’s Egg parece pedir um tipo de leitura que vai além do racional, uma leitura simbólica, intuitiva e emocional.
O resultado é um anime que divide opiniões: alguns o consideram uma obra-prima, outros o veem como algo hermético e indecifrável. Mas todos concordam em um ponto, trata-se de uma experiência única, impossível de comparar a qualquer outra dentro da animação japonesa.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
O que torna Angel’s Egg inesquecível?
Angel’s Egg é o tipo de filme que desafia o espectador a abandonar as convenções. Ele não busca explicar, mas sugerir; não narra, mas evoca. É uma obra que só poderia existir dentro do meio audiovisual, explorando ao máximo a relação entre imagem, som e silêncio.
Para alguns, será um filme enigmático e frustrante. Para outros, uma experiência espiritual e artística inigualável. De qualquer forma, vale a pena assistir, nem que seja apenas para sentir o desconforto e a estranheza de algo verdadeiramente diferente.
O filme por si só não vai conseguir ajudar a entender algumas questões que ficam em aberto. Ao desenrolar da trama existem duas opções, ou aceitamos o caminho que o filme segue, ou nos frustramos pelas faltas de respostas que ele deixa.
Uma coisa é certa, não um filme que agradará a todos, pode até gerar uma certa curiosidade, mas, se não estiver de cabeça aberta para deixar de lado suas dúvidas e questões que não são abordados, apenas sairá com a sensação de que é apenas um filme bonito e vazio narrativamente. No fim das contas, Angel’s Egg não é bom nem ruim: ele simplesmenteé. E isso já o torna inesquecível.
Enquanto o longa-metragem deste anime estiver em cartaz nos cinemas brasileiros, é possível consultar sessões em diversos sites, entre eles o Ingresso.com. Fique ciente de que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das empresas ou marcas mencionadas nesta publicação. No entanto, como parte do nosso compromisso em informar nossos leitores, indicamos locais que facilitem suas vidas na hora de conferir uma produção da qual são fãs. Ressaltamos ainda que o MeUGamer pode receber uma pequena comissão em publicações que contenham links de afiliados — o que contribui para manter o site independente.
Charlie Cox é um dos atores que muitos acabam não colocando no hall de talentos com características únicas em Hollywood. Assim que Clair Obscur: Expedition 33 foi lançado, o grande destaque passou a ser o reconhecimento que o protagonista Gustave recebeu dentro da indústria dos games. Pois a Sandfall Interactive, estúdio do título, selecionou diversos atores para adentrar nesta jornada de Lumiére distópica.
Entre eles, o ator conhecido globalmente por diversos personagens e o mais em recente evidência, o temeroso nosso demônio de Hell’s Kitchen, o Demolidor. Sua interpretação nas três primeiras temporadas, interpretando o advogado cego Matt Murdock que em momentos oportunos se transforma no vigilante para lutar contra grandes reis do crime da sua localidade, lhe rendeu elogios. E mesmo a Disney adquirindo novamente os direitos da série para exibição em seu streaming, que outrora passava na Netflix, Cox continuou na continuação em Demolidor: Renascido, lançado este ano na plataforma do Disney Plus.
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Se fosse apenas para destacar o ator na qualidade e desenvoltura, estaria sendo leviano, pois outros atores como Ben Starr interpretando Verso, Jennifer English como Maelle e até Andy Serkis como o principal algoz Renoir estavam à mesma altura. Contudo, sabemos o quanto a área da dublagem é concorrida e há talentos imensuráveis nessa indústria, e o fato de Charlie Cox conseguir destaque dentre tantos mostra o quanto ele incorporou ao seu personagem.
Embora, a captura de movimento de Gustave ficou a cargo de Maxence Cazorla, o que deixa claro que cada parte da interpretação teve sua própria contribuição no resultado final. Isso o coloca disputando contra nomes que já têm experiência avançada tanto em voz quanto em performance, o que torna sua indicação ainda mais instigante. Ademais, em uma prévia sobre as indicações para o TGA 2025, mencionei que o ator seria um dos indicados para Melhor Performance.
Além disso, ele não possui um vasto currículo na dublagem. Seus trabalhos são praticamente em papéis com personagens mais dramáticos que exigem interpretação. Esse é provavelmente um dos motivos por ter conseguido entregar uma imersão para Gustave. Como o jogo exibe uma carga dramática, é necessário transpassar isso para os usuários que estão jogando. Já que se você quer entregar sentimentos, o trabalho facial e os diálogos devem por si só ser impactantes. Caso contrário, será um jogo sem vida e com personagens que você não lembra de nada após encerrar o jogo.
O jogo traz muitas linhas de diálogos no melhor estilo dos jogos da Square Enix e outras distribuidoras japonesas, no melhor estilo dos clássicos JRPG. Os próprios desenvolvedores citaram que tiveram vasta inspiração em jogos como o próprio Final Fantasy VIII. Posso afirmar que é também um dos meus favoritos da franquia.
