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Supergirl, Pennywise e Mortal Kombat: Warner arma seu espetáculo para a CCXP25

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A Warner Bros. vai chegar à CCXP25 sem economizar em universos. A gigante do entretenimento confirmou presença no evento, que acontece de 4 a 7 de dezembro, no São Paulo Expo. A empresa exibirá um estande que mais parece um parque temático pop — com espaço para heróis, monstros e até pesadelos.

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No mesmo lugar, o público vai encontrar três frentes distintas, mas igualmente pesadas no imaginário geek: Supergirl, da DC Studios, Mortal Kombat II, da New Line Cinema, e A Noiva!, da Warner Bros. Pictures. É uma mistura de superpoder, sangue digital e horror retrô — bem no espírito da Comic Con Experience, que vive de contrastes entre o blockbuster e o cult.

Apesar da gigante do entretenimento não ter divulgado presença de atores, provavelmente, devem anunciar alguns convidados especiais.

O voo da Supergirl

Se você acompanha nosso site ou nossas redes sociais, como o Instagram, provavelmente viu o vídeo da entrevista com Igor Reis, Diretor de Marketing, Retail & Experiences da Warner Bros. Discovery. Na ocasião, ele comentou sobre a Supergirl — sem revelar spoilers, mas deixando no ar que ela teria participação no evento. Agora, essa confirmação chegou. A aposta da DC para 2026 é dar novo fôlego ao universo de heróis com Supergirl. Depois de anos orbitando a sombra do primo famoso, a personagem deve finalmente ter um filme solo que tenta equilibrar ação e melancolia. Na CCXP, os fãs poderão entrar nesse “voo” — literalmente, com ativações que prometem colocar o público dentro do mundo kryptoniano.

Sangue pixelado

Mortal Kombat II deve falar direto com o público gamer. O primeiro filme dividiu opiniões, mas manteve viva a nostalgia dos fliperamas. Agora, a sequência chega com a missão de acertar o “fatality” que faltou da última vez. A New Line leva para o evento uma experiência interativa, misturando efeitos práticos e cenografia que simula o ringue sangrento do game.

Frankenstein de volta ao altar

Entre heróis e guerreiros, A Noiva! promete ser o ponto de respiro — ou de susto — do estande. A nova produção revisita o mito da parceira de Frankenstein com um olhar mais autoral, tentando dar voz à criatura esquecida. A Warner aposta em um terror mais emocional, distante do susto gratuito e mais próximo de uma reflexão sobre identidade e criação.

Medo em série: “IT – Bem-vindos a Derry”

A HBO Max chega com o pé no terror. IT: Bem-vindos a Derry, série que antecede os filmes It – A Coisa, vai ganhar um espaço próprio no evento — uma imersão que vai testar a coragem do público. A atração reconstrói a atmosfera da cidade amaldiçoada e, segundo o estúdio, vai provocar calafrios até nos mais céticos. Andy Muschietti e Barbara Muschietti, os mesmos dos filmes, assinam o projeto junto de Jason Fuchs.

Confirmação da Warner Bros. Pictures e seus estúdios na CCXP25
(Reprodução)

A loja e o ritual

Como tradição, a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products volta com sua loja oficial, ponto obrigatório para quem quer sair com mais uma sacola e menos dinheiro. De camisetas a action figures, o espaço reúne produtos das principais franquias do estúdio — e costuma ser uma das áreas mais disputadas da feira.

Com essa escalação, a Warner prova o que a CCXP tem de mais interessante: o encontro entre gerações e apaixonados pela cultura popular. Entre o susto de Derry, o grito de “Finish Him!” e o voo de Supergirl, o estande deve funcionar como um recorte perfeito da indústria atual — onde o medo, o heroísmo e o fan service convivem sob o mesmo logo. Além do universo dos games para juntar todos os fãs.

Para maiores informações ingressos, acesse o site oficial do evento.

A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix

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A Netflix, sabendo do sucesso da sua série que exibe o esforço físico de diversos atletas residentes na Coreia do Sul, resolveu expandir e trouxe A Batalha dos 100: Ásia. Esse spin-off reúne participantes que se destacaram nas duas primeiras temporadas de A Batalha dos 100, além de outros participantes de países como Coreia do Sul, Japão, Tailândia, Mongólia, Turquia, Indonésia, Austrália e Filipinas. Fique ciente de que, no Brasil, o nome permanece como conhecemos, apenas adicionando o termo “Ásia”. No original, como há somente 48 participantes, ficou como “Physical: Asia“.

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Os países foram selecionados por suas histórias esportivas e características distintas, segundo a Netflix, e alguns deles já estão demonstrando domínio. É quase uma Olimpíada de fitness asiática. Rostos que vocês devem conhecer são Yun Sung-bin, Jang Eun-sil, da primeira temporada, também Kim Dong-hyun e Amotti, este campeão da segunda temporada; os estreantes Kim Min-jae e Choin Seung-yeon compõem o time da Coreia do Sul.

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A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 6

Embora as outras equipes estejam igualmente preparadas, como foi o caso da Austrália, que possui em sua equipe o lutador peso-médio do UFC, Robert “The Reaper” Whittaker, bastante conhecido no Brasil pelos fãs de MMA. Outro competidor que causa arrepios é o boxeador filipino Manny Pacquiao, o único campeão mundial em oito divisões diferentes na história. Outro destaque é Superbon Singha Mawynn, lutador de Muay Thai com mais de 150 vitórias na carreira. O Japão veio preparado, assim como os turcos e outros países. O evento possui um total de 12 episódios, liberados semanalmente.

Como em toda temporada deste reality show, o primeiro episódio é utilizado para apresentar cada participante. Os competidores das nações participantes que conquistarem as provas conseguem vantagens para, depois, selecionar quem pretendem escolher como adversários. O que é realmente uma vantagem ou não depende se os capitães ou o grupo conseguem selecionar estrategicamente.

O que está em jogo no cenário de A Batalha dos 100: Ásia?

Além do orgulho nacional, a equipe vencedora levará para casa um prêmio em dinheiro de 1 bilhão de won coreanos (US$ 700.000), aumentando consideravelmente a premiação em relação aos 300 milhões de won coreanos das primeira e segunda temporadas de Physical: 100.

Logo na primeira rodada, Japão, Austrália, Turquia e Coreia do Sul tiveram vantagens ao conseguirem suas posições dentro do círculo. Isso lhes deu a vantagem de escolher quem iriam enfrentar entre as demais nações que perderam. Dois países foram eliminados na primeira fase. A vida parecia fácil para os australianos, mas os competidores da Turquia resolveram encará-los de frente. Japão e Coreia do Sul foram os próximos que se enfrentaram. Assim, os dois primeiros episódios exibem esses embates tensos — um erro é o fim da linha para qualquer lado.

Depois, percebemos que o que deveria ser um combate para ver quem permaneceria dentro da plataforma circular envolta de areia estava dando espaço para egos inflados. A disputa estava se estendendo para lutas pessoais, mais do que uma batalha para manter o maior número de oponentes fora da plataforma. Para a Coreia do Sul, criadora do projeto, a situação estava tensa, considerando que outros competidores possuíam vigor físico superior ao deles, principalmente Turquia e Austrália. Falando nos turcos, eles acabaram surpreendendo nesse reality show.

Em seguida, o foco mudou para um cenário de naufrágio. Quando falamos em água, os australianos sabem bem como funciona. Mas será que este cenário daria vantagem a eles? O episódio três mostra que é necessário agilidade, força e vigor para conseguir superar os desafios da prova. Como mencionei ao falar dos australianos, eles conseguiram superar os japoneses na prova. Enquanto isso, na mesma prova, os sul-coreanos conseguiram superar os tailandeses, mantendo-se vivos na competição. Nessa altura do campeonato, os criadores do projeto estavam apenas como terceira força, já que Turquia e Austrália estavam em vantagem.

Mesmo que haja alguma repescagem nos “Rematch”, isso acaba cansando os competidores, dando maior vantagem aos atletas mais descansados. Mas, se você já assistiu a outras temporadas de A Batalha dos 100, sabe que superação é o que rege esse reality show, com histórias de resistência inacreditáveis.


Uma das coisas que chamam atenção nesta versão Ásia é que, como há outros países com corpos e biotipos diferentes, todos tiveram que criar estratégias nunca vistas antes no original. Não se tratava mais de quem era o mais rápido ou mais resistente, mas de quem conseguia neutralizar os competidores das outras equipes que tinham maiores chances de vencer. Assim, abria-se espaço para os demais do grupo conseguirem completar as disputas quando todos os integrantes se enfrentavam. Algumas disputas particulares e rivalidades começaram a se formar. Os coreanos estavam ansiosos para enfrentar os japoneses, e até os indonésios criaram uma rivalidade contra um lutador específico do Japão devido a um incidente interno.

A Indonésia tinha a bola na mão, mas um erro de estratégia fez com que perdessem uma prova direta contra o Japão. Era difícil, mas um detalhe que parecia impossível aconteceu — recomendo ficarem atentos no quinto episódio.

