Dispatch merece indicação ao jogo do ano no TGA 2025?

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Em um ano em que um jogo indie francês está entre os grandes candidatos para jogo do ano, não seria difícil apostar também na indicação do jogo narrativo Dispatch a concorrer no TGA 2025. O ano está com títulos mistos, não houve jogos que se destacaram como unanimidade quando falamos de blockbuster. Porém, os títulos com orçamentos double-A e independentes com pouco ou quase nenhum orçamento despontaram na indústria.

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Dispatch é um desses que, apesar de ter veteranos por trás, como ex-Telltale que fundaram o Adhoc Studio, o fato de ter conseguido vender mais de 1 milhão de cópias em um jogo novel é algo que não se via há um bom tempo na indústria dos games. Embora não fosse novidade títulos nessa temática terem muitos usuários, normalmente ficava restrito apenas para usuários que simpatizavam com o gênero ou determinada localidade. O jogo da Adhoc conseguiu estourar bolhas e agradar muitos jogadores que normalmente não jogam esse estilo.

A trama e os personagens, atrelados ao diálogo e com trilha sonora, entregaram uma verdadeira imersão. Muitos podem dizer que a interação fica mais no mapa, quando Robert Robertson, protagonista do jogo que utilizava a alcunha de Mecha Man, envia os super-heróis para desempenhar missões. Ainda assim, essa parte é tão dinâmica que faz você querer solucionar os chamados e, quando não consegue, tem até aquela frustração.

O que os desenvolvedores conseguiram vai além dos demais títulos quando eram da antiga produtora. Confesso que The Wolf Among Us tinha grandes personagens e foi um título que gostei bastante no período em que foi lançado. Apesar de uma sequência ter sido anunciada há algum tempo, não ficou claro se em algum momento o lançamento ocorrerá. Com o dinheiro lucrado em Dispatch, agora podem continuar este projeto, a desculpa de não ter mais dinheiro acabou.

Possíveis categorias com chances de indicação no TGA 2025

Se for um palpite na categoria de performance de atores, deverá ter ao menos umas duas indicações. Provavelmente Aaron Paul como Robert Robertson e Laura Bailey por sua atuação como Invisigal! Também Melhor Direção de Arte, Melhor Jogo Indie, Melhor Jogo Indie Estreante, Melhor Jogo de Ação e Aventura, e não é impossível uma indicação ao Jogo do Ano, o famoso Game of the Year (GOTY). Mesmo que não vença, é inegável que ele conseguiu unir os jogadores em meio à polarização que a comunidade dos games se tornou nos últimos anos. Isso até o considero como um jogo de impacto.

Os indicados para o The Game Awards 2025 serão anunciados em 17 de novembro de 2025 através do canal oficial do evento no YouTube e os premiados serão condecorados em 11 de dezembro.

Clair Obscur: Expedition 33 deve receber diversas indicações no TGA 2025

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Clair Obscur: Expedition 33, jogo de estreia do estúdio francês Sandfall Interactive, deverá ser um dos grandes indicados no The Game Awards 2025 (TGA 2025). Lançado sem nenhum tipo de pretensão de que poderia virar um dos grandes blockbusters do ano, o jogo surpreendeu por sua trama e direção de arte.

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Trazendo um estilo da fictícia Lumière, uma Paris distorcida, na qual uma maldição resultava em uma vida curta para os habitantes desse local. Nesse universo, uma entidade conhecida como “A Artífice” surge anualmente para pintar um número. Todas as pessoas cuja idade corresponde ou ultrapassa esse número desaparecem. A sociedade passa a viver sob a sombra dessa previsão macabra. O protagonista, Gustave, interpretado pelo ator Charlie Cox (Demolidor: Renascido), está prestes a completar 33 anos, e a Artífice acabou de anunciar que o próximo número é 34. Ele tem apenas um ano.

Paisagem do jogo Clair Obscur: Expedition 33
Imagem divulgação

Dito isto, muitos jogadores saturados dos roteiros sem muita inspiração optaram por privilegiar este título que acabou agradando a comunidade dos jogadores. Agora, às vésperas dos indicados para o The Game Awards deste ano, que ocorre com os anúncios nesta segunda-feira, 17 de novembro de 2025, o título pode receber indicações nas categorias como melhor jogo de RPG, Melhor Jogo do Ano (GOTY), Trilha Sonora, Performance de Ator para Charlie Cox e até mesmo Melhor Estreia de um Jogo Indie e Jogo Indie. Sem contar outras categorias nas quais o título pode entrar também.