O clima de tensão e tristeza é exibido nas palavras de Gustave, principalmente quando perde sua amada Sophie. Confesso que sempre que olho para o personagem lembra bastante o ator Robert Pattinson. Como a Sandfall pensou em Charlie Cox, mas mirou Edward Cullen de Crepúsculo. Já que as características faciais lembram demais Pattinson. Detalhes e brincadeiras à parte, esse tipo de reconhecimento pode ser uma tendência futura, à medida que atores comecem a entender que esse é um mundo pouco explorado por eles. São raros os casos em que atores consagrados acabam aceitando participar de uma dublagem oficial de um jogo.
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Apesar de não ser inédito, nos últimos anos alguns nomes começaram a participar ativamente. Um caso mais recente é Norman Reedus e Elle Fanning na continuação de Death Stranding 2: On the Beach. Mas em Clair Obscur: Expedition 33, com três indicações, apenas Reedus conseguiu sua convocação para a lista por sua performance como Sam Porter Bridges. O jogo francês dominou essa lista e Jennifer English e Ben Starr também receberam suas indicações.
Quais as chances de Charlie Cox no The Game Awards 2025?
Outros indicados na categoria de Melhor Performance são Troy Baker interpretando Dr. Henry Walton “Indiana” Jones Jr. em Indiana Jones e o Grande Círculo; Erika Ishii por Atsu com o jogo Ghost of Yotei; finalizando com Konatsu Kato por Hinako Shimizu em Silent Hill f. Para Charlie Cox não será nada fácil, já que há três nomes queridinhos do júri que foram indicados, Baker, Ishii e Starr. Esses são tradicionais nomes conhecidos na indústria dos games, além de seguirem algumas regras que o júri atual compactua.
Mas no quesito atuação, se fosse para escolher, daria o prêmio para o ator britânico. Um ator que não busca tantos holofotes para um trabalho que chamou atenção da comunidade dos jogadores em 2025.
Aguardaremos até o próximo dia 11 de dezembro de 2025 para saber qual ator será o contemplado na categoria Melhor Performance no The Game Awards 2025. Clair Obscur: Expedition 33 conseguiu 12 indicações, incluindo Melhor Jogo do Ano (GOTY) e Melhor Direção, exibindo o quanto esta recepção foi positiva para seu estúdio. A TGA promete uma disputa interessante, quando pela primeira vez os jogos independentes foram os que mais receberam indicações.
A prévia do episódio 19 do anime Tougen Anki foi divulgada. Com a paranoia crescendo em Mikado, percebemos que os planos de Shinya Momoiwa estão seguindo o caminho desejado. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. O streaming lhe proporciona 7 dias gratuitos para conhecer todo catálogo das produções asiáticas.
Sem pistas sobre o paradeiro da “Kanto Nuts Union”, grupo responsável pelo sequestro de Jin Kougasaki, Shiki Ichinose recorre novamente a Mikado em busca de ajuda. Determinado a descobrir a verdade, Mikado realiza uma investigação noturna e segue até o esconderijo do grupo, pronto para confrontar os fatos pessoalmente.
O episódio anterior mostrou Jin e Shiki chegando ao local que eles estavam buscando, apenas para encontrá-lo pegando fogo. Agora, eles suspeitam que exista alguém brincando com eles e com isso, atacando aos poucos o psicológico de Kougasaki.
Ao mesmo, vemos Shinya plantando dúvidas na cabeça de Mikado, em relação a Natsu (que, na verdade, é Shiki), sobre os locais que estão sofrendo com incêndios. Entretanto, Mikado ainda quer acreditar que Natsu é uma pessoa confiável, porém as desconfianças já estão lá e a amizade entre os dois está próxima do fim.
O episódio 19 de Tougen Anki estreia na próxima sexta-feira, dia 21 de novembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 21 de novembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além do anime desta publicação, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A continuação de “Wicked” chega hoje aos cinemas e é considerada um dos lançamentos mais esperados do ano. A nova parte da história, estrelada por Ariana Grande e Cynthia Erivo, ganha ainda mais impacto nos formatos especiais disponíveis nas principais redes do país.
As salas IMAX oferecem telas enormes e curvadas, projeção nítida e som potente, o que reforça a imersão no visual vibrante e no clima mágico de Oz. Em XPLUS, a imersão sonora domina a experiência. Com dezenas de caixas DOLBY ATMOS distribuídas pelo ambiente, o público é envolvido por um áudio tridimensional que realça cada música e cada detalhe.
Quem prefere assistir com máximo conforto pode optar pelas salas VIP, que contam com poltronas reclináveis, atendimento dedicado e cardápio gourmet. Já as salas 4DX levam a sessão a outro nível, com mais de vinte efeitos sensoriais como vento, chuva, aromas e cadeiras em movimento, criando a sensação de estar dentro da história. Ou seja, todo o conforto e tecnologia que as salas de cinema do Brasil oferecem hoje. Principalmente se você for uma pessoa com quase dois metros de altura como eu, que raramente encontra uma poltrona realmente confortável. Ter uma sessão que atenda a isso já faz toda a diferença.
Onde encontrar os melhores locais para assistir ao filme
Apesar deste artigo não possuir filiação com nenhuma empresa exibidora do longa-metragem, indico o site do agregador de cinemas Ingresso.com. Ali você encontra as sessões em cartaz mais próximas da sua casa, além de combos especiais e itens temáticos que muitos cinemas estão oferecendo para o filme.