Nessa altura do campeonato, dois países tiveram seus integrantes eliminados: Tailândia e Indonésia, restando Coreia do Sul, Turquia, Austrália, Japão, Filipinas e Mongólia. O boxeador filipino Manny Pacquiao acabou saindo do programa por motivos particulares, retornando ao seu país. Ele foi substituído por outro competidor do mesmo país, o que foi um duro golpe para a equipe, que ficou mais fragilizada com essa perda. Agora, com apenas seis países vivos na competição, os próximos confrontos não são mais por escolha dos vencedores, mas por sorteio — como tirar nos palitinhos as próximas disputas.

a batalha dos 100 asia physical lutador boxer imagem
A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 7

Chegamos à metade da temporada, e o sexto episódio, intitulado “Muro Intransponível”, coloca os jogadores em suspensão prolongada — um verdadeiro teste de resistência. Nessa prova, vimos que os coreanos, como Amotti, último campeão da série original, mostraram grande resistência e superaram os limites do próprio corpo.

Coreanos estão próximos da eliminação no reality show?

Agora, qualquer erro pode significar o retorno mais cedo para casa, sem colocar o nome do seu país no lugar mais alto do pódio. Se os coreanos forem eliminados, pode ser uma desonra para o país que iniciou essa caminhada e ampliou o incentivo ao esporte e também a este reality show.

O grupo formado por Turquia, Coreia do Sul e Filipinas, e outro por Austrália, Japão e Mongólia, desenha um destino em que podem se cruzar apenas na fase final. Já ficou claro que as provas foram criadas para beneficiar cada tipo de físico: há as que exigem agilidade, força, vigor e destreza. Ou seja, a força nem sempre será sinônimo de vitória entre os participantes, criando esperança para os países que, porventura, não tenham o mesmo porte físico de alguns competidores.

As coisas não estavam nada bem para os sul-coreanos até aqui, que não conseguiram repetir a mesma performance que tiveram nas provas de resistência. Será que eles vão conseguir reverter essa situação? Saberemos nos próximos episódios que forem ao ar na plataforma de streaming da Netflix.

Acompanhe o nosso site para futuras prévias de A Batalha dos 100: Ásia e descubra qual deve ser o grande país vencedor deste reality show fitness que traz superação, resistência e perseverança.
Os episódios desta primeira temporada são lançados semanalmente, todas as terças-feiras, na plataforma da Netflix e, o último vai ao ar em 18 de novembro de 2025.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki

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O site oficial do anime Tougen Anki divulgou o resumo da história e as primeiras imagens promocionais do episódio 17. Neste capítulo, Naito Mudano é desafiado para um duelo pelo combativo Ousuke, que se revela completamente obcecado por batalhas. Com suas habilidades marciais excepcionais e o Blood Eclipse Release, Mudano consegue se defender habilmente da foice de corrente extensível de Ousuke.

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Em vez de recuar, Ousuke se empolga ainda mais com a força do adversário e avança de maneira imprudente, abandonando toda a defesa. Paralelamente, Jin Kougasaki, que havia salvado uma jovem anteriormente, descobre que ela agora foi feita refém. Ele, junto com Shiki Ichinose e Naito Mudano, corre para o hospital na tentativa de resgatá-la.

No entanto, Naito sente uma ameaça iminente e se afasta do grupo, deixando Jin e Shiki sozinhos na missão. Ao chegarem, eles encontram o hospital completamente tomado por chamas misteriosas, elevando o suspense e o perigo para um novo nível.

O episódio 17 promete combates intensos, revelações chocantes e um clima de mistério, mantendo os fãs ansiosos pelo desfecho da situação.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki, personagem
Tougen Anki ©Yura Urushibara (Akita Shoten) / Tougen Anki Production Committee

Data e horário de estreia e onde assistir

O episódio 17 de Tougen Anki estreia no próximo sexta-feira, dia 07 de novembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 07 de novembro de 2025, no Japão.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki
Tougen Anki ©Yura Urushibara (Akita Shoten) / Tougen Anki Production Committee
  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além do anime desta publicação, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki
Divulgação: ©Yura Urushibara (Akita Shoten)

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.

Chase: o herói que envelheceu para salvar o mundo em Dispatch

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Chase não é o típico herói que vence o vilão e desaparece no pôr do sol. Ele é o homem que salvou o dia — e pagou caro por isso. Cada vez que usava sua velocidade sobre-humana, anos da própria vida se esvaiam. Aos 39 anos, já parecia um idoso. Um corpo destruído por escolhas que sempre colocaram os outros em primeiro lugar.

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O episódio 6 entregou um dos momentos mais marcantes da série: Chase usando sua velocidade pela última vez para salvar a Invisiva durante o caos da festa da RES. Mesmo depois de uma briga amarga entre os dois, ele não hesita. Corre. Salva. Cai. A tela escurece.
O público fica sem respostas — seria aquele o seu último ato heroico? Estava nítido que o personagem teria um papel mais profundo nesses episódios 5 e o 6 provaram sua relevância. Fique ciente que alguns acontecimentos podem ser alterados mediante suas escolhas no jogo.

Um passado que não cicatriza

Chase carrega mais do que cicatrizes físicas. Ele lutou ao lado do pai de Robert na lendária Brigada Bravia, um grupo que desmoronou após a traição de Elliot Connors, o Mortalha (Shroud). O vilão matou o melhor amigo e destruiu tudo o que o herói acreditava.

Antes da queda, havia camaradagem, risadas e confiança. Chase, Mecha Man e a Brigada Bravia formavam o time lendário da RES.
(Divulgação)

Anos depois, quando Robert surge na RES — sem o manto do Mecha Man —, Chase vê um reflexo distorcido do passado: um jovem tentando carregar um legado morto em um mundo que não perdoa.
A relação entre os dois é o coração da trama. Chase não é o mentor inspirador; é o homem direto, às vezes ríspido, que coloca ordem com um olhar. Foi ele quem impôs respeito quando a Equipe-Z desafiou Robert logo no primeiro dia.

O herói imperfeito que o público quer ver

Ao contrário dos velocistas clássicos dos quadrinhos, Chase vive com um limite biológico.
Cada vez que corre, ele envelhece. Não há criptonita nem trauma emocional — apenas o corpo cobrando o preço do heroísmo.

Ciente disso, ele abandonou o uniforme e se escondeu atrás de uma mesa burocrática na SDN (RES), em Torrance.
Ao observar a Equipe-Z — um grupo de ex-presidiários tentando reescrever a própria história —, vê o reflexo do idealista que foi um dia.

Sendo o tipo de protagonista que funciona porque é imperfeito.
Direto, cético, mas ainda guiado por um senso inabalável de dever. Ele acredita que cada um é responsável pelas próprias escolhas — inclusive as que destroem. Ainda assim, quando o perigo surge, é o primeiro a se sacrificar.

Com o final em aberto do episódio 6, o mistério segue: Chase sobreviveu? Se sim, quantos anos tem agora? 90? 100? Quanto tempo ainda lhe resta?

O spin-off que escreve o passado de Chase

Um derivado centrado em Chase teria terreno fértil.
Mostraria seus dias de glória como o Track Star, o herói veloz e idealista que integrava a Brigada Bravia.
O enredo resgataria as missões impossíveis do grupo, a camaradagem e, aos poucos, a infiltração do veneno que culminaria na traição de Connors — o Mortalha — e na morte do pai de Robert.

A caçada final

O spin-off poderia seguir seus passos após o colapso da Brigada.
Envelhecido, mas ainda movido pela necessidade de justiça, ele parte em busca de Connors. Cada uso da velocidade é uma sentença: mais alguns anos perdidos, mais perto do fim. É uma corrida contra o tempo — literal, psicológica e física.

Mortalha observa o caos que ajudou a criar. Traidor, gênio e fantasma do passado de Chase.
(Reprodução)

Enquanto o Mortalha segue um passo à frente, Chase envelhece diante dos nossos olhos. Talvez, já sem forças, tenha pedido a Luminar (Blaze Blonde) que recrutasse Robert para concluir o que ele começou. Ou, quem sabe, busca uma forma de deter o envelhecimento e ganhar tempo suficiente para encerrar sua última missão.

Enfim, se você também ficou curioso para saber mais sobre a história desse herói — o melhor amigo do pai do nosso Mecha Man — talvez valha manifestar esse interesse à AdHoc Studio. O pedido pode surtir efeito: o jogo já ultrapassou 1 milhão de cópias vendidas e quebrou recordes de vendas e acessos na Steam com o lançamento dos episódios 5 e 6.

Três gerações, um mesmo propósito: corrigir erros do passado. Chase, Robert e Luminar formam o núcleo emocional de Dispatch.
(Divulgação)

Dispatch já coleciona elogios, vendas expressivas e personagens que conquistaram espaço na indústria dos games. O título está disponível para PlayStation 5 e PC (via Steam), com oito episódios na primeira temporada.

E quem sabe, em breve, a AdHoc não atenda aos fãs com um spin-off mostrando a jornada completa de Chase — o herói que envelheceu salvando o mundo, mas cuja história ainda corre contra o tempo.

Ana Castela volta ao palco do Wet’n Wild com show especial no próximo domingo

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A cantora Ana Castela será a grande atração do Wet’n Wild no próximo domingo, 9 de novembro de 2025, em um megaencontro com o público. Os visitantes de um dos maiores parques aquáticos da América Latina receberão uma das principais artistas do cenário nacional, que retorna ao espaço após bater recordes de público na edição anterior.

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O evento marca um momento de consolidação e expansão na carreira da cantora, que neste ano ultrapassou fronteiras entre música, TV e grandes festivais. Ana foi anunciada como a voz do tema de abertura da nova novela das 19h da Globo, Coração Acelerado (estreia em 2026), e também fará uma participação como atriz, ampliando sua presença na teledramaturgia.