Na plataforma Steam, o jogo, na sua primeira semana de lançamento, chegou a ter mais de 145 mil usuários simultâneos. Mesmo meses após seu lançamento, fica em média com mais de 10 mil usuários jogando o título, o que é um grande feito para um jogo estreante.

Se estiver curioso em assistir aos indicados aos prêmios do TGA 2025, basta clicar no player a partir das 13h45 para o pré-evento e às 14h iniciam os nomeados. Fique ciente de que o The Game Awards deste ano ocorre em 11 de dezembro de 2025. Você também poderá votar na categoria de escolha da audiência.

Análise da prévia de Kirby Air Riders

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No fim de semana do dia 15 de novembro de 2025, a Nintendo liberou um teste grátis para assinantes do Nintendo Switch Online. Eu joguei por volta de 2 horas no Nintendo Switch 2 e, vou contar um pouco do que achei, além de falar sobre os detalhes técnicos.

Essa prévia nos dá acesso a 3 modos de jogo, sendo eles o modo offline corrida, modo online playground e modo online corrida com amigos. Fazendo parte do teste “Global Test Ride” do jogo como comunicamos em outro artigo no site.

No modo corrida offline você primeiro escolhe qual tipo de pista quer jogar, sendo que nessa avaliação temos 3 tipos diferentes de pistas. Após isso, o jogador pode escolher o personagem e o veículo que irá utilizar.

Além da skin, tanto o personagem quanto os veículos mudam os atributos e impactam diretamente a gameplay e sua estratégia ao longo da partida. Esses personagens já são conhecidos do público da franquia.

Kirby e outros personagens da franquia reunidos em um cenário colorido de Kirby Air Riders.
(Reprodução)

Uma coisa que achei interessante foi que, diferente do Mario Kart World, o Kirby Air Riders tem uma pegada mais action, já que você precisa constantemente bater nos outros corredores e NPCs do cenário para conseguir itens e mais velocidade para ganhar a corrida. Ainda falando sobre corrida, algo que pode causar estranheza é o fato de que, para usar o boost, você precisa necessariamente parar de acelerar para carregar o turbo e aí sim dar o boost. Na minha visão, quebra muito a dinâmica, porém pode gerar uma camada extra de estratégia e alguns jogadores podem curtir, já que necessariamente você precisa ganhar maestria em usar boost, bater em inimigos e correr pela pista.

Agora falando das pistas, todas são elaboradas, rodam a 60 quadros por segundo tanto no modo portátil quanto na dock e o foco principal é em curvas. O acesso entregou 3 tipos diferentes de cenário: o mapa da floresta, do mar e da lava. Essas pistas são bem elaboradas e percebemos o capricho dos seus desenvolvedores. A franquia Kirby sempre teve detalhes instigantes e preocupação na sua reputação. São raros jogos do rosinha mais famoso da indústria dos games que tiveram algum descuido gráfico ou técnico. Masahiro Sakurai é detalhista nesses quesitos e sabe o quanto a comunidade da saga é exigente!

previa kirby air raiders jogo maps
Análise da prévia de Kirby Air Riders 9

Modo online de Kirby Air Riders

O modo online playground, é uma espécie de mundo semiaberto onde, por 5 minutos, o jogador precisa conseguir atributos pegando itens pelo cenário a fim de melhorar o seu veículo. Inclusive, você pode trocar de veículo livremente, no entanto, perde as melhorias, já que elas ficam com o veículo anterior. Ainda dentro desse mundo semiaberto, você e mais uns 10 jogadores ficam se gladiando para conseguir o veículo mais forte da party. Após 5 minutos, os jogadores escolhem um de 4 minijogos para pôr em prova qual foi o melhor veículo e quem é o melhor jogador. Esses minigames são bem variados, indo de quem corre mais rápido em linha reta até quem come mais frutas.

São detalhes que podem atrair jogadores e outros podem preferir ir direto para as corridas. Espero que na versão final a Nintendo coloque mais funcionalidades, além de mais variações de eventos aleatórios, já que atualmente é mais sorte para conseguir o melhor veículo do que necessariamente habilidade.