“Wicked: Parte II” chega oficialmente em 20 de novembro de 2025, para encerrar a saga com força e encontra nas diferentes tecnologias de exibição uma forma de ampliar o encanto e deixar a experiência ainda mais marcante.
A BAFTA anunciou novas atrações para o BAFTA Games in Concert, evento que une trilhas sonoras de videogames a grandes apresentações orquestrais. Entre os destaques revelados estão Helldivers 2, Returnal, Fallout 4 e Far Cry 4, que entram oficialmente no line-up da estreia mundial marcada para 31 de janeiro de 2026, em Londres.
A performance inaugural acontece no Royal Festival Hall, no Southbank Centre, com a presença do coral London Voices e da BBC Concert Orchestra, composta por 65 músicos. A banda Sea Power, vencedora do BAFTA Games Award de Música por Disco Elysium em 2020, também sobe ao palco.
VIP Meet & Greet com compositores premiados
Segundo os organizadores, fãs que garantirem ingresso para a estreia poderão adquirir um adicional para participar do VIP Meet & Greet após o concerto. A experiência inclui sessão de autógrafos, brunch, além da presença de nomes importantes da música para games:
Austin Wintory (Journey)
Jesper Kyd (Assassin’s Creed, Hitman)
Borislav Slavov (Baldur’s Gate 3)
Mais convidados serão anunciados nas próximas semanas.
Turnê pelo Reino Unido começa em maio de 2026
Depois do evento em Londres, o espetáculo segue para outras cidades britânicas em uma turnê promovida pela Kilimanjaro Live, Esk e Nibbs Events. As datas confirmadas são:
23 de maio — Gateshead, The Glasshouse
31 de maio — Bristol, Beacon
4 de junho — Edinburgh, Usher Hall
5 de junho — Glasgow, Royal Concert Hall
6 de junho — Birmingham, Symphony Hall
7 de junho — Manchester, Aviva Studios
Novos locais devem ser adicionados em breve.
Line-up completo das trilhas que serão executadas
Novos títulos anunciados
Helldivers 2 — Wilbert Roget II
Fallout 4 — Inon Zur
Disco Elysium — Sea Power
Ori and the Will of the Wisps — Gareth Coker
Returnal — Bobby Krlic
Uncharted 2: Among Thieves — Greg Edmonson
Far Cry 4 — Cliff Martinez
Virginia — Lyndon Holland
Produções já confirmadas anteriormente
Everybody’s Gone to the Rapture — Jessica Curry
Baldur’s Gate 3 — Borislav Slavov
Hitman: Contracts — Jesper Kyd
Tomb Raider: Legend — Troels Brun Folmann
Assassin’s Creed — Jesper Kyd
Cuphead — Kris Maddigan
Journey — Austin Wintory
Line-up oficial da turnê BAFTA Games in Concert 2026, com apresentações em Londres, Gateshead, Bristol, Edinburgh, Glasgow, Birmingham e Manchester.
BAFTA destaca impacto da música nos games
Para Jane Millichip, CEO da BAFTA, o concerto revela o valor artístico e o impacto da música produzida para jogos:
“O BAFTA Games in Concert está se tornando uma celebração especial — tanto para fãs de videogames quanto para apreciadores de música sinfônica. Estamos animados em adicionar Helldivers 2, Fallout 4, Far Cry 4 e Returnal ao programa, com arranjos orquestrais exclusivos dos compositores originais.”
Jesper Kyd, compositor de Assassin’s Creed e Hitman, também revelou que preparou duas novas suítes especialmente para os concertos:
“Trabalhei em uma nova suíte de Assassin’s Creed com músicas dos dois primeiros jogos, além de uma suíte inédita de Hitman baseada no meu trabalho em Hitman: Contracts. É uma honra participar dessa celebração da música nos games.”
Ingressos e informações
Mais detalhes sobre reservas, ingressos e opções de Meet & Greet podem ser encontrados no site oficial: liveconcert.games.
Fique ciente que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das marcas e empresas citadas nesta publicação.
A Microsoft realiza nesta quinta, 20 de novembro, às 15h (horário de Brasília), mais uma edição do Xbox Partner Preview em 2025. A transmissão vai destacar novos jogos de estúdios parceiros, incluindo IO Interactive, Eclipse Glow Games e THQ Nordic. O evento também trará anúncios ligados ao Game Pass.
Entre os destaques confirmados estão novos conteúdos de 007 First Light, um trailer ampliado de jogabilidade do RPG de fantasia sombria Tides of Annihilation e novidades de Reanimal, novo projeto de terror do estúdio responsável por Little Nightmares. O título que provavelmente terá sua data de lançamento revelada. Todos os títulos exibidos serão compatíveis com o programa Xbox Play Anywhere, o que permite jogar no console, PC e dispositivos portáteis usando uma única cópia.
A apresentação será conduzida pela atriz Jennifer English, voz da protagonista Gwendolyn em Tides of Annihilation e Maelle de Clair Obscur Expedition 33 — Indicada por sua performance no The Game Awards 2025. O Xbox Wire vai publicar conteúdos exclusivos e bastidores logo após a transmissão.