Na música, seu álbum Let’s Go Rodeo superou 115 milhões de streams e a colocou entre os 15 primeiros da Billboard Brasil Hot 100, além de render uma nova indicação ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja — após a vitória em 2024 com Boiadeira Internacional.

Entre as apresentações de destaque, Ana foi embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos, onde gravou o DVD Herança Boiadeira – Rodeio. Também ganhou projeção internacional ao cantar o Hino Nacional na abertura do jogo da NFL em São Paulo (Chargers x Chiefs), com transmissão mundial.

ana castela wet n wild show novembro 2025
Ana Castela volta ao palco do Wet’n Wild com show especial no próximo domingo 19

No show do Wet’n Wild, a artista promete os sucessos do novo álbum, como “Tropa do Chapelão”, “Olha Onde Eu Tô” e “As Cowgirl”, além de colaborações recentes com nomes como Matheus & Kauan, Hugo & Guilherme e Zé Felipe.

O evento faz parte da celebração dos 27 anos do Wet’n Wild, que exibe sua gestão voltada à inovação e sustentabilidade, com novos investimentos e ampliação da equipe.

Mais informações e ingressos para o show de Ana Castela estão disponíveis no site oficial do evento.

Dispatch quebra recorde e atinge 131 mil jogadores simultâneos na Steam

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O sucesso de Dispatch continua crescendo. Após o lançamento dos novos episódios 5 e 6, o jogo registrou um pico de 131 mil jogadores simultâneos na Steam — o dobro do recorde anterior, que era de cerca de 66 mil usuários. O feito foi alcançado em menos de duas horas após a liberação dos novos capítulos.

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SteamDB mostrando o recorde de 130 mil jogadores simultâneos em Dispatch.
(Divulgação) Créditos: SteamDB

O número expressivo exibe o impacto do título desenvolvido pela AdHoc Studio, que também acumula uma base de jogadores no PlayStation 5, onde o desempenho não é contabilizado pela Steam. A trama narrativa com estilo cinematográfica e opções de alternar a história segue conquistando novos fãs a cada semana. Vocês podem continuar acompanhando esta saga também nas análises publicadas no MeUGamer, trazendo cada detalhe dos episódios disponibilizados semanalmente.

Essa aventura se encerra em 12 de novembro de 2025, desejamos que o estúdio anuncie um novo capítulo para esta Dispatch. Robert Robertson e toda sua equipe-Z merecem novos rumos e expansão.

Chegaram os novos episódios 5 e 6 de Dispatch no PS5 e Steam

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Uma semana parece um século para os jogadores que estão acompanhando os episódios semanais do jogo Dispatch. Desta vez, mais dois episódios estão disponíveis: o 5 e o 6 — os penúltimos do primeiro capítulo, que terá um total de oito episódios. O jogo já está marcando um novo momento na indústria dos games.

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Muitos dizem que os filmes de super-heróis estão saturados, mas os desenvolvedores da AdHoc Studio estão provando o contrário com o sucesso do jogo. O título recentemente ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias digitais vendidas entre o PlayStation 5 e o PC (via Steam). Agora, a situação está esquentando em Torrance, na Califórnia — e não daquele jeito divertido do aquecimento global. Robert Robertson está pronto para seu próximo turno, e tudo pode acontecer na RES ao comandar sua equipe-z de heróis.

Será que Mandy, o alter ego da Luminar, que revelou seu nome verdadeiro, está prestes a declarar seu coração ao nosso Mecha Man? Ou estaria armando algo tenebroso por trás daquele rosto angelical? Enquanto isso, Invasiva continua refletindo sobre seus sentimentos e se deve ou não seguir com seus objetivos.

Nome dos episódios lançados em 5 de novembro

  • Episódio 5: Entrosamento
  • Episódio 6: Movimentação

A desenvolvedora publicou um teaser trailer desses dois novos episódios para atiçar a curiosidade dos fãs. Você pode assistir ao vídeo no início desta publicação. O cronograma completo com a lista de todos os episódios de Dispatch você encontra aqui.

Por fim, Dispatch, que está chegando à sua reta final, está disponível para PS5 (via PS Store) e para PC (via Steam).

Chun-Li está entre nós! Lutadora chegou ao Fatal Fury: City of the Wolves

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Esta semana havia mencionado a chegada da célebre lutadora Chun-Li, de Street Fighter, ao Fatal Fury: City of the Wolves. Finalmente, ela está entre nós — ou melhor, para quem possui o icônico jogo da franquia Fatal Fury. Para provocar os fãs, seus desenvolvedores adicionaram no trailer de lançamento da quarta adição do Season Pass 1 um embate entre esta mestra, com sua técnica milenar, e a Mai Shiranui.

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Chun-Li e Mai Shiranui aparecem lado a lado no crossover entre Street Fighter e Fatal Fury.
(Divulgação)

A personagem utiliza seu icônico traje, porém já inspirado em Street Fighter 6, um grande sucesso de crítica da Capcom. O crossover aproxima duas franquias lendárias que possuem uma legião de fãs globalmente. O traje clássico também está presente, revelado no trailer — deixando quem assistiu ouriçado, já que podemos considerar este o oficial e, na minha opinião, combina mais.

Esse vídeo pode ser assistido no início desta publicação, para melhor imersão e instigar a vontade de jogar. Outro personagem de Street Fighter que está disponível nessa parceria entre as duas empresas é Ken Masters. Inclusive, ele aparece também em um duelo no qual a lutadora apresenta seu repertório de combos.

Se gosta de jogos de luta, agora há uma opção para jogar City of the Wolves. Como expliquei na publicação anterior, por existir atualmente apenas uma versão do título, o passe de temporada já está agregado ao jogo base, com oportunidade de todos os jogadores utilizarem esses novos personagens.

Por fim, Fatal Fury: CotW está disponível desde 24 de abril de 2025 para PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S e PC Windows via Steam e Epic Games Store.

NASCAR 25 REVIEW – A essência do automobilismo em destaque

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NASCAR 25, desenvolvido e publicado pela iRacing.com Motorsport Simulations LLC, é o novo jogo oficial da NASCAR e reúne as quatro principais competições da categoria: ARCA Menards Series, Xfinity Series, Craftsman Truck Series e Cup Series. O título visa entregar ao usuário uma experiência realista nos consoles, trazendo modelos de carros e pistas escaneados a laser, além de um sistema de física melhorado, baseado em dados e feedback de pilotos e equipes reais. Há uma publicação em nosso site que pilotos jogam o título avaliando o que acharam do jogo como primeiro vislumbre. Essa review está sendo baseada no console de PlayStation 5.

Com modos como Corrida Rápida, Campeonato, Multijogador e Carreira, a trajetória do jogador começa nas categorias de base, evoluindo até conquistar títulos na principal divisão da NASCAR. Com foco na autenticidade, imersão e progressão, o NASCAR 25 busca satisfazer os fãs de corrida. Mas será que o jogo cumpre o que promete, ou apenas queimou a largada? Em nossa análise, abordamos os principais destaques e elementos que podem influenciar sua decisão.,

Um retorno para franquia

Este ano, os usuários de PC não receberam uma versão em simultâneos com os consoles.

Corrida de Estreia — Emoção do Começo ao Fim
(Divulgação)

Jogos de corrida sempre foram parte essencial da minha vida como gamer. Tenho lembranças marcantes e vínculo emocional, como jogar Daytona pela primeira vez. Ao longo do tempo, explorei outros títulos da franquia NASCAR, como NASCAR 2011 no PS3 e NASCAR UNLEASHED no Xbox 360. Embora nunca tenha dirigido na vida real, sempre tive interesse e certo domínio, mesmo que amador, em jogos de corrida virtuais, sentindo a segurança necessária para assumir o volante e enfrentar altas velocidades.

Infelizmente, alguns títulos são lançados com qualidade duvidosa ou oferecem poucos elementos que justifiquem dedicação. NASCAR 25 tenta fugir dessa regra, oferecendo uma experiência digna, com a sensação de direção como ela realmente deveria ser.

Quando comecei a jogar NASCAR 25 no PS5, não sabia o que esperar. Porém, com a iRacing no comando minhas expectativas cresceram. Depois de muitas horas ao volante, percebi que o jogo realmente entrega uma experiência autêntica, equilibrando realismo e diversão convincente. É, sem dúvida, um grande passo à frente para a franquia.

Por se tratar de um título licenciado oficialmente, você verá os principais pilotos da modalidade com os trajes e seus carros característicos carregando suas numerações.

Os Pilotos — Lendas e Novos Desafios
(Divulgação)

Jogabilidade é o DNA em NASCAR 25

Para mim, a jogabilidade é o que mais se destaca em NASCAR 25. Dá pra sentir claramente a influência da iRacing em cada detalhe: a direção é precisa, os carros têm peso realista e cada curva exige cuidado e controle no acelerador. Mesmo sendo mais acessível que a versão de PC, o jogo é bem mais autêntico que os antigos títulos da série.

Ao testar o modo Corrida Rápida, percebi como cada pista tem sua própria identidade: em Daytona, o vácuo é essencial, enquanto em Martinsville é preciso frear com muita precisão. O desgaste dos pneus faz diferença real, tornando as paradas nos boxes parte importante da estratégia. 