Adentrando no modo online com amigos, é similar ao modo offline de corrida, porém você pode jogar com alguns amigos seus, então não tem muito o que falar. Só na versão final do jogo para saber se atualizações foram adicionadas e comentar em uma review completa.

Em geral, a performance está muito boa. Não teve quedas de FPS em nenhum modo, porém senti uma leve incoerência de qualidade visual em vegetações. Porém, testei com um amigo e o mesmo não identificou o mesmo que eu. Possa ser apenas uma percepção mais criteriosa sobre a demonstração gratuita de Kirby air Riders.

Por fim, o primeiro título da franquia chegando no console de Nintendo Switch 2 será lançado oficialmente em 20 de novembro de 2025. A versão digital do título, pode ser encontrada na página do Nintendo eShop.

A Batalha dos 100: Ásia e os países eliminados antes da final

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A Batalha dos 100: Ásia é um reality show fitness transmitido pela Netflix que gosto de acompanhar desde o seu original na versão da Coreia do Sul. Com essa nova iniciativa trazendo outros países da Ásia e da Oceania, já que a Austrália se encaixa nos dois, e sabendo da repercussão, eles ousaram em trazer nomes conhecidos até globalmente, como lutadores de UFC, boxeadores, crossfiteiros, judocas, jogadores de vôlei entre outros. Seja em atividades ou aposentados, mas sempre atuantes. Apesar de eu não ser nenhum exímio esportista e precisar me exercitar há algum tempo, acho interessante o quanto os participantes testam seu corpo ao máximo para conseguir mostrar que são capazes.

O spin-off possui 12 episódios em sua primeira temporada com 48 participantes de oito nações. A versão em português continua utilizando o número “100”, para manter o engajamento, já que no original a série se chama apenas Physical: Asia. Dos oito países, a Coreia do Sul é o único país a participar de todas as produções, já que A Batalha dos 100 foi exclusivamente criada para trazer a essência dos participantes que viviam na Coreia. Dito isto, com a expansão e o sucesso desse reality show, outros sete países foram agregados e, quem sabe, ocorra uma ampliação disso caso seja renovado para outras temporadas.

Desta vez, os coreanos iriam ter que provar se são tão competidores como nas duas primeiras temporadas da franquia base. Inicialmente, eles começaram sem despertar muita atenção, perdendo o posto de destaque para Turquia e Austrália, que pareciam ser fortes candidatas para chegarem à grande final. O vigor físico e a brutalidade que alguns atletas apresentavam intimidavam os asiáticos. Como já citei, nessa série apenas o físico e a força não definem quem é de fato o favorito.

Competidores da Austrália em A Batalha dos 100: Ásia
(Divulgação/Netflix)

Restando apenas três episódios para revelar qual equipe que representa determinado país será a vencedora da temporada de estreia, quatro países restaram na disputa. Recapitulando, as nações participantes são: Tailândia, Indonésia, Coreia do Sul, Turquia, Austrália, Japão, Filipinas e Mongólia. Todas com estilos distintos, seja na estratégia, físico ou formação. Porém, devo ser claro que os organizadores adicionaram desafios que exploraram os pontos positivos e negativos de cada competidor. Isso deixou o jogo mais equilibrado, ao ponto de ter nação sendo eliminada não pelo outro competidor ser mais forte ou mais preparado, mas por descuido. Quem assistiu sabe o que estou mencionando, e aqueles que não assistiram entenderão quando começarem a ver.

Alguns países que pareciam que seriam eliminados logo na primeira fase conseguiram surpreender, enquanto outros acabaram decepcionando por achar que tudo era muito fácil. Toda eliminação é dolorosa, independente se é uma competição olímpica, Copa do Mundo ou até mesmo um reality show que pagará um bom valor aos participantes. Os primeiros a sentirem esse peso foram os tailandeses e indonésios, que tiveram que retornar para casa já na primeira fase.

A Batalha dos 100: Ásia: eliminados na primeira fase países
(Reprodução)

Enquanto isso, os remanescentes continuavam seus sonhos e jornadas de conseguirem ir mais alto. No entanto, eis que algo inesperado ocorreu. O boxeador filipino Manny Pacquiao acabou saindo do programa por motivos particulares, retornando ao seu país. Ele foi substituído por outro competidor do mesmo país, o que foi um duro golpe para a equipe, que ficou mais fragilizada com essa perda. Esse seria o passo para a eliminação dos filipinos em A Batalha dos 100: Ásia. Com isso, as Filipinas seriam o terceiro país a deixar a competição e o sonho de chegar ao pódio.