O evento será exibido nos canais oficiais da marca no YouTube, Twitch e TikTok. Apenas o YouTube terá transmissão em 4K a 60 fps. Haverá suporte de legendas ao vivo em vários idiomas, incluindo português do Brasil, e versões acessíveis com Descrição em Áudio e Língua de Sinais Americana. Se desejar conferir, basta apertar o player no início desta publicação.
Quem não puder acompanhar ao vivo terá acesso a um resumo completo em nosso site sobre tudo o que rolou do eventos com anúncios e detalhes aprofundados.
A Microsoft também orienta criadores de conteúdo a evitar músicas protegidas por direitos autorais em análises pós-evento, para reduzir riscos de bloqueios automatizados.
Como comentado anteriormente, o filme Make a Girl, inicialmente previsto para estrear nos cinemas brasileiros em 13 de novembro, teve sua data de lançamento atualizada. A Sato Company confirmou, nesta segunda-feira (18), que o longa chegará oficialmente às telonas no dia 11 de dezembro.
Lançado no Japão em 31 de janeiro deste ano, Make a Girl marca a estreia de Gensho Yasuda na direção de longas-metragens. Além de dirigir, Yasuda também assina o roteiro e os storyboards da produção, que adapta uma obra de sua própria autoria, um romance premiado que posteriormente deu origem ao curta independente Make Love, disponível no YouTube do criador.
(Divulgação)
A narrativa traz uma ficção científica ambientada em um futuro próximo e acompanha o cientista Akira Mizutamari. Após alcançar reconhecimento por desenvolver um robô capaz de auxiliar em tarefas do cotidiano, Akira enfrenta um bloqueio criativo e não consegue conceber novas invenções. Em meio à frustração, ele recebe de um amigo a sugestão inesperada de que talvez precise de uma namorada. Surge, então, a androide ZERO. A partir desse momento, o filme explora os conflitos existenciais da própria criação, que questiona sua identidade e a legitimidade de seus sentimentos programados.
Produzido pelo estúdio do próprio Yasuda, o longa teve distribuição japonesa realizada pela Kadokawa. A trilha sonora também merece destaque: a música tema, “Hana Hoshi”, foi composta por Eve, artista conhecido por assinaturas marcantes em animações como The Promised Neverland, Blue Box, Chainsaw Man e a primeira abertura de Jujutsu Kaisen. A voz original da personagem ZERO é interpretada por Atsumi Tanezaki, famosa por dar vida à Anya Forger em SPY x FAMILY.
Imagem: Kadokawa Animation
Ao longo de 2024, a Sato Company já foi responsável por diversos lançamentos nos cinemas brasileiros, incluindo Totto-chan: A Menina na Janela, Detetive Conan: O Pentagrama de Milhões de Dólares, além do Ghibli Fest e da exibição especial de Princesa Mononoke em IMAX. Nesta mesma semana, a distribuidora lança também a versão remasterizada de Angel’s Egg, no dia 20 de novembro.
A rede McDonald’s lançou uma parceria com Hawkins para trazer um combo temático inspirado em Stranger Things 5. A quinta e última temporada, com lançamento previsto para o dia 26 de novembro, está gerando uma grande agitação para ver esse desfecho. No último fim de semana, o Méqui já havia realizado um evento no qual deixou suas fachadas piscando simultaneamente em todo o país, gerando curiosidade em quem visitava suas unidades.
Agora ficou claro do que se tratava: a colaboração entre o McDonald’s, maior rede de fast food do mundo, e a Netflix, a maior plataforma de streaming. O combo traz uma experiência completa para deixar os fãs querendo aproveitar esse momento épico que certamente ficará registrado. Eleven e sua turma marcaram época com episódios e uma trama incrível — e só quem acompanhou desde o início sabe o que significa chegar a este final.
Intitulado “Fome Estranha de Méqui”, nome sugestivo que remete à série, o combo reforça aquele tom especial para quem é fã. A campanha apresenta duas opções de combos. A primeira inclui o Stranger Burger Sandwich, preparado com hambúrguer e pão invertido, acompanhado de batata frita e da bebida Hawkins McFloat — a clássica mistura de Coca-Cola com sorvete. Para a sobremesa, a aposta é a Walkie Torta, feita com massa de chocolate e recheio de frutas vermelhas.
Detalhes do combo
Além disso, o combo vem com copo temático, caixa exclusiva, Stranger Chicken Sandwich, Scoops Sandwich e outros itens especiais que completam a experiência, garantindo uma refeição temática divertida e memorável para quem é fã de Stranger Things 5. Infelizmente, os colecionáveis não estão disponíveis na edição para o Brasil, mas o Fome Estranha de Méqui ainda oferece uma experiência completa.
O preço informado pela colaboradora Jana — que adquiriu o combo — foi R$ 48,90, valor pago por ela para experimentar o kit completo que você confere nas imagens a seguir. (O valor pode sofrer variações dependendo da unidade)
(Divulgação)
A Netflix quer entregar um desfecho épico este ano, e essa inspiração do Méqui é mais uma das colaborações desenvolvidas para Stranger Things 5. As vendas estarão disponíveis em todas as unidades físicas e também no delivery. Se você é admirador da franquia e de seus personagens, esta é uma opção divertida para maratonar a série degustando o Fome Estranha, inspirado em uma das produções mais nostálgicas dos últimos tempos.