No Modo Carreira, comecei como iniciante na ARCA Series e fui subindo de categoria até a Cup Series, podendo gerenciar patrocinadores e melhorar a equipe. É envolvente, sem se tornar cansativo. No entanto, apesar de contar com pilotos e equipes oficiais, ele parece inacabado. Escolho meu piloto, pinto o carro, e basicamente passo de corrida em corrida sem propósito maior. Não há história, progressões intensas ou sensação de conquista, enfim, tudo parece superficial e apressado, como se o modo tivesse sido incluído apenas para constar.

NASCAR 25 corrida jogo
(Divulgação)

Jogando com o DualSense, fiquei impressionada com o nível de imersão. Os gatilhos adaptativos simulam perfeitamente a pressão dos freios e do acelerador, e a vibração muda conforme o tipo de pista e o desgaste dos pneus, deixando tudo mais real. A física dos carros é muito bem equilibrada, senti as diferenças entre cada veículo, além da influência da temperatura da pista e do desgaste dos pneus. 

Pois, haverá climas adversos, como sol, chuva, até jogando ao anoitecer, para deixar a ambientação mais realista. O jogador deve ficar preparado para todos os momentos.

A inteligência artificial é outro destaque. Os adversários têm comportamentos variados, reagem às minhas manobras e até cometem erros, o que deixa as corridas imprevisíveis. As estratégias de boxes e o consumo de combustível exigem atenção constante, e o chefe de equipe sempre traz instruções úteis, fazendo com que eu realmente me sentisse parte de uma equipe profissional.

Mesmo no modo normal, não há vitória garantida. Cada corrida, com treinos e qualificações, é uma luta intensa por centímetros, e subir algumas posições exige esforço real. Essa dificuldade é justamente o que me prende, pois transforma cada prova em um desafio que me incentivava ao aprimoramento. 

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NASCAR 25 REVIEW - A essência do automobilismo em destaque 32

Ressalto que ao jogar NASCAR 25, logo percebi que ele não é exatamente o simulador autêntico que muitos esperavam. Embora os desenvolvedores afirmem que partes da física do iRacing foram usadas e que os modelos dos carros vieram diretamente de lá, na prática, isso não se traduz em realismo total. Mesmo com toda a propaganda sobre fidelidade, faltam detalhes importantes nos veículos, como, por exemplo, o piloto não interage com a alavanca de câmbio e vários outros elementos parecem superficiais.

Ainda assim, gostei da forma como as pistas foram recriadas, realmente passado a sensação de disputa intensa e apertada, algo que muitos jogos anteriores da série nunca conseguiram transmitir. Senti que falta muito refinamento para o jogo alcançar o impacto de títulos mais antigos da franquia. A ideia seja atrair usuários que focam em simuladores de corrida, como iniciantes que desejam apenas se divertir com pilotos que são fãs e nos míticos circuitos ovais. Trazendo em alguns momentos apenas um interessante passatempo seguindo mecânicas de arcade — não que essa seja o estilo de direção ao controlar os carros.

Performance estável

No meu PS5, NASCAR 25 rodou de forma muito estável, mantendo 60 FPS em 4K dinâmico. Várias pistas são cheias de detalhes: Talladega, com seu sol intenso, até Charlotte, com o asfalto molhado e reflexos realistas. Os carros também chamam atenção, com pinturas, adesivos e danos bem reproduzidos. As corridas noturnas são especialmente bonitas, graças à iluminação e aos reflexos bem trabalhados. Claro, há alguns pontos que poderiam melhorar: o público é meio estático, certas texturas parecem simples, e os menus não têm muito capricho visual. Ainda assim, o jogo é um salto enorme em relação aos anteriores, mesmo que não chegue ao nível de Gran Turismo.

NASCAR 25 REVIEW corrida noite ps5
NASCAR 25 REVIEW - A essência do automobilismo em destaque 33

Além disso, contou com carregamentos rápidos e desempenho consistente. Encontrei apenas pequenos bugs (texturas carregando atrasadas e um travamento em uma corrida online) nada que comprometesse a experiência. 

O áudio é um dos pontos mais fortes. Os sons dos motores variam entre categorias: os carros da Cup Series têm um ronco potente, enquanto os da Xfinity são mais refinados. O som ambiente também é detalhado: o público reage a ultrapassagens, as equipes gritam instruções e o barulho dos pneus muda conforme o tipo de pista e velocidade. 

A trilha sonora é discreta, permitindo que o foco fique no som dos motores. Com fones de ouvido o áudio é excelente, dando até para perceber quando um adversário se aproxima por trás. Mas há diversos artistas consagrados na trilha, como o grupo de metal System of a Down.

Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar esse jogo de corrida NASCAR 25?

Depois de passar várias horas com NASCAR 25, percebi que o jogo representa um grande salto para a franquia e uma estreia promissora da iRacing nos consoles. A proposta é clara: oferecer uma simulação realista, mas ainda acessível e divertida. A forma como os carros se comportam, o peso nas curvas e o desgaste dos pneus tornam cada corrida envolvente e autêntica.

NASCAR 25 REVIEW curvas ps5
NASCAR 25 REVIEW - A essência do automobilismo em destaque 34

O que mais me chamou atenção foi o nível de imersão. Os sons dos motores, o feedback do controle e a atmosfera das pistas criam uma sensação de estar realmente dentro de uma prova. O Modo Carreira é envolvente (mesmo com as devidas ressalvas), enquanto o Multiplayer entrega disputas equilibradas e empolgantes.

Apesar disso, o jogo não é isento de falhas. A curva de aprendizado é um tanto exigente para quem não está acostumado com simuladores, e algumas falhas visuais e bugs ocasionais ainda aparecem e estragam um pouco a experiência.

Mesmo com esses detalhes, o resultado geral é excelente. NASCAR 25 combina realismo, emoção e desafio de uma forma que há muito tempo não se via na série. No fim, sinto que é uma experiência que respeita o esporte e celebra a verdadeira paixão por velocidade.

Nota da review do jogo Nascar 25 é de 7/10.

Esta é a minha opinião, baseada nas experiências e situações observadas durante os testes para esta review. Embora eu tenha propriedade para desenvolver uma análise crítica, recomendo que cada jogador tire suas próprias conclusões.

O NASCAR 25 foi lançado no PlayStation 5 e Xbox Series X|S em 14 de outubro de 2025, enquanto a versão para PC em 11 de novembro de 2025. Um gameplay sem comentários pode ser assistido no início desta publicação ou em nosso canal oficial de vídeos na plataforma do YouTube.


É possível encontrar o título na plataforma PlayStation Store. Caso queira ajudar o nosso site a se manter engajado e independente, há links de afiliados para a Nuuvem, pelos quais podemos ganhar uma pequena comissão. Agradecemos à iRacing.com Motorsport Simulations LLC e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo.

Nintendo alcança 400 milhões de contas e amplia sua presença global

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A Nintendo informou que já soma 400 milhões de contas Nintendo registradas no mundo todo, conforme o relatório financeiro do segundo trimestre do ano fiscal de 2026. O número mostra o avanço consistente da empresa na criação de um ecossistema digital que conecta seus produtos, serviços e jogadores.

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Contas e elo direto com os consumidores

Segundo a companhia, o sistema de contas serve como uma forma de manter um contato mais próximo com os usuários, permitindo que a Nintendo ofereça experiências personalizadas e mantenha um relacionamento contínuo com seu público.

A empresa descreve esse modelo como parte de um “ecossistema”, onde hardware, software e serviços digitais funcionam de forma integrada. O foco é aumentar o valor de cada parte desse conjunto e fortalecer a presença da marca no longo prazo. Mesmo com a gigante japonesa críticas por partes de usuários que questiona os valores dos jogos e do próprio Switch 2, o console é um sucesso de vendas.

Relatório financeiro do segundo trimestre do ano fiscal de 2026.
Imagem reprodução

Usuários ativos e assinaturas em crescimento

O relatório também mostra crescimento nas métricas de engajamento: são 128 milhões de usuários ativos no último ano e 34 milhões de assinantes do Nintendo Switch Online. Esses números exibem o peso dos serviços digitais dentro da operação da “Big N”.

Entre os produtos mais recentes, o Switch 2 já ultrapassou 10 milhões de unidades vendidas, enquanto Donkey Kong Bananza atingiu 3,49 milhões de cópias comercializadas, demonstrando boa recepção do público.

A Estratégia da Nintendo: Cultivando Fãs Eternos por Meio de Ícones Inesquecíveis
Figura 1: Galeria de personagens icônicos criados pela empresa como Mario, Link e Pikachu, simbolizando o lar de IPs amados globalmente e a estratégia de expansão da base de fãs por meio de jogos, filmes e mercadorias.

Com os resultados acima do esperado, a Nintendo revisou sua previsão de vendas de hardware, indicando que deve ampliar a produção do Switch 2 nos próximos meses. A empresa aposta no crescimento da base digital e na força de suas franquias para sustentar o desempenho até o fim do ano fiscal. Como o novo console da Nintendo foi lançado em 2025, as principais franquias da empresa estão sendo preparadas para receber versões atualizadas nos próximos anos.

Em outras palavras, os lucros da companhia tendem a continuar em alta, especialmente em um momento em que o mercado de consoles parece abrir ainda mais espaço para que a criadora de Super Mario Bros. mantenha sua liderança global.

A informação sobre o total de contas registradas para acesso aos serviços da Nintendo consta na página 28 do relatório fiscal, que possui 61 páginas no total.