Até esse momento restavam Coreia do Sul, Turquia, Austrália, Japão e Mongólia. A história estava sendo escrita para esses países, e os favoritos se mantinham vivos. Mongólia, Japão e Coreia do Sul teriam que lidar com australianos e turcos. Mas, como um filme roteirizado, onde o impossível acontece como Rocky e Apollo Creed, um gigante sucumbiria nesta segunda fase. Não, não estou falando dos australianos, mas sim dos turcos. O que parecia impossível, já que era uma das principais equipes, conseguindo superar todas as provas, eles caíram. Deram adeus ao evento e deixaram alguns competidores mais aliviados. Este seria o quarto país a dar adeus ao sonho de colocar seu nome no reality show. Nessas alturas do campeonato, um país começou a virar o jogo. Os japoneses começaram a se destacar nas provas, conseguindo superar até mesmo a Austrália, livrando-se da repescagem para se classificar na terceira fase.

A Batalha dos 100: Ásia países ainda na disputa para final
(Reprodução)

Quais países continuaram?

Assim, Coreia do Sul, Austrália, Japão e Mongólia são os que necessitam estarem vivos até os três próximos episódios decisivos que vão revelar qual é a equipe que levará o grande prêmio da primeira temporada de A Batalha dos 100: Ásia. Você pode conferir os países eliminados antes da final. Lembrando que a última equipe com pior desempenho no episódio 9 será eliminada. A Coreia do Sul, que conseguiu manter três competidores masculinos para o desafio, aparentemente parece ter vantagem, o que seria uma reviravolta para eles, que não estavam no seu melhor nível na competição. Já os australianos, com duas mulheres e um homem, e o mesmo para os mongóis, que em silêncio e sem fazer grande alarde conseguiram ir longe e, quem sabe, estar na grande final.

Enfim, fique ciente de que a produção é exibida exclusivamente na plataforma de streaming da Netflix.


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Prévia do episódio 1150 do anime One Piece

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O arco de Egghead em One Piece está se aproximando do seu ponto máximo. Nos episódios mais recentes, Dr. Vegapunk começou a revelar informações cruciais sobre o enigmático Século Perdido, oferecendo respostas há muito aguardadas pelos fãs. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão.

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Além disso, a presença misteriosa de Imu, a figura que comanda o Governo Mundial nos bastidores, ganhou ainda mais destaque, reforçando o clima de tensão nesta fase da história. Paralelamente, Luffy e os Chapéus de Palha seguem tentando escapar de Egghead. A fuga, porém, se complica com o aparecimento dos Cinco Anciões em suas formas monstruosas, determinados a impedir tanto a transmissão de Vegapunk quanto o avanço do protagonista.

Após um episódio marcante, que aprofunda segredos do Século Vazio, o período apagado por completo dos registros históricos, a expectativa agora se volta para o próximo capítulo. O episódio 1150 será lançado normalmente, sem qualquer pausa ou adiamento. A estreia está marcada para domingo, 16 de novembro, prometendo dar continuidade às revelações que vêm movimentando o arco.

Prévia do episódio 1150 do anime One Piece, cena
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Os episódios de One Piece costumam chegar à Crunchyroll por volta das 12h15 (horário de Brasília — BRT). No entanto, é importante destacar que a legenda em português pode sofrer atrasos ocasionais, sendo disponibilizada alguns minutos ou até algumas horas após a liberação inicial. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 16 de novembro de 2025.

Apesar do calendário estável nas últimas semanas, os fãs já podem se preparar para uma pausa breve. No domingo, 23 de novembro, não haverá episódio inédito de Egghead. Em seu lugar, será exibida mais uma edição de “Checkup da Aventura do Dr. Chopper!”, série especial que tem dividido opiniões por apresentar recapitulações em vez de avanços na história principal.

Segundo as informações divulgadas, o episódio especial do dia 23 terá foco em Dr. Vegapunk, embora detalhes adicionais ainda não tenham sido confirmados.