Além disso, parte do elenco estará presente em encontros com fãs na próxima semana no Brasil.
Fique ciente de que este artigo só foi possível graças à colaboração e ao material liberado por Jana Souza, que esteve presente no spoiler desse combo especial. Nosso site não possui vínculo com as marcas citadas nesta publicação e tampouco recebeu qualquer incentivo. O intuito é apenas mostrar e incentivar locais que tragam um pouco mais da cultura pop e do entretenimento como parte do nosso editorial.
Finalizando assista ao vídeo institucional desta novidade do McDonald’s.
A Batalha dos 100: Ásia, o reality show fitness da Netflix, encerrou recentemente sua temporada spin-off de A Batalha dos 100. A produção, que já é tradicionalmente coreana, inovou este ano ao reunir atletas de oito países diferentes em uma disputa de força, resistência e superação física. A proposta era justamente essa: colocar frente a frente corpos treinados ao extremo — crossfiteiros, bodybuilders, atletas de resistência e competidores com habilidades variadas.
A diversidade chamou atenção desde o início. Cada país trouxe não só sua própria filosofia de treinamento, mas também estilos corporais totalmente diferentes. A ideia era provar quem realmente tinha o melhor desempenho físico em provas que exigiam força bruta, estratégia e fôlego interminável.
Neste artigo você encontra:
Mesmo assim, havia uma expectativa curiosa: apesar de ser o país anfitrião e produtor, a Coreia do Sul parecia que não iria tão longe desta vez. Turquia, Austrália e até o próprio Japão começaram a se destacar logo nos primeiros desafios, deixando a impressão de que a Coreia poderia sair antes do esperado — algo que ninguém imaginava acontecer em uma competição produzida por eles.
O ponto de virada: quando a Coreia ressurgiu “milagrosamente”
Nos episódios finais, a narrativa mudou de um jeito que deixou muita gente de sobrancelha levantada. A Coreia, que vinha tropeçando e parecia ameaçada, ressurgiu exatamente no momento mais decisivo: o desafio Deathmatch.
O formato dessa prova dizia que seis competidores por país participariam, mas havia uma regra importante: quem tivesse disputado a prova anterior não poderia entrar no Deathmatch.
E aqui começa a parte… curiosa.
Enquanto Austrália e Mongólia entraram com apenas um competidor masculino, completando suas equipes com duas mulheres, a Coreia conseguiu colocar três competidores homens, que naturalmente têm vantagem em provas de carga extrema.
Coincidência? Estratégia? Experiência em reality fitness? Tudo isso é possível. Mas não dá para negar que o clima ficou estranho — ainda mais porque o desafio consistia em completar voltas carregando 1.200 kg presos em duas bolas de ferro. Uma prova que exige força bruta na sua forma mais pura.
Foi como se a Coreia soubesse antecipadamente que essa prova seria a mais pesada de toda a etapa, escolhendo exatamente a formação mais favorável para esse cenário.
(Divulgação)
Não dá para afirmar nada, mas o desconforto ficou evidente entre os fãs do programa.
Japão, Mongólia e Coreia — a final que ninguém imaginava desse jeito
Após o Deathmatch, a Coreia passou com vantagem. O Japão já estava automaticamente classificado por vencer a prova anterior. E a Mongólia conseguiu eliminar a Austrália.
Assim, a final ficou entre:
Japão
Mongólia
Coreia do Sul
Na etapa final, o desafio era transportar uma carroça e levá-la para dentro de um castelo. Antes disso, os competidores precisavam subir a ponte do castelo, que só subiria com uma combinação de força, técnica e sincronia.
A Coreia foi a primeira a competir e passou o desafio com uma tranquilidade impressionante. A Mongólia teve mais dificuldade, mas conseguiu.
E então veio o mais estranho de tudo: o Japão — que era o grande favorito — simplesmente não conseguiu fazer o portão subir.
Nada funcionava. Por alguma razão, eles não encontraram o ponto certo, a técnica certa ou a força necessária.
O episódio não explica o suficiente para entendermos o que aconteceu. Não fica claro se foi erro de estratégia, falha de comunicação ou simplesmente azar.
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Mas, considerando toda a rivalidade histórica entre Japão e Coreia, não demorou para que fãs ficassem desconfiados, perguntando nas redes sociais se havia algo “fora do normal”. Com a eliminação da equipe japonesa, ficou fácil para os sul-coreanos vencer os mongóis na última e decisiva prova.
Coincidência, roteiro ou manipulação? A dúvida que ficou no ar
A verdade é que jamais teremos uma confirmação oficial. Mas a combinação de fatores — a reviravolta da Coreia, a composição “perfeita” da equipe no Deathmatch, o Japão travando na ponte do portão, e a edição que não mostrou claramente o erro — criou um ambiente fértil para questionamentos. Principalmente na plataforma do Reddit, há comentários mistos sobre esses acontecimentos dos episódios finais.
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A Batalha dos 100 sempre foi um programa focado em superação, honra física e o espírito da competição. Mas A Batalha dos 100: Ásia acabou trazendo um sabor diferente: o de que nem tudo pode ter sido tão natural assim.