Supergirl, Pennywise e Mortal Kombat: Warner arma seu espetáculo para a CCXP25

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A Warner Bros. vai chegar à CCXP25 sem economizar em universos. A gigante do entretenimento confirmou presença no evento, que acontece de 4 a 7 de dezembro, no São Paulo Expo. A empresa exibirá um estande que mais parece um parque temático pop — com espaço para heróis, monstros e até pesadelos.

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No mesmo lugar, o público vai encontrar três frentes distintas, mas igualmente pesadas no imaginário geek: Supergirl, da DC Studios, Mortal Kombat II, da New Line Cinema, e A Noiva!, da Warner Bros. Pictures. É uma mistura de superpoder, sangue digital e horror retrô — bem no espírito da Comic Con Experience, que vive de contrastes entre o blockbuster e o cult.

Apesar da gigante do entretenimento não ter divulgado presença de atores, provavelmente, devem anunciar alguns convidados especiais.

O voo da Supergirl

Se você acompanha nosso site ou nossas redes sociais, como o Instagram, provavelmente viu o vídeo da entrevista com Igor Reis, Diretor de Marketing, Retail & Experiences da Warner Bros. Discovery. Na ocasião, ele comentou sobre a Supergirl — sem revelar spoilers, mas deixando no ar que ela teria participação no evento. Agora, essa confirmação chegou. A aposta da DC para 2026 é dar novo fôlego ao universo de heróis com Supergirl. Depois de anos orbitando a sombra do primo famoso, a personagem deve finalmente ter um filme solo que tenta equilibrar ação e melancolia. Na CCXP, os fãs poderão entrar nesse “voo” — literalmente, com ativações que prometem colocar o público dentro do mundo kryptoniano.

Sangue pixelado

Mortal Kombat II deve falar direto com o público gamer. O primeiro filme dividiu opiniões, mas manteve viva a nostalgia dos fliperamas. Agora, a sequência chega com a missão de acertar o “fatality” que faltou da última vez. A New Line leva para o evento uma experiência interativa, misturando efeitos práticos e cenografia que simula o ringue sangrento do game.

Frankenstein de volta ao altar

Entre heróis e guerreiros, A Noiva! promete ser o ponto de respiro — ou de susto — do estande. A nova produção revisita o mito da parceira de Frankenstein com um olhar mais autoral, tentando dar voz à criatura esquecida. A Warner aposta em um terror mais emocional, distante do susto gratuito e mais próximo de uma reflexão sobre identidade e criação.

Medo em série: “IT – Bem-vindos a Derry”

A HBO Max chega com o pé no terror. IT: Bem-vindos a Derry, série que antecede os filmes It – A Coisa, vai ganhar um espaço próprio no evento — uma imersão que vai testar a coragem do público. A atração reconstrói a atmosfera da cidade amaldiçoada e, segundo o estúdio, vai provocar calafrios até nos mais céticos. Andy Muschietti e Barbara Muschietti, os mesmos dos filmes, assinam o projeto junto de Jason Fuchs.

Confirmação da Warner Bros. Pictures e seus estúdios na CCXP25
(Reprodução)

A loja e o ritual

Como tradição, a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products volta com sua loja oficial, ponto obrigatório para quem quer sair com mais uma sacola e menos dinheiro. De camisetas a action figures, o espaço reúne produtos das principais franquias do estúdio — e costuma ser uma das áreas mais disputadas da feira.

Com essa escalação, a Warner prova o que a CCXP tem de mais interessante: o encontro entre gerações e apaixonados pela cultura popular. Entre o susto de Derry, o grito de “Finish Him!” e o voo de Supergirl, o estande deve funcionar como um recorte perfeito da indústria atual — onde o medo, o heroísmo e o fan service convivem sob o mesmo logo. Além do universo dos games para juntar todos os fãs.

Para maiores informações ingressos, acesse o site oficial do evento.

A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix

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A Netflix, sabendo do sucesso da sua série que exibe o esforço físico de diversos atletas residentes na Coreia do Sul, resolveu expandir e trouxe A Batalha dos 100: Ásia. Esse spin-off reúne participantes que se destacaram nas duas primeiras temporadas de A Batalha dos 100, além de outros participantes de países como Coreia do Sul, Japão, Tailândia, Mongólia, Turquia, Indonésia, Austrália e Filipinas. Fique ciente de que, no Brasil, o nome permanece como conhecemos, apenas adicionando o termo “Ásia”. No original, como há somente 48 participantes, ficou como “Physical: Asia“.

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Os países foram selecionados por suas histórias esportivas e características distintas, segundo a Netflix, e alguns deles já estão demonstrando domínio. É quase uma Olimpíada de fitness asiática. Rostos que vocês devem conhecer são Yun Sung-bin, Jang Eun-sil, da primeira temporada, também Kim Dong-hyun e Amotti, este campeão da segunda temporada; os estreantes Kim Min-jae e Choin Seung-yeon compõem o time da Coreia do Sul.

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A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 42

Embora as outras equipes estejam igualmente preparadas, como foi o caso da Austrália, que possui em sua equipe o lutador peso-médio do UFC, Robert “The Reaper” Whittaker, bastante conhecido no Brasil pelos fãs de MMA. Outro competidor que causa arrepios é o boxeador filipino Manny Pacquiao, o único campeão mundial em oito divisões diferentes na história. Outro destaque é Superbon Singha Mawynn, lutador de Muay Thai com mais de 150 vitórias na carreira. O Japão veio preparado, assim como os turcos e outros países. O evento possui um total de 12 episódios, liberados semanalmente.

Como em toda temporada deste reality show, o primeiro episódio é utilizado para apresentar cada participante. Os competidores das nações participantes que conquistarem as provas conseguem vantagens para, depois, selecionar quem pretendem escolher como adversários. O que é realmente uma vantagem ou não depende se os capitães ou o grupo conseguem selecionar estrategicamente.

O que está em jogo no cenário de A Batalha dos 100: Ásia?

Além do orgulho nacional, a equipe vencedora levará para casa um prêmio em dinheiro de 1 bilhão de won coreanos (US$ 700.000), aumentando consideravelmente a premiação em relação aos 300 milhões de won coreanos das primeira e segunda temporadas de Physical: 100.

Logo na primeira rodada, Japão, Austrália, Turquia e Coreia do Sul tiveram vantagens ao conseguirem suas posições dentro do círculo. Isso lhes deu a vantagem de escolher quem iriam enfrentar entre as demais nações que perderam. Dois países foram eliminados na primeira fase. A vida parecia fácil para os australianos, mas os competidores da Turquia resolveram encará-los de frente. Japão e Coreia do Sul foram os próximos que se enfrentaram. Assim, os dois primeiros episódios exibem esses embates tensos — um erro é o fim da linha para qualquer lado.

Depois, percebemos que o que deveria ser um combate para ver quem permaneceria dentro da plataforma circular envolta de areia estava dando espaço para egos inflados. A disputa estava se estendendo para lutas pessoais, mais do que uma batalha para manter o maior número de oponentes fora da plataforma. Para a Coreia do Sul, criadora do projeto, a situação estava tensa, considerando que outros competidores possuíam vigor físico superior ao deles, principalmente Turquia e Austrália. Falando nos turcos, eles acabaram surpreendendo nesse reality show.

Em seguida, o foco mudou para um cenário de naufrágio. Quando falamos em água, os australianos sabem bem como funciona. Mas será que este cenário daria vantagem a eles? O episódio três mostra que é necessário agilidade, força e vigor para conseguir superar os desafios da prova. Como mencionei ao falar dos australianos, eles conseguiram superar os japoneses na prova. Enquanto isso, na mesma prova, os sul-coreanos conseguiram superar os tailandeses, mantendo-se vivos na competição. Nessa altura do campeonato, os criadores do projeto estavam apenas como terceira força, já que Turquia e Austrália estavam em vantagem.

Mesmo que haja alguma repescagem nos “Rematch”, isso acaba cansando os competidores, dando maior vantagem aos atletas mais descansados. Mas, se você já assistiu a outras temporadas de A Batalha dos 100, sabe que superação é o que rege esse reality show, com histórias de resistência inacreditáveis.


Uma das coisas que chamam atenção nesta versão Ásia é que, como há outros países com corpos e biotipos diferentes, todos tiveram que criar estratégias nunca vistas antes no original. Não se tratava mais de quem era o mais rápido ou mais resistente, mas de quem conseguia neutralizar os competidores das outras equipes que tinham maiores chances de vencer. Assim, abria-se espaço para os demais do grupo conseguirem completar as disputas quando todos os integrantes se enfrentavam. Algumas disputas particulares e rivalidades começaram a se formar. Os coreanos estavam ansiosos para enfrentar os japoneses, e até os indonésios criaram uma rivalidade contra um lutador específico do Japão devido a um incidente interno.

A Indonésia tinha a bola na mão, mas um erro de estratégia fez com que perdessem uma prova direta contra o Japão. Era difícil, mas um detalhe que parecia impossível aconteceu — recomendo ficarem atentos no quinto episódio.

Nessa altura do campeonato, dois países tiveram seus integrantes eliminados: Tailândia e Indonésia, restando Coreia do Sul, Turquia, Austrália, Japão, Filipinas e Mongólia. O boxeador filipino Manny Pacquiao acabou saindo do programa por motivos particulares, retornando ao seu país. Ele foi substituído por outro competidor do mesmo país, o que foi um duro golpe para a equipe, que ficou mais fragilizada com essa perda. Agora, com apenas seis países vivos na competição, os próximos confrontos não são mais por escolha dos vencedores, mas por sorteio — como tirar nos palitinhos as próximas disputas.