Prévia do episódio 1150 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Onde assistir à prévia do episódio 1150 de One Piece

A prévia completa do episódio 1150 pode ser assistida no início deste artigo ou no canal oficial do anime no YouTube.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo da Crunchyroll.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de One Piece, o catálogo inclui títulos consagrados como NarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 1150 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a One Piece e a outros animes.

Prévia do episódio 19 de Gachiakuta

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A batalha entre os Zeladores e os Arruaceiros continua a ganhar intensidade em Gachiakuta. Após o confronto brutal entre Zanka e Jabber, o anime voltou seus holofotes para outra luta impressionante: Ryo contra Noerde. Os episódios são transmitidos oficialmente pela Crunchyroll. Primeiro são disponibilizados com legendas, e a versão dublada é adicionada posteriormente.

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Apesar da tensão extrema, o episódio também revelou mais sobre a personalidade de Ryo, que se mostra uma assassina fria e calculista, alguém que, na verdade, se continha apenas para evitar sujar seu item mais precioso com sangue.

Após uma vitória arrebatadora, Ryo segue para reencontrar seus aliados, mas no caminho se depara com Zanka sendo arrastado por Jabber. Com sua eficiência habitual, ela elimina o inimigo e salva o companheiro.

Prévia do episódio 19 de Gachiakuta
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Prévias do episódio 19 de Gachiakuta

O clima de tensão só aumenta à medida que nos aproximamos das próximas batalhas, especialmente o aguardado confronto entre Rudo e Zodyl. E as boas notícias chegaram: as prévias, o título e o horário de estreia do episódio 19 já foram divulgados pela conta oficial do anime.

O episódio 19 será intitulado “O Conjunto do Guardião” e apresentará a seguinte premissa:

Os sapatos de Amo, o casaco de Zodyl e as luvas de Rudo pertenciam ao chamado “Conjunto do Guardião”, um conjunto de itens que, no passado, foi usado por um único ser humano.
Zodyl tentou recriar esse conjunto, mas falhou. Durante suas pesquisas, porém, ele descobriu um método capaz de gerar uma Fera Manchada gigantesca usando um artefato humano como núcleo — e passou a planejar usar essa criatura para alcançar o Paraíso.

Prévia do episódio 19 cena do anime Gachiakuta
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Data e horário de estreia do episódio 19

O episódio 19 visa ser um dos mais importantes da temporada, trazendo novas informações sobre o misterioso Conjunto do Guardião e seus perigos. Para não perder nada, anote na agenda: o episódio 19 de Gachiakuta estreia no domingo, 16 de novembro, às 11h30 ( Horário de Brasília — BRT).

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além dessa produção do anime, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 19 de Gachiakuta
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

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Se Call of Duty: Black Ops 7 fosse indie seria considerado bom

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A franquia Call of Duty: Black Ops sempre foi considerada experimental; todas as críticas mais severas foram escaladas nela, e com Black Ops 7 não é diferente. Com a chegada desse novo título da saga Black Ops, ele continua dinâmico e agora apenas no modo online. Não é novidade, mas inclui o cooperativo no estilo Gears 5. A Activision reuniu inúmeros estúdios que possuem para entregar uma imersão que está mais para uma desenvolvedora independente. Quando cito “independente”, não é no sentido de que indie games sejam ruins, mas para expressar que a ousadia da experimentação é positiva — contudo, não quando vem de um estúdio consolidado.

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O último Black Ops 6, que inclusive tem review em nosso site, exibiu uma melhoria considerável na jogabilidade, e até o roteiro ficou interessante. Neste atual, eles revisitam diversos títulos anteriores baseados nas memórias dos combatentes, de Mason em diante, trazendo um “déjà vu”. Isso seria legal, mas quem nunca jogou não compreenderá nada do que está acontecendo na situação atual da trama. Se a pessoa se interessou pela dinâmica e pela história do jogo, ficará confusa e desorientada no momento em que entrar no modo campanha multijogador. A velocidade que os demais jogadores impõem — os famosos rushers — e a falta de tempo para apreciar a gameplay fazem o jogo parecer corrido e genérico.