No fim das contas, o programa mostrou que todos os países querem competir de forma igualitária, mas reviravoltas inesperadas (ou convenientes) podem mudar tudo de uma hora para outra.
O spin-off do reality show fitness que no original é intitulado de “Physical: Asia” pode ser assistir na plataforma de streaming online da Netflix.
São Paulo, 19 de novembro de 2025 – A Crunchyroll atualizou detalhes de sua participação na CCXP25 com o conceito “A Casa do Anime”, que funcionará como espaço central para os fãs interagirem com as principais séries da plataforma. Entre as atrações do estande estão experiências de Gachiakuta, Diários de uma Apotecária, JUJUTSU KAISEN e Dr. STONE. Que você já acompanha prévias dos episódios semanais em nosso site.
Pela primeira vez no Brasil, o evento contará com um Estúdio de Dublagem. Três cabines permitirão que os fãs coloquem suas vozes nos personagens de seus animes favoritos, sob orientação de profissionais do estúdio DuBrasil, um dos maiores do país no segmento. A ativação estará disponível durante todo o período do evento, de 4 a 7 de dezembro.
Além das experiências interativas, os visitantes poderão participar de painéis e sessões especiais. Na sexta-feira (5), o Blast Stage recebe um painel de Gachiakuta com os produtores Isao Tagai, da Kodansha, e Hirotsugu Ogo, da Avex Animation Labels Inc. No mesmo dia, haverá uma exibição especial de animes de romance, incluindo You and I are Polar Opposites, Go For It, Nakamura-kun!! e Hana-Kimi.
Imagem reprodução
No sábado (6), o Palco Thunder promove um painel da Crunchyroll com anúncios de novidades da plataforma e destaque para My Hero Academia. À noite, o Blast Stage exibirá animes de ação, como a nova temporada de Hell’s Paradise e o primeiro episódio de Sentenced to be a Hero.
O estande também oferece aos visitantes a chance de concorrer a prêmios exclusivos ao participar das atividades e completar o circuito de experiências. Se é um leitor recorrente do MeUGamer já conhece os nossos famosos guias de brindes que outros veículos tentam nos copiar, mas nunca com a mesma qualidade. Esses prêmios exclusivos divulgaremos quando a produção do estande disponibilizar informações desses itens.
Outro detalhe, são que novamente este ano, as credenciais do evento são inspiradas em animes exibidos na plataforma de streaming da Crunchyroll.
Por fim, o local terá atrações para todos os fãs de animes com atrações interessantes e recordações épicas.
Serviço – CCXP25
Data: 04 a 07 de dezembro de 2025
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP
Horários:
Spoiler Night (Exclusivo Epic Pass, Unlock+CCXP, Imprensa e Convidados): 03/12, 18h às 21h
Entre tantas obras marcantes da animação japonesa, poucas desafiam tanto a compreensão do espectador quanto Angel’s Egg (Tenshi no Tamago). Dirigido por Mamoru Oshii e lançado em 1985 pela Tokuma Shoten, o OVA de 71 minutos é um verdadeiro exercício de arte experimental. A Sato Company traz aos cinemas brasileiros esta obra remasterizada a partir de 20 de novembro de 2025.
Hoje cultuado como uma joia incompreendida, o filme foi um fracasso comercial em sua estreia, algo compreensível diante da complexidade e da ausência de narrativa convencional que o tornam, paradoxalmente, uma das obras mais “únicas” do cinema de animação. Mas como definir algo que parece escapar de qualquer definição? Angel’s Egg é, antes de tudo, uma experiência. Uma imersão no vazio, na simbologia e na contemplação visual, um filme que exige mais do espectador do que oferece respostas.
Neste artigo você encontra:
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
A simplicidade da história e o peso do silêncio
Em sua essência, a trama é surpreendentemente simples: uma menina sem nome vaga por uma cidade deserta carregando um grande ovo sob o vestido. Durante o percurso, encontra um homem misterioso, possivelmente um soldado, e entre eles se estabelece uma silenciosa relação de confiança e ruína.
Pouco é dito, e menos ainda é explicado. O filme é marcado por longos trechos sem diálogo, trilha sonora mínima e uma ambientação sufocante, que reforça o clima de abandono e incerteza. A primeira fala surge apenas após vinte minutos, e cada som de passos ou gotas d’água parece carregar mais peso do que qualquer palavra.
O que pode ser um problema, para aqueles que estão acostumados com uma abordagem diferente para filmes de animes. Só ver os últimos casos, como Demon Slayer ou Chainsaw Man, que contemplação e tempo longos sem diálogos não aparecem nessas obras.
Essa escolha estética não é casual, o silêncio em Angel’s Egg é parte fundamental da narrativa. Ele amplia a sensação de solidão e reforça o contraste entre presença e ausência, luz e sombra, movimento e imobilidade, temas centrais para compreender a proposta do filme.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
Uma fábula visual sem respostas fáceis
Apesar de sua aparente simplicidade, a história levanta uma infinidade de perguntas que jamais são respondidas:
Quem é a menina?Quem é homem?O que representa o ovo? Por que o homem o destrói? O que é aquele mundo? O que aconteceu para estar naquele estado?
Essas dúvidas não existem para serem solucionadas, mas para provocar reflexão.