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A Batalha dos 100: Ásia traz novos atletas ao extremo na Netflix 43

Chegamos à metade da temporada, e o sexto episódio, intitulado “Muro Intransponível”, coloca os jogadores em suspensão prolongada — um verdadeiro teste de resistência. Nessa prova, vimos que os coreanos, como Amotti, último campeão da série original, mostraram grande resistência e superaram os limites do próprio corpo.

Coreanos estão próximos da eliminação no reality show?

Agora, qualquer erro pode significar o retorno mais cedo para casa, sem colocar o nome do seu país no lugar mais alto do pódio. Se os coreanos forem eliminados, pode ser uma desonra para o país que iniciou essa caminhada e ampliou o incentivo ao esporte e também a este reality show.

O grupo formado por Turquia, Coreia do Sul e Filipinas, e outro por Austrália, Japão e Mongólia, desenha um destino em que podem se cruzar apenas na fase final. Já ficou claro que as provas foram criadas para beneficiar cada tipo de físico: há as que exigem agilidade, força, vigor e destreza. Ou seja, a força nem sempre será sinônimo de vitória entre os participantes, criando esperança para os países que, porventura, não tenham o mesmo porte físico de alguns competidores.

As coisas não estavam nada bem para os sul-coreanos até aqui, que não conseguiram repetir a mesma performance que tiveram nas provas de resistência. Será que eles vão conseguir reverter essa situação? Saberemos nos próximos episódios que forem ao ar na plataforma de streaming da Netflix.

Acompanhe o nosso site para futuras prévias de A Batalha dos 100: Ásia e descubra qual deve ser o grande país vencedor deste reality show fitness que traz superação, resistência e perseverança.
Os episódios desta primeira temporada são lançados semanalmente, todas as terças-feiras, na plataforma da Netflix e, o último vai ao ar em 18 de novembro de 2025.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki

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O site oficial do anime Tougen Anki divulgou o resumo da história e as primeiras imagens promocionais do episódio 17. Neste capítulo, Naito Mudano é desafiado para um duelo pelo combativo Ousuke, que se revela completamente obcecado por batalhas. Com suas habilidades marciais excepcionais e o Blood Eclipse Release, Mudano consegue se defender habilmente da foice de corrente extensível de Ousuke.

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Em vez de recuar, Ousuke se empolga ainda mais com a força do adversário e avança de maneira imprudente, abandonando toda a defesa. Paralelamente, Jin Kougasaki, que havia salvado uma jovem anteriormente, descobre que ela agora foi feita refém. Ele, junto com Shiki Ichinose e Naito Mudano, corre para o hospital na tentativa de resgatá-la.

No entanto, Naito sente uma ameaça iminente e se afasta do grupo, deixando Jin e Shiki sozinhos na missão. Ao chegarem, eles encontram o hospital completamente tomado por chamas misteriosas, elevando o suspense e o perigo para um novo nível.

O episódio 17 promete combates intensos, revelações chocantes e um clima de mistério, mantendo os fãs ansiosos pelo desfecho da situação.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki, personagem
Tougen Anki ©Yura Urushibara (Akita Shoten) / Tougen Anki Production Committee

Data e horário de estreia e onde assistir

O episódio 17 de Tougen Anki estreia no próximo sexta-feira, dia 07 de novembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 07 de novembro de 2025, no Japão.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki
Tougen Anki ©Yura Urushibara (Akita Shoten) / Tougen Anki Production Committee
  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além do anime desta publicação, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do 17º episódio de Tougen Anki
Divulgação: ©Yura Urushibara (Akita Shoten)

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.

Chase: o herói que envelheceu para salvar o mundo em Dispatch

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Chase não é o típico herói que vence o vilão e desaparece no pôr do sol. Ele é o homem que salvou o dia — e pagou caro por isso. Cada vez que usava sua velocidade sobre-humana, anos da própria vida se esvaiam. Aos 39 anos, já parecia um idoso. Um corpo destruído por escolhas que sempre colocaram os outros em primeiro lugar.

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O episódio 6 entregou um dos momentos mais marcantes da série: Chase usando sua velocidade pela última vez para salvar a Invisiva durante o caos da festa da RES. Mesmo depois de uma briga amarga entre os dois, ele não hesita. Corre. Salva. Cai. A tela escurece.
O público fica sem respostas — seria aquele o seu último ato heroico? Estava nítido que o personagem teria um papel mais profundo nesses episódios 5 e o 6 provaram sua relevância. Fique ciente que alguns acontecimentos podem ser alterados mediante suas escolhas no jogo.

Um passado que não cicatriza

Chase carrega mais do que cicatrizes físicas. Ele lutou ao lado do pai de Robert na lendária Brigada Bravia, um grupo que desmoronou após a traição de Elliot Connors, o Mortalha (Shroud). O vilão matou o melhor amigo e destruiu tudo o que o herói acreditava.

Antes da queda, havia camaradagem, risadas e confiança. Chase, Mecha Man e a Brigada Bravia formavam o time lendário da RES.
(Divulgação)

Anos depois, quando Robert surge na RES — sem o manto do Mecha Man —, Chase vê um reflexo distorcido do passado: um jovem tentando carregar um legado morto em um mundo que não perdoa.
A relação entre os dois é o coração da trama. Chase não é o mentor inspirador; é o homem direto, às vezes ríspido, que coloca ordem com um olhar. Foi ele quem impôs respeito quando a Equipe-Z desafiou Robert logo no primeiro dia.

O herói imperfeito que o público quer ver

Ao contrário dos velocistas clássicos dos quadrinhos, Chase vive com um limite biológico.
Cada vez que corre, ele envelhece. Não há criptonita nem trauma emocional — apenas o corpo cobrando o preço do heroísmo.

Ciente disso, ele abandonou o uniforme e se escondeu atrás de uma mesa burocrática na SDN (RES), em Torrance.
Ao observar a Equipe-Z — um grupo de ex-presidiários tentando reescrever a própria história —, vê o reflexo do idealista que foi um dia.

Sendo o tipo de protagonista que funciona porque é imperfeito.
Direto, cético, mas ainda guiado por um senso inabalável de dever. Ele acredita que cada um é responsável pelas próprias escolhas — inclusive as que destroem. Ainda assim, quando o perigo surge, é o primeiro a se sacrificar.

Com o final em aberto do episódio 6, o mistério segue: Chase sobreviveu? Se sim, quantos anos tem agora? 90? 100? Quanto tempo ainda lhe resta?

O spin-off que escreve o passado de Chase

Um derivado centrado em Chase teria terreno fértil.
Mostraria seus dias de glória como o Track Star, o herói veloz e idealista que integrava a Brigada Bravia.
O enredo resgataria as missões impossíveis do grupo, a camaradagem e, aos poucos, a infiltração do veneno que culminaria na traição de Connors — o Mortalha — e na morte do pai de Robert.

A caçada final

O spin-off poderia seguir seus passos após o colapso da Brigada.
Envelhecido, mas ainda movido pela necessidade de justiça, ele parte em busca de Connors. Cada uso da velocidade é uma sentença: mais alguns anos perdidos, mais perto do fim. É uma corrida contra o tempo — literal, psicológica e física.

Mortalha observa o caos que ajudou a criar. Traidor, gênio e fantasma do passado de Chase.
(Reprodução)

Enquanto o Mortalha segue um passo à frente, Chase envelhece diante dos nossos olhos. Talvez, já sem forças, tenha pedido a Luminar (Blaze Blonde) que recrutasse Robert para concluir o que ele começou. Ou, quem sabe, busca uma forma de deter o envelhecimento e ganhar tempo suficiente para encerrar sua última missão.

Enfim, se você também ficou curioso para saber mais sobre a história desse herói — o melhor amigo do pai do nosso Mecha Man — talvez valha manifestar esse interesse à AdHoc Studio. O pedido pode surtir efeito: o jogo já ultrapassou 1 milhão de cópias vendidas e quebrou recordes de vendas e acessos na Steam com o lançamento dos episódios 5 e 6.

Três gerações, um mesmo propósito: corrigir erros do passado. Chase, Robert e Luminar formam o núcleo emocional de Dispatch.
(Divulgação)

Dispatch já coleciona elogios, vendas expressivas e personagens que conquistaram espaço na indústria dos games. O título está disponível para PlayStation 5 e PC (via Steam), com oito episódios na primeira temporada.

E quem sabe, em breve, a AdHoc não atenda aos fãs com um spin-off mostrando a jornada completa de Chase — o herói que envelheceu salvando o mundo, mas cuja história ainda corre contra o tempo.

Ana Castela volta ao palco do Wet’n Wild com show especial no próximo domingo

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A cantora Ana Castela será a grande atração do Wet’n Wild no próximo domingo, 9 de novembro de 2025, em um megaencontro com o público. Os visitantes de um dos maiores parques aquáticos da América Latina receberão uma das principais artistas do cenário nacional, que retorna ao espaço após bater recordes de público na edição anterior.