Melhorias nos NPCs de Call of Duty: Black Ops 7

Apesar de ter lados positivos que observei, como no quesito dos NPCs — um dos melhores, se não o melhor, de toda a franquia — agora eles conseguem parecer menos IA e mais humanizados. A ponto de um levantar o outro quando ferido, dar cobertura e munição, além de aplicar táticas de combate para dificultar nossas investidas. Por outro lado, como tudo isso ainda é recente para a franquia, há momentos em que esses soldados inimigos não identificam nossa marcação mesmo estando praticamente em sua frente. Algo que normalmente jogos independentes poderiam ter, mas estamos falando de uma megacorporação que, há poucos anos, faz parte do conglomerado Xbox Game Studios ao lado da Blizzard.

Na minha visão, o gameplay é interessante: instigante, com momentos bem psicodélicos e viajantes — só que extremamente curta. Você dirá que isso não é Call of Duty, já que parece uma mistura de Silent Hill, Resident Evil e Dead by Daylight, com adições de ação e shooter. Como informei, Black Ops sempre foi uma versão de experimentação. Quando a Treyarch publicou o primeiro jogo, em 2010, trouxe um ar mais nostálgico para encaminhar o que teríamos atualmente, já que o segundo ousou e entregou algo mais futurista, com trilha sonora de Skrillex — que estava começando a ganhar fama após sua saída da banda From First to Last e uma batalha contra câncer de garganta — com a canção “Try It Out”, em parceria com Alvin Risk. Talvez a cena no Club Solar tenha sido uma das mais épicas: quando chegamos, todos estão no transatlântico dançando na balada, e o caos se instaura. Ali, Mike Harper já era um destaque, na voz e captura de movimento do icônico Michael Rooker, que também deu vida a Yondu Udonta, pai adotivo de Peter Quill em Guardiões da Galáxia.

mike harper persona call of duty black ops
(Divulgação)

Nessa época, o jogo havia sido supercriticado por mudar o que conhecíamos da franquia. Mais tarde, o tradicional modo campanha seria substituído por multiplayer no lançamento de Black Ops 4, numa época em que a internet ainda não era tão estável para forçar jogos de alto desempenho exigindo conexão online. No entanto, ainda assim conseguiu atrair muitos jogadores que preferem jogar apenas contra outros jogadores. O máximo que se tinha era explorar algumas histórias dos especialistas para conhecer um pouco mais deles — o que não podemos chamar de campanha. O jogo conseguiu bater recordes financeiros, mesmo não sendo o maior em vendas totais, exibindo a força da franquia.

Retornando para Call of Duty: Black Ops 7, o fator de permitir que quatro usuários joguem juntos pode ser estressante se não houver comunicação — para um pode ser tranquilo, para outro nem tanto. Porém, a possibilidade de seguir caminhos diferentes dependendo da missão é bem positiva, sem tantos trajetos lineares. A dificuldade é moderada e depende muito do desempenho dos jogadores. Acredito que toda essa experimentação será utilizada nos próximos jogos da franquia, que são mais pé no chão, introduzindo feedbacks positivos dos usuários. Uma coisa que gostei nessa experimentação é a mixagem de som, que é a melhor — superando até mesmo a trilogia do remake de Warfare.

O retorno de David “Section” Mason (Milo Ventimiglia) e todas as suas sombras do passado é interessante para aqueles que jogaram os primeiros títulos. O lado positivo é que a ousadia de colocar o modo multiplayer como um projeto experimental funciona — não que isso não aconteça no modo zumbis. No entanto, aqui há uma profundidade maior que antes só era possível na campanha solo. Se isso resultará em vendas ou prejuízo, só o tempo dirá quando a Microsoft divulgar os números obtidos com o lançamento de Call of Duty: Black Ops 7.

Todos os quatro personagens jogáveis do modo multiplayer da campanha de Call of Duty: Black Ops 7.
(Reprodução)

Fique ciente de que este artigo não é uma review, apenas uma visão sobre se tudo que foi entregue neste jogo estaria à altura de um desenvolvimento blockbuster ou mais próximo de jogos indies. Nossa análise completa pode ser acompanhada em outro artigo.

Enfim, o jogo está disponível para PlayStation, Xbox Series X|S e PC Windows na plataforma Steam, além do Game Pass.

Escape from Tarkov: Servidores sobrecarregam em estreia no Steam

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Parece que a Battlestate Games estreou seu jogo de extração na plataforma Steam recebendo diversas reclamações em relação aos servidores de Escape from Tarkov. A empresa havia comemorado ter ultrapassado meio milhão de jogadores que adicionaram o jogo à lista de desejos, mas acabou recebendo uma chuva de avaliações negativas na sessão de reviews.