Angel’s Egg é construído como uma pintura animada, onde cada cena parece um quadro repleto de significados possíveis. O uso do claro e escuro, da simetria e da composição cênica transforma o filme em uma galeria de símbolos. Um exemplo marcante é o primeiro encontro entre os protagonistas: a menina aparece à luz, o homem à sombra, e ambos se encontram no limiar entre os dois mundos, uma representação visual do desconhecido e da dualidade entre pureza e ameaça.
O espectador é convidado não a compreender, mas a sentir. Julgar Angel’s Egg pelos critérios tradicionais de narrativa é inútil; ele não busca contar uma história, e sim provocar uma experiência estética e emocional.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
O simbolismo e as múltiplas interpretações
Parte da força de Angel’s Egg está em sua simbologia densa e ambígua. Elementos como a água, o ovo, a cruz e a arca evocam referências religiosas e mitológicas. O homem, por exemplo, carrega uma arma em forma de cruz, uma possível alusão à figura de Cristo, enquanto a menina protege um ovo, tradicional símbolo de criação e renovação.
Esses símbolos, porém, são apresentados sem explicação ou contexto, o que abre espaço para inúmeras leituras. Seria o ovo uma metáfora para a fé? Para a pureza? Ou para a própria esperança da humanidade?
Nada é dito de forma explícita, e qualquer tentativa de “decifrar” o filme resulta em hipóteses, jamais em conclusões.
Essa ausência de respostas é justamente o que fascina e frustra o público. Para alguns, o filme é uma obra filosófica profunda; para outros, apenas um exercício pretensioso de abstração. A verdade é que Angel’s Egg não se importa em ser compreendido. Ele se sustenta na dúvida, e é justamente aí que reside seu poder.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
Arte, contraste e contemplação
Do ponto de vista técnico, o filme é impecável. A animação, mesmo para os padrões de 1985, é incrivelmente detalhada. Os cenários sombrios e a iluminação difusa criam uma atmosfera onírica e melancólica, enquanto o contraste entre luz e escuridão intensifica o sentimento de isolamento.
A trilha sonora, composta por Yoshihiro Kanno, surge em momentos pontuais, como um sussurro que acompanha o vazio. Quando o som desaparece, o silêncio fala mais alto, e essa alternância entre som e ausência cria um ritmo quase hipnótico.
É importante destacar, porém, que o filme é escuro demais em vários momentos, o que pode dificultar a percepção de detalhes importantes. Assistir em alta resolução é essencial para aproveitar plenamente a riqueza visual de cada quadro.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
Angel’s Egg como experiência artística
Mais do que um filme, Angel’s Egg é uma instalação visual em movimento. Sua força está na contemplação, na maneira como combina simbolismo religioso e existencialismo em uma narrativa mínima, mas visualmente exuberante.
Ao analisá-lo, é inevitável compará-lo à arte medieval e às pinturas sacras, repletas de signos e metáforas que hoje nos escapam. Assim como essas obras, Angel’s Egg parece pedir um tipo de leitura que vai além do racional, uma leitura simbólica, intuitiva e emocional.
O resultado é um anime que divide opiniões: alguns o consideram uma obra-prima, outros o veem como algo hermético e indecifrável. Mas todos concordam em um ponto, trata-se de uma experiência única, impossível de comparar a qualquer outra dentro da animação japonesa.
Imagem: Tokuma Shoten / Studio Deen
O que torna Angel’s Egg inesquecível?
Angel’s Egg é o tipo de filme que desafia o espectador a abandonar as convenções. Ele não busca explicar, mas sugerir; não narra, mas evoca. É uma obra que só poderia existir dentro do meio audiovisual, explorando ao máximo a relação entre imagem, som e silêncio.
Para alguns, será um filme enigmático e frustrante. Para outros, uma experiência espiritual e artística inigualável. De qualquer forma, vale a pena assistir, nem que seja apenas para sentir o desconforto e a estranheza de algo verdadeiramente diferente.
O filme por si só não vai conseguir ajudar a entender algumas questões que ficam em aberto. Ao desenrolar da trama existem duas opções, ou aceitamos o caminho que o filme segue, ou nos frustramos pelas faltas de respostas que ele deixa.
Uma coisa é certa, não um filme que agradará a todos, pode até gerar uma certa curiosidade, mas, se não estiver de cabeça aberta para deixar de lado suas dúvidas e questões que não são abordados, apenas sairá com a sensação de que é apenas um filme bonito e vazio narrativamente. No fim das contas, Angel’s Egg não é bom nem ruim: ele simplesmenteé. E isso já o torna inesquecível.
Enquanto o longa-metragem deste anime estiver em cartaz nos cinemas brasileiros, é possível consultar sessões em diversos sites, entre eles o Ingresso.com. Fique ciente de que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das empresas ou marcas mencionadas nesta publicação. No entanto, como parte do nosso compromisso em informar nossos leitores, indicamos locais que facilitem suas vidas na hora de conferir uma produção da qual são fãs. Ressaltamos ainda que o MeUGamer pode receber uma pequena comissão em publicações que contenham links de afiliados — o que contribui para manter o site independente.