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O evento marca um momento de consolidação e expansão na carreira da cantora, que neste ano ultrapassou fronteiras entre música, TV e grandes festivais. Ana foi anunciada como a voz do tema de abertura da nova novela das 19h da Globo, Coração Acelerado (estreia em 2026), e também fará uma participação como atriz, ampliando sua presença na teledramaturgia.

Na música, seu álbum Let’s Go Rodeo superou 115 milhões de streams e a colocou entre os 15 primeiros da Billboard Brasil Hot 100, além de render uma nova indicação ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja — após a vitória em 2024 com Boiadeira Internacional.

Entre as apresentações de destaque, Ana foi embaixadora da 70ª Festa do Peão de Barretos, onde gravou o DVD Herança Boiadeira – Rodeio. Também ganhou projeção internacional ao cantar o Hino Nacional na abertura do jogo da NFL em São Paulo (Chargers x Chiefs), com transmissão mundial.

ana castela wet n wild show novembro 2025
Ana Castela volta ao palco do Wet’n Wild com show especial no próximo domingo 55

No show do Wet’n Wild, a artista promete os sucessos do novo álbum, como “Tropa do Chapelão”, “Olha Onde Eu Tô” e “As Cowgirl”, além de colaborações recentes com nomes como Matheus & Kauan, Hugo & Guilherme e Zé Felipe.

O evento faz parte da celebração dos 27 anos do Wet’n Wild, que exibe sua gestão voltada à inovação e sustentabilidade, com novos investimentos e ampliação da equipe.

Mais informações e ingressos para o show de Ana Castela estão disponíveis no site oficial do evento.

Dispatch quebra recorde e atinge 131 mil jogadores simultâneos na Steam

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O sucesso de Dispatch continua crescendo. Após o lançamento dos novos episódios 5 e 6, o jogo registrou um pico de 131 mil jogadores simultâneos na Steam — o dobro do recorde anterior, que era de cerca de 66 mil usuários. O feito foi alcançado em menos de duas horas após a liberação dos novos capítulos.

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SteamDB mostrando o recorde de 130 mil jogadores simultâneos em Dispatch.
(Divulgação) Créditos: SteamDB

O número expressivo exibe o impacto do título desenvolvido pela AdHoc Studio, que também acumula uma base de jogadores no PlayStation 5, onde o desempenho não é contabilizado pela Steam. A trama narrativa com estilo cinematográfica e opções de alternar a história segue conquistando novos fãs a cada semana. Vocês podem continuar acompanhando esta saga também nas análises publicadas no MeUGamer, trazendo cada detalhe dos episódios disponibilizados semanalmente.

Essa aventura se encerra em 12 de novembro de 2025, desejamos que o estúdio anuncie um novo capítulo para esta Dispatch. Robert Robertson e toda sua equipe-Z merecem novos rumos e expansão.

Chegaram os novos episódios 5 e 6 de Dispatch no PS5 e Steam

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Uma semana parece um século para os jogadores que estão acompanhando os episódios semanais do jogo Dispatch. Desta vez, mais dois episódios estão disponíveis: o 5 e o 6 — os penúltimos do primeiro capítulo, que terá um total de oito episódios. O jogo já está marcando um novo momento na indústria dos games.

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Muitos dizem que os filmes de super-heróis estão saturados, mas os desenvolvedores da AdHoc Studio estão provando o contrário com o sucesso do jogo. O título recentemente ultrapassou a marca de 1 milhão de cópias digitais vendidas entre o PlayStation 5 e o PC (via Steam). Agora, a situação está esquentando em Torrance, na Califórnia — e não daquele jeito divertido do aquecimento global. Robert Robertson está pronto para seu próximo turno, e tudo pode acontecer na RES ao comandar sua equipe-z de heróis.

Será que Mandy, o alter ego da Luminar, que revelou seu nome verdadeiro, está prestes a declarar seu coração ao nosso Mecha Man? Ou estaria armando algo tenebroso por trás daquele rosto angelical? Enquanto isso, Invasiva continua refletindo sobre seus sentimentos e se deve ou não seguir com seus objetivos.

Nome dos episódios lançados em 5 de novembro

  • Episódio 5: Entrosamento
  • Episódio 6: Movimentação

A desenvolvedora publicou um teaser trailer desses dois novos episódios para atiçar a curiosidade dos fãs. Você pode assistir ao vídeo no início desta publicação. O cronograma completo com a lista de todos os episódios de Dispatch você encontra aqui.

Por fim, Dispatch, que está chegando à sua reta final, está disponível para PS5 (via PS Store) e para PC (via Steam).

Chun-Li está entre nós! Lutadora chegou ao Fatal Fury: City of the Wolves

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Esta semana havia mencionado a chegada da célebre lutadora Chun-Li, de Street Fighter, ao Fatal Fury: City of the Wolves. Finalmente, ela está entre nós — ou melhor, para quem possui o icônico jogo da franquia Fatal Fury. Para provocar os fãs, seus desenvolvedores adicionaram no trailer de lançamento da quarta adição do Season Pass 1 um embate entre esta mestra, com sua técnica milenar, e a Mai Shiranui.

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Chun-Li e Mai Shiranui aparecem lado a lado no crossover entre Street Fighter e Fatal Fury.
(Divulgação)

A personagem utiliza seu icônico traje, porém já inspirado em Street Fighter 6, um grande sucesso de crítica da Capcom. O crossover aproxima duas franquias lendárias que possuem uma legião de fãs globalmente. O traje clássico também está presente, revelado no trailer — deixando quem assistiu ouriçado, já que podemos considerar este o oficial e, na minha opinião, combina mais.

Esse vídeo pode ser assistido no início desta publicação, para melhor imersão e instigar a vontade de jogar. Outro personagem de Street Fighter que está disponível nessa parceria entre as duas empresas é Ken Masters. Inclusive, ele aparece também em um duelo no qual a lutadora apresenta seu repertório de combos.

Se gosta de jogos de luta, agora há uma opção para jogar City of the Wolves. Como expliquei na publicação anterior, por existir atualmente apenas uma versão do título, o passe de temporada já está agregado ao jogo base, com oportunidade de todos os jogadores utilizarem esses novos personagens.

Por fim, Fatal Fury: CotW está disponível desde 24 de abril de 2025 para PlayStation 5, PS4, Xbox Series X|S e PC Windows via Steam e Epic Games Store.

NASCAR 25 REVIEW – A essência do automobilismo em destaque

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NASCAR 25, desenvolvido e publicado pela iRacing.com Motorsport Simulations LLC, é o novo jogo oficial da NASCAR e reúne as quatro principais competições da categoria: ARCA Menards Series, Xfinity Series, Craftsman Truck Series e Cup Series. O título visa entregar ao usuário uma experiência realista nos consoles, trazendo modelos de carros e pistas escaneados a laser, além de um sistema de física melhorado, baseado em dados e feedback de pilotos e equipes reais. Há uma publicação em nosso site que pilotos jogam o título avaliando o que acharam do jogo como primeiro vislumbre. Essa review está sendo baseada no console de PlayStation 5.

Com modos como Corrida Rápida, Campeonato, Multijogador e Carreira, a trajetória do jogador começa nas categorias de base, evoluindo até conquistar títulos na principal divisão da NASCAR. Com foco na autenticidade, imersão e progressão, o NASCAR 25 busca satisfazer os fãs de corrida. Mas será que o jogo cumpre o que promete, ou apenas queimou a largada? Em nossa análise, abordamos os principais destaques e elementos que podem influenciar sua decisão.,

Um retorno para franquia

Este ano, os usuários de PC não receberam uma versão em simultâneos com os consoles.

Corrida de Estreia — Emoção do Começo ao Fim
(Divulgação)

Jogos de corrida sempre foram parte essencial da minha vida como gamer. Tenho lembranças marcantes e vínculo emocional, como jogar Daytona pela primeira vez. Ao longo do tempo, explorei outros títulos da franquia NASCAR, como NASCAR 2011 no PS3 e NASCAR UNLEASHED no Xbox 360. Embora nunca tenha dirigido na vida real, sempre tive interesse e certo domínio, mesmo que amador, em jogos de corrida virtuais, sentindo a segurança necessária para assumir o volante e enfrentar altas velocidades.

Infelizmente, alguns títulos são lançados com qualidade duvidosa ou oferecem poucos elementos que justifiquem dedicação. NASCAR 25 tenta fugir dessa regra, oferecendo uma experiência digna, com a sensação de direção como ela realmente deveria ser.

Quando comecei a jogar NASCAR 25 no PS5, não sabia o que esperar. Porém, com a iRacing no comando minhas expectativas cresceram. Depois de muitas horas ao volante, percebi que o jogo realmente entrega uma experiência autêntica, equilibrando realismo e diversão convincente. É, sem dúvida, um grande passo à frente para a franquia.

Por se tratar de um título licenciado oficialmente, você verá os principais pilotos da modalidade com os trajes e seus carros característicos carregando suas numerações.

Os Pilotos — Lendas e Novos Desafios
(Divulgação)

Jogabilidade é o DNA em NASCAR 25

Para mim, a jogabilidade é o que mais se destaca em NASCAR 25. Dá pra sentir claramente a influência da iRacing em cada detalhe: a direção é precisa, os carros têm peso realista e cada curva exige cuidado e controle no acelerador. Mesmo sendo mais acessível que a versão de PC, o jogo é bem mais autêntico que os antigos títulos da série.