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Jogadores relataram que compraram a versão mais cara, que custa cerca de 700 reais, esperando um fim de semana tranquilo de gameplay. Em vez disso, precisaram esperar até 3 horas para entrar no jogo. Infelizmente, não há como dizer que a desenvolvedora não tinha noção de que esses problemas poderiam acontecer, já que a Valve informa quantas unidades foram vendidas no lançamento. Além disso, a comunidade de Tarkov é grande, e a chegada do jogo a uma nova plataforma naturalmente causaria um aumento considerável no número de acessos. A empresa poderia ter se precavido para garantir uma experiência mais fluida. Também há relatos de filas longas, problemas no lançador e crashes inexplicáveis.

Filas e falhas irritam jogadores
(Divulgação)

A Battlestate Games publicou no perfil oficial do jogo na plataforma X (ex-Twitter) que está ciente dos problemas e aumentou a capacidade dos datacenters para evitar novas instabilidades. Afirmou ainda que está acompanhando os feedbacks dos jogadores para corrigir tudo o que estiver prejudicando a imersão inicial do público na plataforma.

Resposta da empresa sobre os problemas de Escape from Tarkov

Toda essa situação fez com que Escape from Tarkov não alcançasse seu maior pico de jogadores simultâneos. Foram apenas 27.599 usuários conectados no fim da noite de lançamento, em 15 de novembro de 2025. Agora, os desenvolvedores não podem reclamar da falta de atenção, já que a página do jogo está extremamente movimentada. Para ter uma ideia, o comunicado deles no X passou de 530 mil visualizações em 14 horas e, em outra postagem, 180 mil visualizações em apenas 4 horas. Isso mostra a força da expectativa dos jogadores que acompanham de perto títulos do gênero shooter de extração. O jogo chama a atenção de quem gosta de experiências multijogador com foco em sobrevivência.

Publicação oficial da Battlestate Games no X informando aumento de datacenters e correções em andamento.
(Divulgação)

Desejamos que a empresa entregue uma performance satisfatória para todos os usuários que adquiriram o jogo. Para quem ainda está na dúvida, recomendamos acompanhar as atualizações que a desenvolvedora está lançando para estabilizar todos esses problemas.

Prévia do 7º episódio da temporada final de My Hero Academia

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A batalha final entre Midoriya e Shigaraki segue em ritmo intenso em My Hero Academia, enquanto o herói busca uma forma de transferir o Gearshift de Kudo para si. O episódio mais recente entregou exatamente o que os fãs esperavam: ação constante, tensão elevada e decisões emocionais que moldam o arco final.

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Com o anime caminhando para sua conclusão, muitos se perguntavam por que Midoriya insiste em salvar Shigaraki, mesmo diante de tantos atos de destruição. O episódio 6 trouxe essa resposta de forma clara, reforçando o conflito interno do protagonista e o impacto emocional dessa escolha.

Agora, as atenções se voltam para o próximo capítulo da história. O episódio 7 da 8ª temporada, o episódio 166 no total, já tem data e horário confirmados. A narrativa deve aprofundar ainda mais o embate ideológico entre Midoriya e Shigaraki, mostrando que a vitória do herói não virá pela força bruta, mas por sua capacidade de estender a mão e tentar alcançar o coração do vilão.

Prévia do 7º episódio da temporada final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

Intitulado “De Aizawa”, o episódio 7 da oitava e última temporada estreia no sábado, 15 de novembro, a partir das 11h15 (horário de Brasília).

Todos os episódios de My Hero Academia são exibidos exclusivamente pela Crunchyroll, que disponibiliza tanto as temporadas anteriores quanto os novos capítulos da temporada final.

Prévia do 7º episódio da temporada final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

Data e horário de estreia e onde assistir

O episódio 06 de My Hero Academia estreia no próximo sábado, dia 15 de novembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 11h15 da manhã (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 15 de novembro de 2025, no Japão.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de My Hero Academia, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do 7º episódio da temporada final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

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Paul Rudd, Jack Black e Selton Mello poderiam aparecer na CCXP25?

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Algumas vezes gosto, pela manhã, de publicar alguns artigos — na maioria, informações de última hora ou artigos de opinião. Porém, ao iniciar uma publicação sobre um jogo específico, fui pesquisar no Metacritic se havia métricas da crítica especializada para esse título. Naquele momento, ainda não havia nada sobre o jogo, que chega logo no início da segunda quinzena de novembro de 2025.