Charlie Cox é um dos atores que muitos acabam não colocando no hall de talentos com características únicas em Hollywood. Assim que Clair Obscur: Expedition 33 foi lançado, o grande destaque passou a ser o reconhecimento que o protagonista Gustave recebeu dentro da indústria dos games. Pois a Sandfall Interactive, estúdio do título, selecionou diversos atores para adentrar nesta jornada de Lumiére distópica.
Entre eles, o ator conhecido globalmente por diversos personagens e o mais em recente evidência, o temeroso nosso demônio de Hell’s Kitchen, o Demolidor. Sua interpretação nas três primeiras temporadas, interpretando o advogado cego Matt Murdock que em momentos oportunos se transforma no vigilante para lutar contra grandes reis do crime da sua localidade, lhe rendeu elogios. E mesmo a Disney adquirindo novamente os direitos da série para exibição em seu streaming, que outrora passava na Netflix, Cox continuou na continuação em Demolidor: Renascido, lançado este ano na plataforma do Disney Plus.
Imagem reprodução
Se fosse apenas para destacar o ator na qualidade e desenvoltura, estaria sendo leviano, pois outros atores como Ben Starr interpretando Verso, Jennifer English como Maelle e até Andy Serkis como o principal algoz Renoir estavam à mesma altura. Contudo, sabemos o quanto a área da dublagem é concorrida e há talentos imensuráveis nessa indústria, e o fato de Charlie Cox conseguir destaque dentre tantos mostra o quanto ele incorporou ao seu personagem.
Embora, a captura de movimento de Gustave ficou a cargo de Maxence Cazorla, o que deixa claro que cada parte da interpretação teve sua própria contribuição no resultado final. Isso o coloca disputando contra nomes que já têm experiência avançada tanto em voz quanto em performance, o que torna sua indicação ainda mais instigante. Ademais, em uma prévia sobre as indicações para o TGA 2025, mencionei que o ator seria um dos indicados para Melhor Performance.
Além disso, ele não possui um vasto currículo na dublagem. Seus trabalhos são praticamente em papéis com personagens mais dramáticos que exigem interpretação. Esse é provavelmente um dos motivos por ter conseguido entregar uma imersão para Gustave. Como o jogo exibe uma carga dramática, é necessário transpassar isso para os usuários que estão jogando. Já que se você quer entregar sentimentos, o trabalho facial e os diálogos devem por si só ser impactantes. Caso contrário, será um jogo sem vida e com personagens que você não lembra de nada após encerrar o jogo.
O jogo traz muitas linhas de diálogos no melhor estilo dos jogos da Square Enix e outras distribuidoras japonesas, no melhor estilo dos clássicos JRPG. Os próprios desenvolvedores citaram que tiveram vasta inspiração em jogos como o próprio Final Fantasy VIII. Posso afirmar que é também um dos meus favoritos da franquia.
O clima de tensão e tristeza é exibido nas palavras de Gustave, principalmente quando perde sua amada Sophie. Confesso que sempre que olho para o personagem lembra bastante o ator Robert Pattinson. Como a Sandfall pensou em Charlie Cox, mas mirou Edward Cullen de Crepúsculo. Já que as características faciais lembram demais Pattinson. Detalhes e brincadeiras à parte, esse tipo de reconhecimento pode ser uma tendência futura, à medida que atores comecem a entender que esse é um mundo pouco explorado por eles. São raros os casos em que atores consagrados acabam aceitando participar de uma dublagem oficial de um jogo.
Imagem reprodução
Apesar de não ser inédito, nos últimos anos alguns nomes começaram a participar ativamente. Um caso mais recente é Norman Reedus e Elle Fanning na continuação de Death Stranding 2: On the Beach. Mas em Clair Obscur: Expedition 33, com três indicações, apenas Reedus conseguiu sua convocação para a lista por sua performance como Sam Porter Bridges. O jogo francês dominou essa lista e Jennifer English e Ben Starr também receberam suas indicações.
Quais as chances de Charlie Cox no The Game Awards 2025?
Outros indicados na categoria de Melhor Performance são Troy Baker interpretando Dr. Henry Walton “Indiana” Jones Jr. em Indiana Jones e o Grande Círculo; Erika Ishii por Atsu com o jogo Ghost of Yotei; finalizando com Konatsu Kato por Hinako Shimizu em Silent Hill f. Para Charlie Cox não será nada fácil, já que há três nomes queridinhos do júri que foram indicados, Baker, Ishii e Starr. Esses são tradicionais nomes conhecidos na indústria dos games, além de seguirem algumas regras que o júri atual compactua.
Mas no quesito atuação, se fosse para escolher, daria o prêmio para o ator britânico. Um ator que não busca tantos holofotes para um trabalho que chamou atenção da comunidade dos jogadores em 2025.
Aguardaremos até o próximo dia 11 de dezembro de 2025 para saber qual ator será o contemplado na categoria Melhor Performance no The Game Awards 2025. Clair Obscur: Expedition 33 conseguiu 12 indicações, incluindo Melhor Jogo do Ano (GOTY) e Melhor Direção, exibindo o quanto esta recepção foi positiva para seu estúdio. A TGA promete uma disputa interessante, quando pela primeira vez os jogos independentes foram os que mais receberam indicações.