Ao testar o modo Corrida Rápida, percebi como cada pista tem sua própria identidade: em Daytona, o vácuo é essencial, enquanto em Martinsville é preciso frear com muita precisão. O desgaste dos pneus faz diferença real, tornando as paradas nos boxes parte importante da estratégia. 

No Modo Carreira, comecei como iniciante na ARCA Series e fui subindo de categoria até a Cup Series, podendo gerenciar patrocinadores e melhorar a equipe. É envolvente, sem se tornar cansativo. No entanto, apesar de contar com pilotos e equipes oficiais, ele parece inacabado. Escolho meu piloto, pinto o carro, e basicamente passo de corrida em corrida sem propósito maior. Não há história, progressões intensas ou sensação de conquista, enfim, tudo parece superficial e apressado, como se o modo tivesse sido incluído apenas para constar.

NASCAR 25 corrida jogo
(Divulgação)

Jogando com o DualSense, fiquei impressionada com o nível de imersão. Os gatilhos adaptativos simulam perfeitamente a pressão dos freios e do acelerador, e a vibração muda conforme o tipo de pista e o desgaste dos pneus, deixando tudo mais real. A física dos carros é muito bem equilibrada, senti as diferenças entre cada veículo, além da influência da temperatura da pista e do desgaste dos pneus. 

Pois, haverá climas adversos, como sol, chuva, até jogando ao anoitecer, para deixar a ambientação mais realista. O jogador deve ficar preparado para todos os momentos.

A inteligência artificial é outro destaque. Os adversários têm comportamentos variados, reagem às minhas manobras e até cometem erros, o que deixa as corridas imprevisíveis. As estratégias de boxes e o consumo de combustível exigem atenção constante, e o chefe de equipe sempre traz instruções úteis, fazendo com que eu realmente me sentisse parte de uma equipe profissional.

Mesmo no modo normal, não há vitória garantida. Cada corrida, com treinos e qualificações, é uma luta intensa por centímetros, e subir algumas posições exige esforço real. Essa dificuldade é justamente o que me prende, pois transforma cada prova em um desafio que me incentivava ao aprimoramento. 

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NASCAR 25 REVIEW - A essência do automobilismo em destaque 68

Ressalto que ao jogar NASCAR 25, logo percebi que ele não é exatamente o simulador autêntico que muitos esperavam. Embora os desenvolvedores afirmem que partes da física do iRacing foram usadas e que os modelos dos carros vieram diretamente de lá, na prática, isso não se traduz em realismo total. Mesmo com toda a propaganda sobre fidelidade, faltam detalhes importantes nos veículos, como, por exemplo, o piloto não interage com a alavanca de câmbio e vários outros elementos parecem superficiais.

Ainda assim, gostei da forma como as pistas foram recriadas, realmente passado a sensação de disputa intensa e apertada, algo que muitos jogos anteriores da série nunca conseguiram transmitir. Senti que falta muito refinamento para o jogo alcançar o impacto de títulos mais antigos da franquia. A ideia seja atrair usuários que focam em simuladores de corrida, como iniciantes que desejam apenas se divertir com pilotos que são fãs e nos míticos circuitos ovais. Trazendo em alguns momentos apenas um interessante passatempo seguindo mecânicas de arcade — não que essa seja o estilo de direção ao controlar os carros.

Performance estável

No meu PS5, NASCAR 25 rodou de forma muito estável, mantendo 60 FPS em 4K dinâmico. Várias pistas são cheias de detalhes: Talladega, com seu sol intenso, até Charlotte, com o asfalto molhado e reflexos realistas. Os carros também chamam atenção, com pinturas, adesivos e danos bem reproduzidos. As corridas noturnas são especialmente bonitas, graças à iluminação e aos reflexos bem trabalhados. Claro, há alguns pontos que poderiam melhorar: o público é meio estático, certas texturas parecem simples, e os menus não têm muito capricho visual. Ainda assim, o jogo é um salto enorme em relação aos anteriores, mesmo que não chegue ao nível de Gran Turismo.

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Além disso, contou com carregamentos rápidos e desempenho consistente. Encontrei apenas pequenos bugs (texturas carregando atrasadas e um travamento em uma corrida online) nada que comprometesse a experiência. 

O áudio é um dos pontos mais fortes. Os sons dos motores variam entre categorias: os carros da Cup Series têm um ronco potente, enquanto os da Xfinity são mais refinados. O som ambiente também é detalhado: o público reage a ultrapassagens, as equipes gritam instruções e o barulho dos pneus muda conforme o tipo de pista e velocidade. 

A trilha sonora é discreta, permitindo que o foco fique no som dos motores. Com fones de ouvido o áudio é excelente, dando até para perceber quando um adversário se aproxima por trás. Mas há diversos artistas consagrados na trilha, como o grupo de metal System of a Down.

Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar esse jogo de corrida NASCAR 25?

Depois de passar várias horas com NASCAR 25, percebi que o jogo representa um grande salto para a franquia e uma estreia promissora da iRacing nos consoles. A proposta é clara: oferecer uma simulação realista, mas ainda acessível e divertida. A forma como os carros se comportam, o peso nas curvas e o desgaste dos pneus tornam cada corrida envolvente e autêntica.

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O que mais me chamou atenção foi o nível de imersão. Os sons dos motores, o feedback do controle e a atmosfera das pistas criam uma sensação de estar realmente dentro de uma prova. O Modo Carreira é envolvente (mesmo com as devidas ressalvas), enquanto o Multiplayer entrega disputas equilibradas e empolgantes.

Apesar disso, o jogo não é isento de falhas. A curva de aprendizado é um tanto exigente para quem não está acostumado com simuladores, e algumas falhas visuais e bugs ocasionais ainda aparecem e estragam um pouco a experiência.

Mesmo com esses detalhes, o resultado geral é excelente. NASCAR 25 combina realismo, emoção e desafio de uma forma que há muito tempo não se via na série. No fim, sinto que é uma experiência que respeita o esporte e celebra a verdadeira paixão por velocidade.

Nota da review do jogo Nascar 25 é de 7/10.

Esta é a minha opinião, baseada nas experiências e situações observadas durante os testes para esta review. Embora eu tenha propriedade para desenvolver uma análise crítica, recomendo que cada jogador tire suas próprias conclusões.

O NASCAR 25 foi lançado no PlayStation 5 e Xbox Series X|S em 14 de outubro de 2025, enquanto a versão para PC em 11 de novembro de 2025. Um gameplay sem comentários pode ser assistido no início desta publicação ou em nosso canal oficial de vídeos na plataforma do YouTube.


É possível encontrar o título na plataforma PlayStation Store. Caso queira ajudar o nosso site a se manter engajado e independente, há links de afiliados para a Nuuvem, pelos quais podemos ganhar uma pequena comissão. Agradecemos à iRacing.com Motorsport Simulations LLC e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo.

Nintendo alcança 400 milhões de contas e amplia sua presença global

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A Nintendo informou que já soma 400 milhões de contas Nintendo registradas no mundo todo, conforme o relatório financeiro do segundo trimestre do ano fiscal de 2026. O número mostra o avanço consistente da empresa na criação de um ecossistema digital que conecta seus produtos, serviços e jogadores.

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Contas e elo direto com os consumidores

Segundo a companhia, o sistema de contas serve como uma forma de manter um contato mais próximo com os usuários, permitindo que a Nintendo ofereça experiências personalizadas e mantenha um relacionamento contínuo com seu público.

A empresa descreve esse modelo como parte de um “ecossistema”, onde hardware, software e serviços digitais funcionam de forma integrada. O foco é aumentar o valor de cada parte desse conjunto e fortalecer a presença da marca no longo prazo. Mesmo com a gigante japonesa críticas por partes de usuários que questiona os valores dos jogos e do próprio Switch 2, o console é um sucesso de vendas.

Relatório financeiro do segundo trimestre do ano fiscal de 2026.
Imagem reprodução

Usuários ativos e assinaturas em crescimento

O relatório também mostra crescimento nas métricas de engajamento: são 128 milhões de usuários ativos no último ano e 34 milhões de assinantes do Nintendo Switch Online. Esses números exibem o peso dos serviços digitais dentro da operação da “Big N”.

Entre os produtos mais recentes, o Switch 2 já ultrapassou 10 milhões de unidades vendidas, enquanto Donkey Kong Bananza atingiu 3,49 milhões de cópias comercializadas, demonstrando boa recepção do público.

A Estratégia da Nintendo: Cultivando Fãs Eternos por Meio de Ícones Inesquecíveis
Figura 1: Galeria de personagens icônicos criados pela empresa como Mario, Link e Pikachu, simbolizando o lar de IPs amados globalmente e a estratégia de expansão da base de fãs por meio de jogos, filmes e mercadorias.

Com os resultados acima do esperado, a Nintendo revisou sua previsão de vendas de hardware, indicando que deve ampliar a produção do Switch 2 nos próximos meses. A empresa aposta no crescimento da base digital e na força de suas franquias para sustentar o desempenho até o fim do ano fiscal. Como o novo console da Nintendo foi lançado em 2025, as principais franquias da empresa estão sendo preparadas para receber versões atualizadas nos próximos anos.

Em outras palavras, os lucros da companhia tendem a continuar em alta, especialmente em um momento em que o mercado de consoles parece abrir ainda mais espaço para que a criadora de Super Mario Bros. mantenha sua liderança global.

A informação sobre o total de contas registradas para acesso aos serviços da Nintendo consta na página 28 do relatório fiscal, que possui 61 páginas no total.