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Pois bem, sabemos que em dezembro, entre os dias 4 e 7, ocorre a CCXP25, o maior evento da cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo. O festival reúne quadrinistas, escritores, atores, dubladores e criadores de conteúdo envolvidos nessa temática. Eis que, durante essa navegação, surge uma propaganda do Google Adsense citando o evento. Como mencionei, estamos praticamente às vésperas da feira e, naturalmente, haverá mais publicidade. Só que uma dessas propagandas despertou meu interesse como há muito tempo não acontecia.

Se você é um leitor recorrente ou acompanha minhas colunas no site, deve saber de diversas teorias que já publiquei e depois se concretizaram. Confesso que nunca havia reparado na situação que descreverei — e, se for um equívoco, peço que ignorem. Contudo, os organizadores da CCXP querem atrair o público engajado, aquele que costuma consumir franquias relacionadas. É normal adicionar anúncios daqueles atores e quadrinistas que estarão presentes durante o evento, e não de quem já participou e não vai comparecer este ano.

É nesse ponto que tudo fica interessante: o ator Paul Rudd, que interpreta o Homem-Formiga nos três últimos longa-metragens da franquia, aparece em destaque na publicidade. O evento possui um pacote chamado “Hero”, e cheguei a publicar uma nota sobre essa nova opção e seus benefícios. Embora essa aparição possa significar apenas que eles fazem o mesmo com outros atores conhecidos que já prestigiaram o evento — o que descartaria meu pensamento — Rudd está envolvido no reboot do filme Anaconda, que tem tudo a ver com o Brasil. O longa estreia exatamente em 25 de dezembro; já para um Feliz Natal.

Paul Rudd em uma imagem divulgação da CCXP25
(Reprodução)

Agora, você deve estar se perguntando: o que isso tem a ver com a Comic Con Experience deste ano? Nada… a não ser um vídeo recente publicado em diversas mídias, inclusive repostado pelo perfil oficial do Omelete no Instagram — e eles são, afinal, os “pais” da CCXP. Ok, pode ser coincidência e talvez não convença ninguém. É verdade, não quero convencer, apenas exibir esses detalhes inusitados.

Só que há um ponto curioso nessa história. Em 2024, ocorreu um painel surpresa do filme Kraven – O Caçador, da Sony Pictures. Apesar de o ator Aaron Taylor-Johnson não ter comparecido presencialmente, ele enviou um comunicado em vídeo exibido para todos no Palco Thunder. Na ocasião, uma cena de 8 minutos mostrava um pouco do que viria no filme. Acontece que é comum atores aparecerem de surpresa: Will Smith na CCXP17, Tom Holland e Jake Gyllenhaal em 2018, entre outros.

Por qual motivo faria sentido Paul Rudd, Jack Black e Selton Mello terem um painel? Seria porque Selton é brasileiro e ajudaria a chamar o público ao cinema? Errado! Mas também… faz sentido. Assim como a Sony Pictures estava envolvida na divulgação global de Kraven, ela também é a responsável, no Brasil, pela divulgação de Anaconda.

Esse é literalmente o principal longa-metragem que eles estão trabalhando para o encerramento de 2025. Logo, é com base nessa possibilidade que faria sentido se o trio aparecesse — ou fosse anunciado pelos organizadores da CCXP — para marcar presença no Palco Thunder e no Palco Omelete, concedendo entrevistas e comentando mais sobre o filme.

No fim, não parece tão loucura assim juntar esses elementos para reforçar meu pensamento sobre as possibilidades e surpresas que essa convenção sempre nos proporciona. Se isso não estiver nos planos dos organizadores, basta sugerir a ideia — e quem sabe a comoção ganha força para trazê-los ao Brasil.

Lembrando que não seria a primeira participação de Selton Mello e Paul Rudd no evento — as últimas ocorrências presenciais foram em 2024 e 2022, respectivamente; entretanto, poderia marcar a estreia presencial de Jack Black, já que suas aparições anteriores ocorreram apenas por meio de gravações feitas no set de filmagem.

Fique ciente que o reboot de Anaconda estreia nos cinemas brasileiros em 25 de dezembro, enquanto a CCXP25 ocorre no início do mês.